sábado, 29 de março de 2014

QUANDO JESUS ESTÁ EM CASA

Marcos 2:1-12
Tudo o que o homem fizer na tentativa de edificar a família, mas excluir o Senhor será provisório, paliativo, temporário etc. Quando Jesus é o Senhor que edifica, é definitivo, pois ele quem disse: "Sem mim nada podeis fazer..."
1. Quando Jesus está em casa logo os vizinhos ficam sabendo.
(1) Não pode haver incoerência entre a verdade que eu pre...go e a vida que eu vivo.
(2) A presença d'Ele na família deve provocar mudanças radicais.
(3) A presença d'Ele na família deve impactar as famílias ao redor.
2. Quando Jesus está em casa, a casa se torna um lugar atrativo.
(1) O que é inferno? Ausência absoluta de Deus. O que é céu, presença de Deus.
3. Quando Jesus está em casa, a Palavra é anunciada.
(1) A presença de Jesus é proporcional ao valor que se dá à sua Palavra
(2) Quanto menos Palavra, menos presença d'Ele.
(3) Qual é o lugar da Palavra do Senhor em sua vida, casamento, família etc
(4) Paulo disse: "Que a Palavra de Deus habite em vós abundantemente". (Cl 3:16)
4. Quando Jesus esta em casa, o perdão é liberado.
(1) Quanto mais intensa for a presença de Jesus, mais perdoador eu vou me tornando.
(2) Onde Jesus está, reina a "graça de Deus".
5. Quando Jesus está em casa, a casa se torna um lugar de cura.
(1) A graça tem poder curador.
(2) O perdão liberta a alma e sara o corpo.
 http://igrejaunidosemumasofe.com.br/

sexta-feira, 21 de março de 2014

Reis 4:1-38 Eliseu, a viúva e a sunamita
Um dos homens de Deus a quem muito espaço é dado na Palavra é Eliseu. Eliseu era um seguidor de Elias, cujo ministério ele sucedeu (ver 2 Reis 2). Ele caminhou poderosamente com o Senhor e dos muitos milagres que Deus fez através dele, nós iremos considerar neste estudo apenas dois deles. Em ambos os casos nosso foco estará na habilidade de Deus em libertar aqueles que procuram por Ele por qualquer problema que eles possam ter.
2 Reis 4:1-7: a viúva e os dois filhos
O primeiro dos dois casos que estaremos examinando neste estudo considera uma viúva e seus dois filhos. 2 Reis 4:1 nós fala sobre essa mulher e o grande problema que ela encarou, depois da morte de seu marido.
2 Reis 4:1
“E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao SENHOR; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos.”
De acordo com a passagem, esta mulher era esposa de um homem que temia e reverenciava profundamente, o Senhor. Infelizmente, seu marido morreu deixando a sua família uma dívida que eles não podiam pagar. Como resultado, o credor estava vindo para levar seus dois filhos para serem escravos. Disto nós podemos facilmente entender, a emergência da situação: a mulher por causa de uma dívida não paga estava perto de perder seus dois filhos. Para encarar este problema ela clamou a Eliseu, o homem de Deus. Com certeza, sua escolha em recorrer, neste tempo crucial ao homem de Deus não foi acidental. Realmente, quando o tempo é tão limitado (“o credo r estava vindo” imperfeito, ou seja, ele estava a caminho) você não vai exceto para aqueles que você sabe que podem te ajudar. Obviamente, o homem que essa mulher acreditava que poderia ajudá-la era Eliseu, o homem de Deus. Evidentemente, ela determinou LUTAR contra essa dificuldade e lutar COM DEUS. Tendo em vista o que a viúva disse a Eliseu, vamos ver agora o que Eliseu respondeu a ela:
2 Reis 4:2
“E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa.”
Veja a disponibilidade de Eliseu. Eliseu estava lá pronto para ajudar a viúva. Ele não a condenou por sua dívida. Em minha opinião, deve ter havido muito tempo antes da viúva ou seu marido ter chegado ao estágio de insolvência. Você certamente não chega a este ponto de um dia para o outro sem, entretanto, tratar muitas coisas de forma errada. Entretanto, o ponto não era o que aconteceu. O que aconteceu, aconteceu. O que conta agora não era o passado, mas que no recente momento ela precisava imediatamente de suporte e para encontrar isso ela procurou o Senhor. Também vemos que Eliseu não tentou livra-se dela porque o problema era “muito di fícil”. Ele certamente não tem uma solução para o problema dela, antes de Deus providenciar uma solução milagrosa que nós leremos em um momento. Porém, isto não significa que ele não estava disponível para ajudá-la. Ao contrário, sua resposta mostrou que ele estava pronto para ajudar na maneira que ele podia. O verso 2 nos dá a resposta da mulher para a pergunta de Eliseu:
2 Reis 4:2
“E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.”
A viúva estava realmente em grande pobreza. Não havia nada em sua casa além de uma botija de azeite. Obviamente, no seu esforço de livrar-se do débito ela vendeu tudo. Não havia mesa, camas, utensílios de cozinha. A única coisa que tinha sobrado era essa botija de azeite. Contudo, essa botija de azeite era suficiente para Deus trazer libertação para ela. Os versos 3-4 nos dizem:
2 Reis 4:3-4
“Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.”
Deus através de Eliseu disse a mulher para pedir emprestado vasilhas vazias e despejar o azeite da sua jarra nelas. Se nós não levarmos Deus em conta, essas instruções podem parecer realmente loucas. Pois, de acordo com as leis científicas, uma jarra de azeite não pode encher a não ser outra jarra de azeite do mesmo tamanho. Portanto, cientificamente falando, o que Eliseu disse a viúva que aconteceria era impossível. No entanto, era impossível se, eu repito, nós não levássemos Deus em conta. Pois, se nós levamos Deus em conta as coisas são inteiramente diferentes. A razão é que Deus não está restrito as leis científicas. Realmente, q uando vem a Ele o que conta não é se algo é cientificamente possível, mas se é a Sua vontade ou não. Quando algo é Sua vontade, irá acontecer, não importa o que os cientistas possam dizer. Obviamente, a partir do que nós lemos até agora, nós podemos concluir que Deus desejou o livramento desta mulher de seu problema como Ele sempre deseja que Seus filhos vivam em vitória. Portanto, biblicamente falando, o que Eliseu disse correspondeu à vontade de Deus a cerca da situação, e ía certamente, 100%, acontecer, se a viúva seguisse o que Deus disse a ela, ou seja, se i) pegasse emprestado as vasilhas vazias ii) fechasse a porta atrás dela e de seus filhos e iii) derramasse o azeite da jarra para dentro das vasilhas vazias. Eu não acredito que a viúva já tivesse visto em sua vida uma jarra de azeite encher tantas vasilhas vazias. Contudo, para Deus realizar Sua vontade ela tinha de crer que veria isto pela primeira vez. Com Deus, não conta se algo aconteceu p ara os outros. O que conta é se nós vamos acreditar e agir de acordo com o que Ele diz. Vamos ver, portanto, se a mulher finalmente acreditou em Deus ou não:
2 Reis 4:5
“Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia.”
A mulher ACREDITOU no que Deus disse a ela e o seguiu. Então assim como logo deixou Eliseu ela pediu emprestado as vasilhas vazias, “fechou a porta atrás” dela e de seus filhos, e derramou o azeite de sua jarra para as vasilhas, exatamente como Deus disse a ela. O que aconteceu como resultado é dado no verso 6.
2 Reis 4:6
“E sucedeu que, quando as vasilhas foram cheias, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou.”
Todas as vasilhas que ela pediu emprestado foram cheias com azeite. O azeite “parou” apenas quando não havia outra vasilha vazia. Entretanto, as vasilhas cheias eram o suficiente para tirar ela e seus filhos da falência para a abundância. Realmente, o verso 7 nos diz:
2 Reis 4:7
“Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.”
O azeite era tanto que ela e seus filhos puderam pagar a dívida e viver em paz. Assim, a viúva não foi apenas liberta de seu problema, mas ela estava mais que liberta: ela conseguiu um tesouro do azeite. E tudo isso porque ela procurou a libertação do Senhor. Ela foi a Deus e ao Seu homem pobre e oprimida e partiu rica e liberta. Louvado seja nosso Senhor, que está sempre pronto para libertar.
2 Reis 4:8-30: A mulher sunamita
O relato acima, da história da viúva não é o único na Bíblia onde nós vemos o poder de libertação de Deus manifesto. Como nós dizemos, nosso Deus é um Deus de libertação e como consequência a Bíblia está cheia de casos que falam sobre pessoas que confiaram nEle e foram libertos. Um destes casos pode ser encontrado no mesmo capítulo de 2 Reis e segue o relato da viúva com os dois filhos. Começando, portanto, do verso 8 nós lemos:
2 Reis 4:8
“Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia ali uma mulher importante, a qual o reteve para comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava por ali entrava para comer pão.”
Mais uma vez, uma mulher é uma das pessoas principais da história. Contudo, ao contrário do caso anterior onde a mulher era muito pobre, esta mulher era uma notável, ou seja, uma pessoa de posição que provavelmente não tinha qualquer problema econômico. Agora, um dia que Eliseu estava na área, esta notável mulher o persuadiu para comer em sua casa, e finalmente toda vez que ele estava de passagem ele comia lá. A partir deste relato nós podemos entender o respeito e cuidado desta mulher por Eliseu. Você não convida alguém para comer em sua casa toda vez que ele está de passagem, se você não o respeita e cuida dele. Mas de fato, por que e sta mulher se importava tanto com Eliseu? O verso 9 nos dá a resposta.
2 Reis 4:9
“E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus.”
Para esta mulher, Eliseu era “um santo homem de Deus”. É por isso que ela era tão amável com ele. Seu respeito e cuidado por Eliseu eram um reflexo de seu respeito e cuidado pelo Deus de Eliseu. Porém, o cuidado da mulher não limitou-se a dar-lhe comida. Ao contrário, os versos 9 e 10 nos diz o que isso foi mais longe:
2 Reis 4:9-10
“E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se recolherá.”
Realmente, quão amável era esta mulher para Eliseu. Ela não apenas ofereceu a ele comida, mas quis construir um quarto para ele, assim ele poderia ficar lá a qualquer hora que estivesse de passagem. Desnecessário dizer que Deus não poderia deixar o cuidado e afeto desta mulher sem uma recompensa. Os versos 11-13 nos dizem:
2 Reis 4:11-13
“E sucedeu que um dia ele chegou ali, e recolheu-se àquele quarto, e se deitou. Então disse ao seu servo Geazi: Chama esta sunamita. E chamando-a ele, ela se pôs diante dele. Porque ele tinha falado a Geazi: Dize-lhe: Eis que tu nos tens tratado com todo o desvelo; que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale por ti ao rei, ou ao capitão do exército? E disse ela: Eu habito no meio do m eu povo.”
Eliseu reconheceu e estava agradecido pelo afeto desta mulher por ele. Então, em retorno por sua bondade, ele a princípio sugeriu falar em seu nome ao rei ou ao comandante do exército. Entretanto, isto não era algo que a sunamita desejava, pois estava satisfeita por viver no meio de seu povo. O que ela na verdade desejava grandemente é dado no próximo verso:
2 Reis 4:14-17
“Então disse ele: Que se há de fazer por ela? E Geazi disse: Ora ela não tem filho, e seu marido é velho. Por isso disse ele: Chama-a. E, chamando-a ele, ela se pôs à porta. E ele disse: A este tempo determinado, segundo o tempo da vida, abraçarás um filho.”
Esta mulher não tinha um filho, e cientificamente falando ela não tinha probabilidades de ter um, porque seu marido era velho. Porém, isto não significa que ela não poderia ter um. Pois, há alguém que satisfaz desejos mesmo quando a ciência dá zero de probabilidade para as suas satisfações. Quem é este? A resposta é DEUS. Como nós dissemos examinando o caso da viúva, para Deus nada é impossível e quando algo é Sua vontade, vai acontecer, independente do que as probabilidades podem dizer. Para a ciência esta mulher não tinha probabilidades de ter um filho. Mas ainda assim, ela teria, pois esta era a vontade de Deus.
Além disso, outro ponto que também é digno de nota é que Eliseu não sabia desde o início do desejo desta mulher que acabaria por ser satisfeito. Caso contrário, ele não iria inicialmente sugerir a ela falar em seu nome ao rei ou ao comandante do exército nem pediria a Geazi para lhe dizer o que fazer por ela. Contudo, não há nada de estranho com isso. Pois, Eliseu como qualquer outro homem que tenha o espírito santo, poderia adquirir conhecimento apenas através de seus cinco sentidos ou através da revelação de Deus. Obviamente, em nosso caso, Deus não havia revelado a ele desde o princípio que a mulher desejava grandemente um filho. Pelo contrário, Ele lhe disse isso via Geazi, pois Ele pensou que esta era a melhor maneira de fazer a informação relativa disponível. Então, depois que Eliseu soube através de Geazi que a mulher não tinha um filho, Deus o deu diretamente em uma revelação dizendo a ele que em um ano a partir de então, a mulher teria um filho e é isso que Eliseu anunciou para ela. A reação da mulher a esta maravilhosa revelação é dada no verso 16:
2 Reis 4:16
“E disse ela: Não, meu senhor, homem de Deus, não mintas à tua serva.”
A mulher pensou que Eliseu estava mentido para ela. Ela não podia acreditar que seu grande desejo seria finalmente realizado. Isto não é incomum: algumas vezes nós demoramos em acreditar nas maravilhosas coisas que a Palavra de Deus diz que nós temos ou as coisas que Deus nos promete. Nós pensamos que elas são boas demais para ser verdade. Contudo, nós temos que entender que de Deus vem apenas dádivas que são boas e perfeitas (Tiago 1:17). Quando vêm de Deus, não há tal coisa como “bom demais para ser verdade”, vêm de Deus apenas coisas BOAS e VERDADEIRAS. Como Efésios 3:20 nos diz que Deus “É PODEROSO PARA FAZER TUDO MUITO MAIS ABUNDANTE ALÉM DAQUILO QUE PEDIMOS OU PENSAMOS”. Ele não tem problema para fazer qualquer coisa que Ele queira. Voltando para a mulher, em minha opinião, a promessa do filho foi para ela algo que realmente pertenceu a esfera de “mais abundante, além daquilo” que ela pedia ou pensava. Isto porque ela pensava que Eliseu estava mentindo a ela. Contudo, além de maravilhosa, essa promessa era também verdadeira. O verso 17 relata sua satisfação:
2 Reis 4:17
“E concebeu a mulher, e deu à luz um filho, no tempo determinado, no ano seguinte, segundo Eliseu lhe dissera.”
Depois de um ano a mulher deu à luz a um filho exatamente como Deus a promesseu. Considerando isso pode parecer que a história poderia muito bem terminar aqui, este não é o final. E isso porque, os versos que seguem nos dizem sobre um grande problema que apareceu na saúde da criança quando ele cresceu:
2 Reis 4:18-20
“E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para ter com seu pai, que estava com os segadores, e disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o à sua mãe. E ele o tomou, e o levou à sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos até ao meio dia, e morreu.”
A criança foi atingida por uma doença tão séria que morreu rapidamente. Como nós podemos ver apesar do fato de que a criança foi um presente vindo de Deus, que de acordo com Tiago 1:17 era perfeito e bom, o diabo conseguiu o atingir. Mas de novo, isto não é esquisito. De fato, em nenhum lugar da Palavra de Deus diz que os filhos dos crentes (ou pais ou irmãos ou esposas ou os próprios crentes) nunca ficarão doentes. Há um inimigo, o diabo, cujo trabalho é causar doenças. É por isso que a Bíblia chama aqueles doentes que eram curados pelo Senhor Jesus Cristo de “oprimidos do diabo” (Atos 10:38): ela os chama assim porque o diabo os opr imia com doenças. Assim, morte e doença não são coisas que vem de Deus. Pelo contrário, são coisas cuja fonte é oposta ao poder espiritual de Deus, o diabo. Porém, embora o adversário esteja apto, quando ele encontra a maneira para trazer doenças, Deus, que é muito superior ao diabo (I João 4:4), pode nos curar de qualquer tipo de doença. Como Salmos 103:3 diz:
Salmos 103:3
“QUE [DEUS] SARA TODAS AS TUAS ENFERMIDADES,”
Deus não cura metade de nossas doenças, mas TODAS elas, independente da opinião científica sobre a cura delas. Retornando agora para a mulher, poderia Deus ir tão longe como reverter o fato aparentemente irreversível da morte da criança? Nós iremos ver a resposta em um momento, depois de primeiro vermos a reação da mulher a esse fato.
2 Reis 4:21-24
“E subiu ela, e o deitou sobre a cama do homem de Deus; e fechou a porta, e saiu. E chamou a seu marido, e disse: Manda-me já um dos moços, e uma das jumentas, para que eu corra ao homem de Deus, e volte. E disse ele: Por que vais a ele hoje? Não é lua nova nem sábado. E ela disse: Tudo vai bem. Então albardou a jumenta, e disse ao seu servo: Guia e anda, e não te detenhas no caminhar, senão quando eu to disser.”
Pela reação da mulher é claro que ela não considera a morte de seu filho como uma realidade irreversível. Na verdade, em vez de ficar de luto em volta de seu filho e contar a seu marido sobre a morte, ela colocou a criança na cama do homem de Deus e pediu ao seu marido para dar-lhe uma jumenta e um moço para que ela pudesse ir a ele. Obviamente, esta mulher reconheceu que seu filho era um presente que Deus deu a ela e que sua morte não era a vontade de Deus. Assim, ela não aceitou que a morte de seu filho era uma relidade que não poderia mudar. É por isso que ela se apressou para Eliseu, e não disse a qualquer um o que tinha acontecido. Os ve rsos 25-28 nos dizem o que aconteceu quando ela encontrou Eliseu.
2 Reis 4:25-28
“Partiu ela, pois, e foi ao homem de Deus, ao monte Carmelo; e sucedeu que, vendo-a o homem de Deus de longe, disse a Geazi, seu servo: Eis aí a sunamita. Agora, pois, corre-lhe ao encontro e dize-lhe: Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com teu filho? E ela disse: Vai bem. Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, pegou nos seus pés; mas chegou Geazi para retirá-la; disse porém o homem de Deus: Deixa-a, porque a sua alma está triste de amargura, e o SENHOR me encobriu, e não me manifestou. E disse ela: Pedi eu a meu senhor algum filho? Não disse eu: Não me enganes?”
Mais uma vez nós podemos ver que sem o Senhor falar a Eliseu, como com qualquer outro homem, era impossível que ele antecipasse o que aconteceu a mulher. A mulher estava obviamente muito triste. Contudo, apesar da sua grande tristeza, ela encontrou coragem para deixar seu filho morto em casa e visitar o homem de Deus. A reação de Eliseu foi imediata:
2 Reis 4:29-31
“E ele [Eliseu] disse a Geazi: Cinge os teus lombos, toma o meu bordão na tua mão, e vai; se encontrares alguém não o saúdes, e se alguém te saudar, não lhe respondas; e põe o meu bordão sobre o rosto do menino. Porém disse a mãe do menino: Vive o SENHOR, e vive a tua alma, que não te hei de deixar. Então ele se levantou, e a seguiu. E Geazi passou adiante deles, e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não havia nele voz nem sentido; e voltou a encontrar-se com ele, e lhe trouxe aviso, dizendo: O menino não despertou.”
Geazi chegou primeiro na casa. Mas embora ele tivesse feito o que Eliseu falou a ele, a criança não despertou. Depois de um tempo, Eliseu e a mãe da criança chegaram também:
2 Reis 4:32-33
“E, chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto sobre a sua cama. Então entrou ele, e fechou a porta sobre eles ambos, E OROU AO SENHOR.”
Eliseu OROU ao Senhor. Esta foi sua reação a situação. Ele certamente estava em uma situação difícil: a criança que Deus prometeu a esta mulher através dele estava morta, e sem qualquer sinal de recuperação mesmo depois de Geazi ter feito o que Eliseu falou a ele. Porém, nós não estamos ao ponto de vermos Eliseu perder sua confiança em Deus, ou sentir-se frustrado e render-se. Em vez disso, ele encarou a situação como deveria: ELE OROU AO SENHOR. É o Senhor que é a fonte de todas as respostas, e Eliseu precisava ter uma resposta sobre o que fazer com a situação. Então, ele orou para o ÚNICO que saberia a resposta: ao Senhor. Como resultado, Deus respondeu sua prece. Os versos 34-35 nos dizem:
2 Reis 4:34-35
“E subiu à cama e deitou-se sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu. Depois desceu, e andou naquela casa de uma parte para a outra, e tornou a subir, e se estendeu sobre ele, então o menino espirrou sete vezes, e abriu os olhos.”
Todas essas coisas que a passagem acima nos diz que Eliseu fez, não foram algo que surgiram de sua mente. Pelo contrário, elas foram feitas depois da revelação de Deus. Este caso é óbvio pelo resultado: a criança foi curada e Eliseu o devolveu para sua mãe:
2 Reis 4:36-38
“Então chamou a Geazi, e disse: Chama a mulher Sunamita. E chamou-a, e veio a ele. E disse ele: Toma o teu filho. E entrou ela, e se prostrou a seus pés, e se inclinou à terra; e tomou o seu filho e saiu. E, voltando Eliseu a Gilgal.”
Deus libertou a mulher e reverteu o fato aparentemente irreversível da morte de seu filho, mostrando com isso que Ele pode realmente ir tão longe quanto é necessário para libertar aqueles que procuram Seu poder de libertação.
Conclusão
Neste artigo nós examinamos dois casos que nos mostram o poder de libertação de Deus. O leitor é encorajado a estudar a Palavra de Deus por ele mesmo para encontrar mais exemplos. Em ambos os casos que nós examinamos e geralmente em todos os casos que alguém pode encontrar estudando a Bíblia, a lição que é dada é a mesma: aqueles que confiam no Senhor e O procuram nunca serão envergonhados não importa o problema que eles possam encarar. Nosso Deus é um Deus de libertação e não há limite no Seu poder de libertação. Ele pode ir tão longe quanto para encher vasilhas vazias de azeite ou levantar crianças mortas a fim de libertar Seu pov o. Ele é realmente “poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos”. Podemos, portanto, em tudo que nós podemos precisar, CONFIAR no poder de libertação de Deus, estando certos que se fizermos isso apenas uma coisa irá acontecer: nós seremos libertos.

quinta-feira, 13 de março de 2014

REMOVENDO A PEDRA
Lendo sobre a ressurreição de Lázaro veio a mim o seguinte pensamento, antes vamos ver o que diz a palavra de Deus:
"Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: SENHOR, já cheira mal, porque é já de qua...tro dias. Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?" (Jo 11.39,40)

_ Nesta ocasião Jesus estava prestes a ressuscitar Lázaro e é claro que Ele mesmo poderia simplesmente dizer à pedra que se retirasse, mas aprendo uma grande lição nos atos de Jesus. Quando queremos algo vindo do Mestre logo imaginamos o que eu disse, Jesus irá fazer tudo, é só eu esperar, mas nesta passagem Ele deixa claro que as coisas não funcionam bem assim. A pedra a qual Lázaro estava preso era a de um túmulo, mesmo estando ele morto nada o impediria de sair ao comando de Jesus, exceto uma grande e pesada pedra, na nosso vida temos muito isso, as vezes temos pedras que impedem que o Senhor Jesus opere milagres em nós e simplesmente esperamos que Ele venha e as remova, mas este trabalho é nosso, somos nós que devemos retirar as pedras que nos impedem de chegar a Deus e de sermos encontrados por Ele.

_ Não sei qual o tamanho da pedra que separa você de Deus, talvez ela não seja tão grande quanto o ódio, talvez seja dura como o orgulho, macia e bonita como o pecado, mas uma coisa é certa, se você não a retirar, Jesus pode não chegar até você, não importa quanto tempo ela esteja em seu coração, Jesus pode operar um milagre em sua vida, basta por um momento retirar a grande pedra que o impede de chegar até você e então você será capacitado de ver a Glória de Deus operando em sua vida.
_ Este texto revela que nosso maior problema mora dentro de nós mesmos, muitas vezes não vemos milagres em nossa vida por que pedras estão no caminho de Jesus, estas pedras podem ser uma vida de negação a palavra de Deus, talvez orgulho ou até mesmo incredulidade, é impressionante o número de pessoas que seguem Jesus e que, ao mesmo tempo duvidam que milagres acontecem ainda hoje.

_ Retire as pedras que bloqueiam seu coração, convide Jesus para entrar nele neste instante e você terá todas as promessas de Deus em sua vida, assim como afirma suas Palavras: "Eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; ninguém poderá arrebatá-las da minha mão (Jo. 10.28)" e confirmando que nem mesmo a morte poderá vencer sobre todo aquele que o aceitar em sua vida dizendo: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá.(Jo. 11.25,26)"

_ As pedras por mais belas que sejam, sempre serão apenas pedras.

sábado, 8 de março de 2014

ACABE NABOTE E TRÊS OFERTAS
1- Dê-me a tua vinha;
2- Vamos fazer uma troca
3- Vende-me...
...
O texto de 1 Reis 21:1-7, conta sobre um homem chamado Nabote, um rei chamado Acabe e de uma mulher chamada Jezabel, que participam de uma história em torno de uma vinha, que ficava no vale de Jezreel (foto). Acabe disse a Nabote: Dê-me a sua vinha. E continuou, em troca eu lhe darei uma vinha melhor ou, se preferir,eu lhe pagarei, seja qual for o preço.
Nabote respondeu: Não posso dar, nem trocar ou vender esta vinha, pois é herança de meus pais. Por isso, não há dinheiro que possa comprar esta vinha.

Não abra mão da herança
Texto: 1 Reis 21:1-7

1 Algum tempo depois houve um incidente envolvendo uma vinha que pertencia a Nabote, de Jezreel. A vinha ficava em Jezreel (Deus semeia), ao lado do palácio de Acabe, rei de Samaria.
2 Acabe tinha dito a Nabote: "Dê-me a sua vinha para eu usar como horta, já que fica ao lado do meu palácio. Em troca eu lhe darei uma vinha melhor ou, se preferir, eu lhe pagarei, seja qual for o seu valor".
3 Nabote, contudo, respondeu: "O SENHOR me livre de dar a ti a herança dos meus pais!"
4 Então Acabe foi para casa aborrecido e indignado porque Nabote, de Jezreel, lhe dissera: "Não te darei a herança dos meus pais". Deitou-se na cama, virou o rosto para a parede e recusou-se a comer.
5 Sua mulher Jezabel entrou e lhe perguntou: "Por que você está tão aborrecido? Por que não come?"
6 Ele respondeu-lhe: "Porque eu disse a Nabote, de Jezreel: Venda-me a sua vinha; ou, se preferir, eu lhe darei outra vinha em lugar dessa. Mas ele disse: 'Não te darei minha vinha' ".
7 Disse-lhe Jezabel, sua mulher: "É assim que você age como rei de Israel? Levante-se e coma! Anime-se. Conseguirei para você a vinha de Nabote, de Jezreel".
Três ofertas feitas por Acabe para Nabote:
1- Dê-me a tua vinha;
2- Vamos fazer uma troca;
3- Vende-me...
Acabe já tinha vinha, mas queria a do Nabote. Nabote disse a Acabe: Não posso dar, trocar ou vender esta vinha, já que ela é herança de meus pais, portanto não há dinheiro que possa comprar esta vinha. Pela lei do Antigo Testamento, uma herança não podia ser permanentemente dada, perdida, roubada ou vendida. Ela precisava ser restaurada por um redentor ou retornar à posse do seu herdeiro por direito no ano do Jubileu.

Acabe ficou deprimido: não comeu e foi emburrado para a cama...Sua mulher Jezabel ficou indignada ao ver seu maridinho naquele estado. Daí, disse para seu marido: “Esta vinha será tua! Conseguirei para você. Eu vou te dar esta vinha”. Jezabel projetou um plano para matar Nabote e assim, dar a vinha a seu marido.

Existe uma luta travada pelas forças do mal que querem “roubar” nossa herança.

Quantos de nós queremos possuir o que não precisamos enquanto outros precisam daquilo que não possuem. Queremos ter o carro melhor, a cortina melhor, a TV mais moderna, o celular do momento, a roupa da moda, o tênis de marca, a fivela mais brilhosa, 40 pares de sapatos...
A cobiça nos leva a ter ciúmes de alguém que tem alguma coisa que nós também queremos ter, mas não temos. Faz comparações o tempo todo. Esse ciúme doentio magoa outras pessoas e nos faz invejosos.

Acabe, rei de Israel, tinha um palácio em Jezreel. Perto desse palácio havia uma plantação de uvas que era propriedade de Nabote. Que contrate: um palácio x uma vinha. Nabote não estava com inveja de Acabe. Sabia que tudo no mundo é passageiro: riquezas, propriedades, coisas...
Acabe tinha todo o luxo em sua residência fixa, seu palácio em Samaria, mas possuía também outro palácio em Jezreel e queria porque queria a vinha de Nabote para fazer dela uma horta. Essa vinha representa nossa herança.

Mas acima de qualquer coisa, podemos definir sua vinha como sendo o seu coração. Provérbios 4:23 diz, “Acima de tudo, guarde o seu coração (Pensamentos), pois dele depende toda a sua vida. Essa vinha é nosso ministério, nossa salvação, nossa comunhão com Jesus, nossa família, nossos valores espirituais.

Satanás está de olho em quem tem herança no Senhor. Quem tem vinha é invejado, é cobiçado. Cuidado, estão de olho na sua vinha.
O inimigo usa pessoas que estão perto de nós como seu mensageiro. Acabe pode ser visto como um mensageiro de Satanás.
Quem é o seu Acabe? Quem tem tentado obter sua vinha? Sua salvação? Sua família? Sua herança?

Como filhos de Deus, possuímos uma vinha, uma herança em Cristo, adquirida com Seu precioso Sangue. O inferno entrou em aliança para te destruir, enviando os Acabes da vida, e se não consegue com Acabe, mandará as Jezabeis ao teu encontro.
Nabote recusou 03 coisas:
1- O prestígio
2- O crescimento
3- O dinheiro

1- PRESTÍGIO.
Quem estava negociando com Nabote não era qualquer pessoa, e sim o rei Acabe, o rei de Samaria e rei de Israel, uma pessoa importante, de grande prestígio. Dar a ele a vinha poderia lhe render grande prestígio, fama, favores.

2- CRESCIMENTO: Outro ponto que envolvia esta negociação foi à proposta do crescimento. Muitas pessoas estão abrindo mão da sua salvação por causa de um possível crescimento dado pelo homem. E crescimento dado pelo homem, amanhã certamente irá perecer. Quando Acabe diz "Olhe eu te dou por esta vinha uma melhor que esta". OLHA O CRESCIMENTO AÍ. Mentira! Se ele tinha uma melhor, porque iria querer esta?
Deus fará você crescer na medida certa, no momento certo. Se você não abrir mão do que Ele mesmo te deu. Se você se ocupar na vinha que Ele te deu. Deus é quem dá o crescimento. Nabote não se desfez da sua herança para conquistar algo que aparentemente era maior. Não aceite o alimento do seu EGO.
3- DINHEIRO: O homem quando trata de dinheiro esquece família, amigos, princípios, ministérios e até de Deus. Porque acha que os seus problemas serão resolvidos através do dinheiro. Acha que comprando, pagando, conquistando, vai estar resolvendo todos os seus problemas.

Seja sábio, como foi Nabote. Não abra mão da sua herança. Aquilo que Jesus conquistou na Cruz é direito seu. Não há nada que possa comprar. Não troque isso em nome de um suposto “conforto”. Isso depois vai terminar num vazio. E não há nada mais triste do que o vazio espiritual.
Nabote nos ensina a guardarmos aquilo que o Senhor nos deu como herança. Nabote não queria dinheiro e nem outra vinha. Seu coração estava naquilo que o Senhor havia confiado a ele, nada o separava da comunhão com Cristo, ele tinha um objetivo claro.
A resposta de Nabote deixou Acabe beiçudo... Acabe ficou aborrecido com a resposta de Nabote que até ignorou sua esposa, deitando-se e permanecendo virado para a parede. Acabe já tinha um objetivo predeterminado para vinha de Nabote: ele queria transformar a vinha em horta. Outro contrate: vinha x horta.
Não dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo. Ou somos vinhas ou somos hortas. As hortas eram comuns no Egito e representam as pessoas que só tem aparência, com “raízes” rasas demais, sem profundidade. Não suportam dificuldades.
Somos vinhas? Ou somos hortas? O desejo de Satanás é que sejamos hortas para ele cultivar tudo aquilo que é contrario à vontade de Deus. Mas o desejo de Deus é que sejamos vinhas, que tem raízes profundas e cresce a vida inteira. Se você se sente amargo, infrutífero, sem sabor, se tem sido uma horta onde o diabo tem semeado “lixo” saiba que o Senhor tem poder, aliás, todo poder, para transformar você novamente em vinha, pois o Sangue de Jesus é que garante vitória. Jesus disse: Eu sou a videira, vocês os ramos....
A esposa de Acabe, Jezabel, identificando a causa da tristeza do marido garante que ele obterá aquela vinha. Por toda a Bíblia, o nome de Jezabel está associado à perseguição do povo de Deus, a idolatria e ao assassinato. Ainda hoje, seu espírito continua se levantando contra o ministério dos servos de Deus, tentando apagar a historia, questionando, querendo conduzir o povo de Deus ao “adultério espiritual”.
Jezabel questiona o rei, seu esposo: que tipo de rei é você que não pode ter uma simples vinha, se alegre, e levante-se eu te darei a vinha. Observe o que ela diz: Você é o rei, têm direitos. Nada o detenha de obter o que deseja. Alegre-se, seja feliz, regozije-se. Você pode qualquer coisa...De Acabe deveria ter a determinação de que não tinha direito e então ter impedido a morte de Nabote. Mas, ele foi um fraco e foi fácil para Jezabel manipulá-lo.

A história de Nabote podia ter tido outro final se Acabe fosse um esposo que desse a “palavra final” no seu casamento. Mas para isso teria que ser alguém que se submetesse a Deus. Jezabel planejou matar Nabote, acusando-o com falsas testemunhas, “homens vadios/malignos” que ela subornou. Ela escreveu cartas em nome de Acabe e carimbou-as com o anel real e as mandou para as autoridades de Jezreel.
Uma vez que Nabote tinha determinado em seu coração não vender sua herança por nada, a serva do diabo, Jezabel, utilizou estratégias diabólicas para conseguir a vinha. Criou uma situação para que Nabote fosse apedrejado: a calúnia foi recebida como verdade. O inocente foi apedrejado até a morte. Sua herança, sua vinha, foi tomada e transformada em horta do rei.

Mas, nem a morte apagará a historia de quem serve ao Senhor. Não há vitoria sem luta, ressurreição sem morte. O inimigo sempre pensa que saiu vencedor, mas há o Deus dos Céus que transforma a maldição em benção, a horta em vinha. Nada passa esquecido aos olhos de Deus, ainda mais quando um servo dEle é injustiçado, Ele cuida dos Seus.
Deus enviou Elias e a profecia se cumpriu nas seguintes fases:
1. O sangue de Acabe foi derramado no mesmo lugar;
2. A casa de Acabe seria destruída;
3. Os cães comeram Jezabel;
É tempo de restituição: Deus dará tudo de volta. Mas você não pode negociar a herança que Ele te deu! Tudo o que te foi tirado, será devolvido. Deus mandou um redentor! A herança voltará para você! Não troque sua herança por prestígio, por um suposto crescimento ou por dinheiro. Não abra mão da herança que Cristo te deu!
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sábado, 1 de março de 2014


Resgatando a dracma perdida
Texto Bíblico: Lucas 15.8
Introdução: A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso foi à sua procura, sem hesitar. Quem conhece a parábola sabe que o requisito bási...co para que a dracma fosse encontrada foi o de acender a luz. Só encontramos o que perdemos quando acendemos a luz. O escuro dificulta o reconhecimento e a procura. O ato de varrer significa tirar a sujeira. A igreja é responsável por tirar toda sujeira com diligência, cautela e muita observância procurar o que foi perdido de valores com o passar do tempo.
Podemos Observar Três Elementos Que Se Destacam NestaParábola:
1- A Dracma.
A dracma grega era uma moeda de prata que tinha praticamente o mesmo valor do denário romano. O denário (e, por conseguinte, dracma) era reputado um bom salário por um dia de trabalho.
Uma dracma dupla é mencionada no trecho de Mateus 17.24, como o imposto anual por cabeça que todo homem judeu tinha de pagar ao tesouro do templo. Considerando-se a extrema pobreza em que viviam os habitantes da Palestina naquela época, essas dez dracmas provavelmente representavam as economias daquela mulher durante sua vida útil; e por isso mesmo a perda ao menos de uma única moeda, representava dez por cento desse total, o que significava um prejuízo sério.
O valor dessa moeda seria mais aumentado se fizesse parte de um ornamento para cabelos, exigindo que não se perdesse nenhuma peça, para que pudesse funcionar como tal. Esses ornamentos eram usados pelas mulheres casadas, como sucede naquelas regiões até o dia de hoje. Alguns têm sugerido que a preservação da unidade do ornamento podia ser reputada como símbolo da fidelidade da mulher ao seu marido. Essa interpretação é possível; mas é mais provável que o quadro vise unicamente a uma mulher pobre, cujas difíceis circunstâncias faziam com que a perda até mesmo de uma pequena moeda fosse motivo para tão grande constentação.
As mulheres palestinas recebiam dez moedas de prata como presente de casamento. Além do valor monetário estas moedas tinham um valor sentimental equivalente ao de um anel de casamento; assim perder uma dracma seria extremamente angustiante.
2- A Candeia.
Ela teve acender uma lâmpada porque as casas pequenas nas da Palestina, das classes mais humildes, usualmente não tinham janelas, e a única maneira da luz entrar no aposento era mediante a porta. Portanto foi necessário acender uma lâmpada a fim de possibilitar uma busca mais completa. O chão provavelmente era coberto de poeira; pelo que, joelhos e mãos no chão, rebuscando no meio da poeira, ela procurar a sua preciosa moeda perdida.
3- A Busca da Dracma Perdida.
Sua busca, no meio da poeira, foi bem-sucedida, e se regozijou por haver encontrado uma décima parte de tudo quanto possuía, tendo trabalhado diligentemente para economizar.
Qual o Valor Representativo das Dez Dracmas Para Você Hoje:
Um valor econômico – monetário,
Um valor sentimental – emocional,
Um valor ornamental – beleza natural,
Um valor simbólico – representativo,
Um valor espiritual – no que diz respeito a sua salvação, comunhão e dons espirituais.
Qual a Dracma Que Você Está Procurando?
O Que é Preciso Fazer Para Encontrar a Dracma Perdida?:
1- Determinação.
2- Perseverança. Jamais a mulher encontraria a dracma perdida, se não houvesse esforço contínuo e perseverante.
3- Dependência. A mulher dependeu da vassoura (o lado humano, do nosso equipamento). A maior dependência da mulher foi a “luz da candeia.” A luz da candeia é símbolo do Espírito Santo.
Resumo: “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Ap 3.11).
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