sábado, 13 de abril de 2013

Crescer como Cedro no Líbano




"O justo florescerá como palmeira; crescerá como cedro no Líbano" Sl 92:12

1- Crescimento Lento Mas Consistente.
Sabemos acerca do Cedro do Líbano que ele cresce devagar, mas chega a atingir a altura de até 40 metros. Nos primeiros três anos de vida, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem somente cerca de cinco centímetros. Somente a partir do quarto ano é que a árvore começa a crescer. O Cristão é como o cedro do Líbano, e portanto, tem a promessa de crescer. Ainda que o seu crescimento seja lento conforme a experiência do cedro, ele acontecerá e se tornará visível a todos. A preocupação do filho de Deus, principalmente nos primeiros anos da vida cristã, não deve estar no crescimento em si, mas no lançar das suas raízes. Lembre-se do fato de que nos três primeiros anos o cedro possui raízes de um metro e meio de profundidade enquanto a planta apresenta apenas cinco centímetros.


Entendemos, portanto, que o foco está no lançar das raízes muito mais do que nas evidências externas. Notamos muitas pessoas preocupadas porque não percebem que estão crescendo espiritualmente. Provavelmente estejam esperando frutos visíveis, ministérios estabelecidos, ou alguma evidência externa de que estão crescendo em Deus. No entanto, como o cedro, não deveríamos estar tão focados nessas evidências externas, se verdadeiramente nos ocuparmos em aprofundar as nossas raízes. Fazemos isso através da leitura da Palavra, da assimilação dos Seus princípios e da devida aplicação na vida prática. A essência da Palavra de Deus é o AMOR. Quanto mais nos exercitamos no Amor a Deus e ao próximo, mais profundas serão nossas raízes, e depois, no seu devido tempo, passaremos a manifestar um crescimento gradativo. “e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade” (Efésios 3:17-18 )

1. Raízes que Buscam as Águas Profundas
Outra verdade interessante é que o cedro do Líbano é muito resistente e suporta vento e calor. Suas raízes profundas buscam água nos lençóis freáticos e por isso ele não depende de chuva. Assim deve ser o cristão. Para crescer à semelhança do cedro ele não pode viver na dependência dos fatores externos. Ele precisa aprender a aprofundar as suas raízes a fim de buscar alimento e provisão mesmo em condições desfavoráveis de seca, calor e ausência de chuvas. Há quem diga que deixou de crescer espiritualmente por causa da falta de espiritualidade da sua igreja local. Às vezes nos queixamos da própria família por não nos propiciar as condições favoráveis para o êxito em alguma área da vida.

Nas mais diversas ocasiões, se nos descuidarmos, estaremos sempre achando um bode expiatório para os nossos fracassos. No entanto, o ensino bíblico nos mostra que apesar da ausência de chuvas ou de fatores externos extremamente desfavoráveis, há de se encontrar as águas mais profundas. Aquelas que se acham quando são buscadas. Não estão na superfície da indiferença nem da preguiça. Não estão no limiar do conformismo ou da apatia espiritual. Elas estão no lugar da fome e da sede de Deus. Elas se encontram no lugar do desejo de ser alguém para Deus e para o mundo. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” (Jeremias 29:13 )

1. Raízes Que Abraçam a Rocha
Há informações de que toda raiz quando cresce muito e atinge a rocha pára de crescer. No caso do cedro do Líbano a raiz continua a crescer em volta da rocha, abraçando-a. Enquanto algumas raízes vêem na rocha um impedimento para a sua expansão, para o cedro, justamente o contrário. Quanto mais abraçado à rocha mais firme ficará. Para muitos o encontro com a rocha fará cessar o seu crescimento. Refiro-me aos que vivem fora da Palavra de Deus. Eles vão crescendo e desenvolvendo seus projetos pessoais até esbarrarem em Cristo e em Seus imutáveis princípios. Não podem prosperar à maneira de Deus porque seus métodos, fórmulas, motivações e ações são condenados por Ele.

Não é assim com o justo que continua crescendo até suas raízes se firmarem na rocha, abraçando-a e estabelecendo uma relação de maior intimidade. Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos.” (1 Pedro 2:7-8 )

CONCLUSÃO
O nosso desejo é o de assimilar as verdades paralelas expressas pela figura do cedro do Líbano. Devemos fazer isso porque foi Deus quem disse que cresceríamos como ele. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Simão, o Cirineu


Marcos 15.16
E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a corte. 17. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. 18. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus! 19. E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram. 20. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem. 21. E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.
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INTRODUÇÃO
Paz seja convosco meus amados irmãos, leitores e companheiros que se alimentam das mensagens desse blog que Deus me deu. Meu desejo é que mais uma vez cada um de nós possamos ter nossas vidas edificadas pela palavra do Senhor. Eu sempre digo que é a palavra que edifica, da fé, salva, cura, batiza, vivifica, fortalece, e muito mais do que possamos pensar ou precisar.

Mais uma vez venho em nome do Senhor dos exércitos para algo excelente, e quero trazer-lhes uma mensagem abençoadora que irá lhes fortalecer os músculos espirituais, para que todos estejam fortes na hora da batalha e na hora de tomar posse da benção que lhes estão prometidas e separadas.

Assim mais uma vez quero lhe confessar que trago esta mensagem após tê-la ministrado em um púlpito, e lhes dizer que foi benção para a igreja e sei que será benção para sua vida. Creia!

O CIRINEU

Onde Jesus cai perto da pedra até a próxima estação da via dolorosa, é exatamente cinqüenta passos de distância, que foi o espaço exato que Shimom ajudou o homem de Nazaré. Mas o que um homem da cidade de Cirene estaria fazendo em Jerusalém? O que teria levado este homem a fazer uma viagem de 1.600 Km? Qual seria o objetivo de Simão ao chegar a Jerusalém no dia 14 de Abibe? Quem era realmente este Simão Cirineu?
Cirineu é a indicação de onde ele viria, e Cirene ficava na costa da África do Norte e tinha sido fundada por uma colônia grega. Essa comunidade Grega, mais tarde foi entregue à posse dos Romanos. A população judaica dessa província era tão significativa, que Jerusalém tinha orgulho de ter uma sinagoga dos libertos para os visitantes de Cirene e para outros estados livres (Atos-6:9). Hoje é a Etiópia.
Então Simão o Cirineu era um africano que em hebraico é chamado de Shuaz, que significa negro e ele chega a Jerusalém no dia 14 de Abibe, o grande dia da Páscoa, uma das três datas mais importantes do calendário judaico da época.
Essa cidade ou este território antes de ser uma colônia grega era um reino chamado Sabá, e tinha uma rainha chamada e conhecida por “Rainha de Sabá”, que a muitos anos atrás teria vindo visitar e conhecer o famoso rei e tido com ele um relacionamento profundo (I Reis 10). Os historiadores Judeus acreditam que Simão era descendente desse relacionamento e a prova de que ele era um judeu é o seu nome, Shimom, que era também o nome do segundo filho de Jacó, uma das tribos de Israel. Sim, este homem era um judeu negro! Ele era um monoteísta, ele acreditava em um único e verdadeiro Deus que reinava sobre toda a terra.

SIMÃO EM JERUSALÉM

Mas por que ele estava em Israel? Havia um mandamento que dizia que todo Judeu uma vez na vida todo judeu deveria peregrinar até a cidade Santa a fim de participar de uma das três grandes festas, ou seja, a festa dos Tabernáculos, a festa da Páscoa e a festa de Pentecostes. Então Simão o Cirineu estava em Jerusalém a fim de participar da festa da páscoa.
Um ritual acontecia todo ano no dia 14 de Abibe, no templo sagrado, pontualmente, onde uma multidão de homens se aglomerava para participar, vestidos de linho branco, era o sacrifício do cordeiro pascal. Na entrada o local ficava homens responsáveis por inspecionar as vestes dos que desejavam entrar ali, sabendo que se houvesse uma mancha ou qualquer sujeira na veste branca de linho, este não poderia entrar no local sagrado da cerimônia.
Dentro do templo havia um altar grande e alto, com cerca de 2,80 metros de altura todo feito em pedra inteira sem corte ou trabalhada, e após o Sacerdote cortar a jugular do cordeiro ele o pegava pelas pernas traseiras e com movimentos no sentido horário girava sete vezes em torno do altar deixando que o sangue caísse e escorresse pelo altar, e quando todo o sangue já havia saído o sacerdote pegava uma planta citada no Salmo 51:7, chamada hissopo, que é uma planta esponjosa, com forte poder de absorção, e com a planta encharcada, ele aspergia sobre os homens que ali estavam para que recebessem ao menos uma gota do sangue do cordeiro na veste de linho puro, e quando isso acontecia aquela veste passava a ser um troféu para a vida do judeu. Imagine que os judeus viajavam milhares de quilômetros para receber ao menos uma gotinha do sangue do cordeiro.
Então quando Simão chega à cidade de Jerusalém após uma longa viagem, muito feliz, ele entra pela porta de Damasco e veste a sua roupa branca de linho puro e caminha em direção ao local da cerimônia a fim de receber uma gotinha de sangue. Assim caminha Simão, mas quando ele dobra uma esquina ele depara com uma cena horrenda, pois um condenado todo ensangüentado caminhava em sua direção carregando uma cruz e pendurado em seu pescoço uma tábua com inscrição em três línguas, Grego, Latim e Hebraico, que dizia: “Yeshua et Nazareth melec Yudim”, ou seja, “Jesus de Nazaré rei dos judeus”.
Penso que Simão se assusta, pois nunca havia visto tal coisa. Simão procura se proteger a fim de que a multidão e o condenado passassem por ele para que pudesse seguir seu caminho, mas ao chegar a frente a Simão o condenado cai, e os soldados olham para Simão e lhe obrigam a ajudar o condenado. Talvez Simão lá bem dentro de seu coração ele se arrepende ter pegado aquele caminho, mas a ordem dos soldados romanos foi ameaçadora. Simão olha e naquele momento o condenado também levanta seus olhos e os olhares de Simão e Jesus se cruzam. Na verdade Simão não foi constrangido pelos saldados romanos, mas sim pelo olhar manso e suave de Jesus.
Simão se abaixa e o condenado joga um dos braços em seu pescoço e Simão o abraça e pega a cruz lavada de sangue e joga nas costas e ajuda um homem que nunca tinha visto antes e o leva até adiante e depois o condenado segue sozinho. Simão olha para cima para ver a posição do sol a fim de saber se ainda há tempo para participar da cerimônia sagrada, mas vê que o tempo passou e ele perdeu a gotinha do sangue do cordeiro. Simão olha para sua veste e vê que ela está toda encharcada de sangue, e então procura saber quem era aquele condenado, e alguém lhe conta a história de Yeshua Ben-David, Jesus filho de Davi.
Agora que tudo passou, e Simão perdeu a cerimônia, ele tem que voltar para casa, pois sua família o esperava para ver sua veste branca de linho puro salpicada de gotinhas de sangue. Mais 1.600 Km seriam percorridos com uma cena em sua mente.

DE VOLTA PARA CASA

Uma longa jornada de volta teria que ser feita pelo judeu negro, mas agora ele carrega dentro de seu coração a imagem da face machucada de um homem que era inocente, e dentro de sua bagagem vai uma roupa de linho branco encharcada de sangue. Quando Simão chega em casa, seus filhos, sua família, seus amigos, querem ver o troféu, então Simão tira a veste de linho e lhes conta a história de Yeshua Ben-David, e todos choram juntos e se convertem ao nome que está acima de todos os nomes. E talvez você pergunte como cheguei a esta conclusão, é só lermos o escrito de em Romanos 16:13. Mais tarde encontramos o Apóstolo Paulo se referir a um grande missionário da região de Corinto, na cidade Cencréia, que na verdade era um porto de Corinto. Segundo historiadores este Rufo tinha um irmão também muito fervoroso e fiel a palavra, e seu nome era Alexandre, ambos os filhos de Simão.
Os 50 passos do local onde Simão ajudou a Jesus até a próxima estação significam os cinqüenta dias que se deu após a morte de Jesus até o dia do pentecostes, a descida do maior presente dado ao homem, O Espírito Santo.

CONCLUSÃO

Precisamos que nossos propósitos sejam confrontados com os propósitos do Senhor Jesus, pois de nada adianta buscarmos o pouco se Ele tem muito para nos dar, pois Simão buscava gotinhas de sangue e ganhou uma veste encharcada do verdadeiro sangue do verdadeiro cordeiro pascal.

Toda vez que A Bíblia se referir a linho fino, ela esta se referindo a justiça, e assim Simão se veste da justiça da religião, do mundo, dos homens, e vai e entra em Jerusalém mas acaba por encontrar o sangue que purifica toda a justiça, o sangue de Jesus. Sangue este que ainda está disponível a todos nós.



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


Ao cheiro das águas Brotará 

"ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova.
(Jó 14:9
)
 
O versículo de hoje mostra uma figura de linguagem que é utilizada para comparar o homem com uma árvore. O versículo anterior a este diz que, ainda que um tronco de uma árvore seja cortado e as suas raízes morram na terra, "ao cheiro das águas" esta árvore pode novamente brotar e produzir ramos como uma planta nova.
Assim também Deus faz em nossas vidas, no plano físico, mental e espiritual. Mas quando é que o "tronco é cortado", ou seja, como posso aplicar isto à minha vida? Em nossa vida o "tronco é cortado" quando alguém está enfermo e está desenganado pelos médicos, ou, quando a angústia e a depressão tomam conta do ser, ou ainda, quando os sonhos morreram e já não resta mais nada, apenas desilusão; É nesta hora que o Espírito de Deus derrama sobre o sedento a sua "água" curadora e restauradora, então a pessoa, que já estava "morta" (sem sonhos, projetos) volta a "brotar e produzir ramos como planta nova".
  
 
 
 
Conclusão:
Deixemos o Espírito Santo derramar suas águas restauradoras sobre nossas vidas sedentas, pois estas águas geram vida em nós, assim como as águas das chuvas geram vida na árvore cortada.
 
 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como lidar com a insatisfação dentro de uma Igreja evangélica

O INSATISFEITO 

Quem é que ainda não reclamou ou comentou sobre alguma coisa dentro da sua Igreja, principalmente, nos dias atuais em que há muitas novidades e mais liberdade de costumes? A insatisfação é como uma moeda de duas faces. Se você não tomar cuidado, pode entrar por um caminho perigoso e perder a alegria da sua salvação.

É muito comum voltar da Igreja para casa, hoje, com um "cesto" de assuntos não muito cristãos, para dizer o mínimo. Boa parte dos crentes não está indo à casa de Deus para adorar, senão para observar e colher as (más)novidades. Conscientemente ou não.

Quando saímos da posição de adoradores para "observadores" as coisas se complicam. Primeiro isso não agrada a Deus. Seria como uma oferta defeituosa. Acho mesmo que nem oferta seria. Veio à mente uma imagem: mãos vazias. Depois cultuar de mãos vazias, parafraseando a Bíblia, seria como enterrar o único talento. Talento enterrado. Adoração negativa. Sem pensar nisso você estaria ofendendo a Deus indo ao culto sem nada para oferecer; entristecendo o Espírito Santo.

Uma atitude crítica com respeito à vida dos outros. Do pregador, do pastor, da mocidade, das senhoras, das crianças. Do estacionamento, do banco pouco confortável, do secretário, do irmão das conversas paralelas durante o culto. Um arsenal completo não da armadura do cristão, mas do crítico anticristão. Quem  age desta maneira dificilmente vai perceber que se comporta assim.

É por isso que muitos de nós não têm mais prazer de ir ao culto. Não ouve mais a voz de Deus nada dentro da Igreja. Já entristeceu tanto o Espírito Santo, que não recebe mais nada. E não recebe nada por que não veio oferecer nada. Outra imagem de pregações antigas: um vaso de boca para baixo.

Antes de mudar de Igreja, seria muito bom fazer uma pequena recordação. Por que eu estou insatisfeito com minha Igreja? Tenho sido um adorador ou um crítico? Minha vida é um sacrifício vivo de adoração a Deus ou só penso em adorar quando vou ao culto? Como estou diante de Deus? Carrego de volta para casa depois do culto tudo o vi de ruim ou ocupo meu tempo comentando como foi bom o culto? Dependendo da resposta, mesmo que mude de Igreja sua insatisfação vai segui-lo/a. E aí?

Eu não creio que seja fácil mudar um comportamento crítico enraizado. Eu me humilharia diante de Deus e evitaria conversar sobre assuntos da Igreja DIUTURNAMENTE com pessoas com o mesmo defeito. Hoje, com tanta liberdade, e tantas Igrejas, e tantos pastores, uma doutrina mais ortodoxa afasta pessoas. Muitas coisas são relevadas e não há, talvez, uma preocupação em ensinar e repisar este assunto. Outra imagem volta a minha mente: a oferta de Abel e a oferta de Caim.

Caim caiu da graça e chegou ao ponto de matar seu irmão por um problema acontecido na adoração. Mas um deles pensou que eliminando o irmão iria resolver o problema da oferta. E o problema não estava com o irmão, mas na forma de cultuar de Caim.

E assim, por causa da insatisfação você pode fazer muitas coisas. Acho que entre todas elas apenas é a melhor. Resolva este problema em oração com o Senhor Jesus. Converse com Ele. Chore na presença Dele. Desabafe suas mágoas e mesquinharias com Ele. Se você fizer assim vai resolver a raiz de muitos males. Se você é cristão e anda insatisfeito com tudo, principalmente com a sua Igreja, tome cuidado. Os santos da sua Igreja são mesmo pessoas com um variado leque de defeitos. A palavra de Deus pode limpá-los, deletá-los. Pedro perguntou: Senhor, até quantas vezes devo perdoar meu irmão - sete vezes? Ao que Jesus respondeu: Não apenas sete vezes, mas 70 x 7 - 490 vezes - por dia!

A falta de perdão é como a louça suja que vai acumulando na pia, dia após dia. Da mesma forma que produz uma insatisfação insuportável chegar em casa e verificar que tem louça por lavar há mais uma semana, um coração que tenha o mau hábito de guardar e comentar tudo o que de ruim se passa na Casa de Deus vai acabar mesmo muito insatisfeito, vazio do Espírito. Um vaso sujo, que precisa ser limpo pelo melhor bombril que existe: o perdão do Senhor Jesus Cristo.

Não dê "mole" para a insatisfação. As vítimas podem ser você e sua família.


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ABANDONANDO JESUS


Vamos meditar hoje no texto de João 6.60-69 que tem como título:

“Jesus é abandonado por muitos discípulos. A confissão de Pedro”.
Porque será que muitos discípulos abandonaram Jesus? Será que se decepcionaram com Ele?
Será que Jesus tratava um diferente do outro, causando assim ciúmes e invejas? Será que Jesus foi implicante? O que será que Jesus fez para ser abandonado? A resposta para essa pergunta está no começo do texto (Jo 6.60) “Muitos, pois, de seus discípulos, ouvindo isso, disseram: Duro é esse discurso, quem o pode ouvir?” Pronto! Está aí a resposta. Jesus foi abandonado por ter falado alguma coisa que não agradou quem o escutava e até o seguia.
Jesus foi abandonado por ter pregado a verdade, por não se enquadrar no padrão que esperavam dele, mas ser quem Ele é. Se lermos Jo 6.22-59, conheceremos a pregação de Jesus que fez com que muitos de seus discípulos o abandonassem. Afirmações como (Jo 6.26) “Na verdade, na verdade vos digo que me buscais não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. (Jo 6.29) A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. (Jo 6.32) Na verdade, na verdade vos digo que Moisés não vos deu o pão do céu, mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. (Jo 6.35) Eu sou o Pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede”. Foram verdades ditas a uma multidão, verdades que fizeram com que Jesus viesse a ser desprezado e abandonado. A mesma multidão que foi alimentada milagrosamente, como lemos no inicio do cap. 6 na multiplicação dos pães e peixes, agora se encontrava indignada com essas palavras que ouvia - (Jo 6.42) Não é esse Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nos conhecemos? Como, pois diz ele: Desci do céu?” Eles queriam ouvir o que? Jesus afirmando ser o que? Falando sobre o que?
Se ao ouvirem a verdade se revoltaram, tenho certeza de que seriam facilmente enganados por qualquer falso profeta. Mas acreditar em Jesus e obedecer a sua palavra foi considerado difícil demais! É justamente o que ainda acontece em nossos dias, vemos pessoas que ao receberem alguma coisa de Jesus, como também aquela multidão recebeu, aceitam felizes o favor imerecido, mas depois nada querem com a verdade. Obedecer a Palavra de Deus é difícil, pois ela vai diretamente contra tudo o que queremos e pensamos que deveria ser o certo. Palavras do tipo “perdoar quem lhe faz o mal” são bonitas de se ler e muito difíceis de se obedecer. Para conseguirmos cumprir esse mandamento de Jesus é necessário que primeiro aceitemos obedecer a ordem de negarmos a nós mesmos e tomarmos a nossa cruz a cada dia, se quisermos O seguir. Seguir a Jesus é fazer exatamente o que essas pessoas naquela época estavam fazendo, ouvir a sua mensagem! Infelizmente muitos ao se depararem com a seriedade do que é viver o evangelho de Jesus, desistem de sua caminhada ao lado do mestre, por acharem difícil demais cumprir o que Ele pede. Mas o próprio Senhor Jesus disse (Mt 11.29-30) “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Jesus não disse para aprendermos dEle que não teríamos nada para carregar e seriamos livres para viver da forma que bem entendêssemos, pois isso é impossível. E é exatamente aí que muitos desistem de seguir Jesus e o abandonam, quando descobrem que existe um jugo suave e também um fardo leve para carregarmos. Esse jugo e fardo é o compromisso com a palavra de Deus, que nos faz enxergar as nossas fraquezas humanas, dependentes do perdão de Deus, em Jesus, e a necessidade de transformação de nosso caráter para podermos viver de acordo com a vontade de Deus. Reconhecer a necessidade de transformação, no mais profundo de nosso ser, a necessidade de nascer de novo e viver conforme a vontade de Deus, é carregar o jugo suave de querer agir de um jeito e fazer de outro, por amor e obediência à palavra de Deus. Negar a nossa velha natureza, que agia sem pensar em Deus, e passar a tomar todas as decisões de nossas vidas, pautadas na palavra de Deus. É carregar um fardo leve de obediência aos seus mandamentos que são eternos e infalíveis. Mas a tendência natural de todos nós é achar difícil demais e perguntar, como muitos de seus discípulos perguntaram antes de o abandonarem: “Dura é essa palavra, quem a pode cumprir?” Mas ao olharmos para Jesus, reconhecendo-o como o Filho de Deus, que foi enviado ao mundo para nos salvar, como o Mestre querido, que só nos ensina o bem, e que ainda virá buscar o povo que vencer todas as dificuldades que acharem pela frente, nesse caminho de obediência á sua palavra. Então somos fortalecidos para respondermos a esta pergunta (Jo 6.67) “Quereis vós também retirar-vos?” Em outras palavras, Jesus está nos perguntando: vocês também querem voltar atrás? Querem me abandonar por acharem difícil cumprir a minha palavra? Não sei qual será a sua resposta, mas espero que possamos juntos responder ao Mestre, exatamente o que Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus”. Não abandone Jesus! 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Provérbio 6.16-19

Provérbio 6.16-19
"Seis coisas que o Senhor aborrece, e a sétima Ele abomina: olhos altivos, Língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos"

Não devemos aborrecer o nosso Deus praticando qualquer destas coisas tão abomináveis para Ele. Lembremos de Pv 15:3 “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons”.

Para Deus, pecado é sempre pecado. Apesar disso, Salomão, com toda sua sabedoria dada por Deus, destacou seis atitudes que aborrecem ao Senhor e uma que Ele abomina. Deus abomina toda forma de conduta errada, pecaminosa, mas há algumas outras que antecipam seu juízo, como já foi dito, não por causa da gravidade do ato, pois para Deus é tudo igual, mas devido as características das pessoas que os praticam.


Os sete atos descritos em Provérbio 6.16-19, são cometidos por pessoas que conhecem o que é certo e sabem que estão agindo erroneamente, mas mesmo assim insistem em agir, ignorando a justiça de Deus.

A palavra de Deus em Romanos 1 descreve os mesmos das seguinte maneira:

v.29: “estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade; sendo murmuradores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, sem misericórdia; os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam”.

Para esse tipo de gente, a colheita vem prematura. Pv. 6.12-15: “O homem de Belial, o homem vicioso, anda em perversidade de boca. Acena com os olhos, fala com os pés, faz sinais com os dedos. Perversidade há no seu coração; todo o tempo maquina mal; anda semeando contendas. Pelo que a sua destruição virá repentinamente; subitamente será quebrantado, sem que haja cura.”

Então você pode pensar: - Eu sou crente, não tenho esses tipos de atitudes. Só que não há nada já nasça formado, e o que parece inofensivo para você no momento, uma pequena brecha que o Inimigo abriu, pode se tornar uma cratera se não for restaurado a tempo. Por isso vamos analisar cada um dos itens, refletir, ver se há algum vestígio dessas atitudes que possamos mudar em nossas vidas e vigiarmos para não deixarmos que as situações diversas nos levem a agir da mesma maneira.

1- Olhos altivos: Achar que é bom, que não precisa de ninguém, que todos são inferiores a você, se achar auto-suficiente, arrogante, soberbo. Prov. 16.18-19: “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda”. Cristo é a nossa rocha, o pilar central da nossa existência e do nosso sucesso. Enquanto nossas convicções, nossa fé, nossa vida estiver alicerçada Nele, nós estaremos firmes, mas a partir do momento que nós deixamos de nos apoiar Nele e passamos a achar que somos capazes de nos apoiarmos em nossa própria força ou sabedoria, tudo vem abaixo. Da soberba procede a rebeldia. Satanás se achou auto-suficiente, igual a Deus, logo, Deus o lançou fora do seu reino. Devemos saber que somos totalmente dependentes de Deus e que sem Ele nós nada somos e nada podemos fazer. Em Prov. 3.6 está escrito: “Reconhece-O(o Senhor) em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas”. 1ª Pe. 5.6: “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte”.

2- Língua mentirosa: Em Jo. 8:44 está escrito: “Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. Cl. 3.9: “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos” Ap. 22.15: “Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira”. O trecho nos deixa bem claro que não somente os que praticam, mas também aqueles que consentem com a mentira não herdarão o céu. Todo o crente verdadeiro tem que agir de acordo com a verdade, doa a quem doer. Jo. 8.32: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Sl. 91.4 “...a sua verdade é escudo e broquel”.

3- Mãos que derramam o sangue inocente: Após Davi ter adulterado com a mulher de Urias e ela ter engravidado, Davi deu ordem para que colocassem Urias na frente da batalha para que morresse e ninguém descobrisse seu pecado. Mas Davi se esqueceu de um detalhe, Deus estava vendo tudo. Urias era um soldado temente a Deus, leal ao rei e aos seus amigos, sincero e foi morto mesmo sendo inocente. Mais que depressa Davi arrependeu-se, voltou-se ao Senhor com o coração quebrantado e o Senhor o perdoou, mas, mesmo gozando de íntima comunhão com Deus, o castigo veio rápido e foi duradouro. (Ler 2ª Sm. 12.9). Seu filho morreu ao nascer, dois de seus filhos cometeram incesto, o filho Absalão matou seu irmão, tomou o reino de Davi e deitou com suas concubinas perante os olhos de toda a nação. Davi teve que fugir e só voltou após Absalão ter morrido. Imaginem que vergonha para um pai, para um rei, quanta tribulação passou Davi porque conhecia a verdade e desprezou a justiça de Deus. Nm. 14.18 “O Senhor é tardio em irar-se, e grande em misericórdia; perdoa a iniqüidade e a transgressão; ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração”.

4- Coração que maquina projetos iníquos: Pv. 27.19: “Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem”. O trecho deixa bem claro que a pessoa que trama o mal em seu coração, é mal por inteiro, e não está nem aí para o que Deus pensa a seu respeito. Mas o Senhor é justo, e acredite o homem ou não, ele faz justiça. Sl. 37.12-13 “O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes, mas o Senhor se ri do ímpio, pois vê que vem chegando o seu dia”.

5- Pés que se apressam a correr para o mal: 1ª Pe. 4.3-5: “Porque é bastante que no tempo passado tenhais cumprido a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias. E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós; os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos”. Mesmo sabendo o que é certo as pessoas preferem fazer o que é errado, o que dá prazer. Os manjares do mundo são mais deliciosos à vista, mas todos levam a morte. Muitos crentes acabam se envolvendo por que brincam com as coisas de Deus, têm lá no fundo, aquele desejo de experimentar os prazeres do mundo, por isso dão pequenos passos rumo à lama achando que são fortes o suficiente e, quando vêem, já estão atolados até o pescoço.

6- Testemunha falsa que profere mentira: Pv. 19.5 e 9: “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará”. “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará”. Como vocês podem perceber, no mesmo capítulo, com 4 versículos de diferença o autor profere a mesma sentença devido a tamanha gravidade que o Senhor atribui ao ato. Além do mais, o próprio Código Penal Brasileiro, conceitua como crime a prática de tal ato.

7- O que semeia contendas entre irmãos: Esta é a atitude que o Senhor abomina, a pior de todas as outras; Mas por quê? Se prestarmos bem atenção, veremos nas outras seis situações, que o agente ativo, aquele que pratica a ação, é o único que peca, e o agente passivo, é apenas prejudicado, mas não chega a pecar. Mas nesta situação não, a contenda é pecado, neste caso, quem semeia contendas entre irmãos, está fazendo o papel do Diabo, porque além de pecar, também conduz o outro a pecar. A pessoa que semeia contenda entre irmãos, que tem prazer em ver “o circo pegar fogo”, está completamente desviada da verdade e já cedeu seu coração totalmente ao inimigo. A contenda gera ódio, rancor, amargura, destrói a vida das pessoas que estão envolvidas e escandaliza aquelas que ficam sabendo. É por tudo isso que o Senhor abomina tal ação. Quantas vezes a gente acaba falando algo de alguém para outra pessoa só para ver se ela toma alguma atitude, às vezes até pensando que estamos fazendo o certo, porque a outra pessoa precisa saber, achando-nos justos. Mas a palavra do Senhor nos ensina totalmente o contrário, a andar como Jesus andou. Hb. 12.14: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Mt. 5.8-9: “Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.

Lembre-se: Ame o Senhor teu Deus de todo o teu coração, alma, força, entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo e terás a vida eterna.
Há uma promessa no livro de Provérbios 6:7 “Quando os caminhos do homem agradam ao Senhor, faz que até os seus inimigos tenham paz com ele”.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A DIETA DO GAFANHOTO E MEL SILVESTRE



MATEUS 3:4 – As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo, e ele trazia um cinto de couro na cintura. Seu alimento era gafanhotos e mel silvestre.

Passando os olhos por esta passagem Bíblica eu não pude evitar certa análise.

Voltei várias vezes e falei com Deus, para que Ele me dissesse o que queria de mim na interpretação de Mateus 3:4.

João... deserto...roupa de pele de camelo... gafanhoto... mel... e por fim: preparar o Caminho do Senhor. Tanta coisa que parecia ser simples, mas havia uma profundidade e uma análise contextualizada do texto.

Veremos:
Primeiro. João foi confundido como “Cristo” e até o próprio Jesus afirmou que “dos nascidos de mulher, ninguém era maior que João Batista”.

 Mas mesmo assim o intrépido e audacioso João disse que não seria digno de desatar as sandálias de Jesus, e mais, que ELE cresça, mas “eu” (João) não.

Esse é um dos maiores exemplos de humildade que eu conheço.
Então eu vejo relação entre a roupa humilde, a imagem humilde que corresponde à pessoa humilde.

Trazendo para nós: Não há como “preparar o caminho do Senhor” sem carregar a humildade genuína no coração.

Segundo. Morar no deserto significa passar calor e frio. Temperaturas altas (de cerca de 50 graus) e frio extremo (0 grau). Para nós: “Preparar o Caminho do Senhor” é passar por momentos inconstantes, momentos de altos e baixos, momentos de fervor e frieza espiritual... porém firmes.


Terceiro. Comer gafanhotos.

Bem, eu nunca comi um grilo sequer, muito menos gafanhoto, não venho de descendentes tailandeses. Porém, por mais que segundo Levítico 11:22 a dieta permitida por Deus ao povo de Israel continha gafanhotos, a imagem não é muito digerível e degustável.

A imagem que temos de gafanhotos é de serem animais terríveis. Temos a praga no Egito como exemplo, e mais, esse bichinho serviu de ilustração para um certo “exército” espiritual em Apocalipse cap.9. Ou seja... coisa boa não deve ser!

Pois bem, o Espírito de Deus me convida a pensar que DEUS TAMBÉM NOS ALIMENTA COM COISAS AMARGAS!

Sim, meu amado. Não pense que Deus aprimora o teu espírito ou alimenta a tua alma apenas com McDonald’s espiritual, com Porcão santo, ou quem sabe um dinner no Copacabana Palace celestial. Tem coisas difíceis de engolir, mas que nos fazem bem.
Então eu posso afirmar que: para “preparar o caminho do Senhor” também temos que nos alimentar e crescer com coisas amargas, com certas comidas com estética ruim, no entanto com alto valor nutricional.

Quarto e último. O melhor é agora. Finalmente a boa notícia.

Depois de mal vestidos, passar calor e frio, nos alimentar com insetos asquerosos... Deus nos dá mel silvestre!

Aleluia! O mel é sobretudo um produto natural puro, de riquíssimo valor nutritivo, é a fonte natural de bio-energia mais conhecida e complexa. Mel é também um meio curativo, tem efeito sobre todo o organismo, sendo calmante e desintoxicante.

Deus sabe de tudo absolutamente!

Queridos, venham comigo. Para “preparar o caminho do Senhor” é preciso ter energia! E ELE sabe disso! Deus adoça a nossa boca depois do sofrimento.

Amado, garanta isso e tenha a certeza de que, para anunciar a Salvação em Cristo e o Evangelho, você pode estar no deserto passando o pior aflito possível, mas chegará o momento em que O Senhor te dará mel. Mel para curar, fortificar... adoçar. Afinal, você está “preparando o caminho do Senhor” para a Sua volta!
E quem disse que isso seria fácil e gostoso de fazer?


Amém!







Abatidos MÁS NÃO DESTRUIDOS

2 Coríntios 4:8-11 Abatidos MÁS NÃO DESTRUIDOS  Paulo está falando sobre os Paradoxos da vida, não somente dele, mas sobre todos nós.       ...