segunda-feira, 30 de julho de 2012

Você é um carrinho de controle remoto ou um carrinho de bate e volta?



Atos 16. 9 ao vers.36 

Quando no cárcere escuro, Paulo e Silas se encontravam orando e louvando, houve um grande terremoto, de modo que as correntes arrebentaram, ou seja um momento de libertacao. Eles tinham de tudo para estarem deprimidos, chorando , murmurando , e questionando. Muitas vezes não compreendemos o porque de tantas coisas que ocorrem conosco, os namoros que não deram certo, pessoas que nos ofenderam, o momento de tristeza que nos acompanharam, mas é um momento em que Deus está nos moldando.

Sobrenaturalmente as correntes se soltaram, o carcereiro ficou assustado querendo suicidar-se, pois algo estranho estava acontecendo. Mal sabia ele que a salvação estava chegando para a sua vida, para a sua familia, e porque não dizer para os presos.

Este texto me faz refletir da seguinte forma , guiados pelo Espírito Santo, começo a imaginar quando era criança, e lembrar dos carrinhos de controle remoto. Os discípulos são carrinhos, assim como nós, os controles remotos estão nas mãos de Deus, Ele está no comando de todas as coisas. A gasolina do carrinho são as nossas orações. Paulo e Silas oravam, ou seja abasteciam o carrinho, quando o tanque encheu , eles ligaram o carro, houve um grande terremoto, as correntes se soltaram, libertação, e o carrinho de Deus andou.

O que quero dizer, é que Deus fala a Paulo e Silas, passa a Macedônia, em Trôade, entra a direita, sobe , desce , faz isto , aquilo, ou seja guiados pelo Espírito Santo.

Quando a pessoa nao é guiada pelo Espírito Santo, ela é um carrinho bate e volta, aquele carrinho que não tem controle remoto, e vive batendo na parede, na cadeira, ou seja por onde anda. São pessoas que vivem dando socos em pontas de facas, não oram, não pedem a Jesus a direção certa, por isto estão sempre chorando, tristes, deprimidas, a espera das pessoas que são guiadas pelo Espírito Santo. Aqueles homens no cárcere, eram carrinhos bate e volta, mas ao ouvir as orações, os louvores , o grande terremoto aconteceu em suas vidas. A libertação chegou, seus pés e suas mãos já não estavam mais presas, podiam agradecerem a Deus, louvarem , a salvação chegou, glória a Deus..

Logo que o carcereiro aceitou a Jesus Cristo como único e suficiente salvador, ele cuidou das feridas nas costas de Paulo e Silas, ocorridas devido aos acoites, as chicotadas.

Quando aceitamos a Jesus Cristo, ele cuida das nossas feridas, das magoas, das tristezas, de todo o mal que atormentava nossos corações. Lavando nossas feridas, indo onde nenhum psicólogo, terapeuta pode ir, no profundo dos corações, pois Jesus Cristo é o medico dos médicos, somos os seus filhos, ele é o nosso arquiteto, que nos guia e nos direciona. Por tanto, seja um carrinho de controle remoto, não queira ser um carrinho bate e volta.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

COMO VER OS VIDEOS DOS CULTOS

A PAZ DO SENHOR JESUS A TODOS OS IRMÃOS, AMADOS A DIREITA DO BLOG TEMOS
A TV UNIDOS USTREAM ONDE TODAS AS SEGUNDAS, QUARTA E DOMINGO PELA MANHÃ E A NOITE ESTAREMOS TRANSMITINDO OS CULTOS AO VIVO
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http://www.ustream.tv/channel/igreja-unidos-em-uma-so-fe/videos

O PEIXE DE CAFARNAUM

 Cafarnaum, significa Aldeia de Naum, era uma cidade portuária, a beira do Mar da Galiléia. Com muitas tendas de mercadores, havia muitas pessoas andando pra lá e pra cá, em busca de produtos que, certamente, só ali encontrariam: especiarias, temperos, tecidos, jóias.
A troca de câmbio, das mais variadas moedas, era uma constante naquela pequena, porém povoada cidade. Ouvia-se ao longe os gritos dos vendedores chamando seus fregueses, abordando-os nas estreitas passagens que havia entre o turbilhão de tendas existentes no local. O tilintar das moedas era um som agradável aos ouvidos daqueles que, para garantir o sustento de sua família, ia até o porto de Cafarnaum vender seus produtos.
Como vários ali, um homem não se destacava, em especial, da multidão de transeuntes que movimentava o frenético ir-e-vir do mercado local, a não ser pela desventura de, num de seus dispendiosos movimentos para atrair a atenção do povo, ter esbarrado na sua bacia de barro, onde guardava as moedas que ia recebendo como pagamento pela venda de seus produtos, e as esparramou todas pelo chão. Num momento de susto, abandonou sua estratégia de divulgação comercial e passou a, rapidamente, recolhe-las no chão. Porém uma, das maiores que havia recebido naquela manhã, viu descendo a rua, saltitando entre as pedras e caindo diretamente no Grande Lago, chamado Mar da Galiléia. Era uma moeda de prata chamada Estáter, que valia o equivalente a quatro Drácmas, ou quatro dias de trabalho.
Aquilo entristeceu o comerciante. Tinha sido a melhor venda daquela manhã, e uma das melhores da semana! E agora, por um descuido de sua parte, o Estáter caiu no lago. Desanimado ele retoma seu labor, com menos ânimo agora, pesando na sua consciência a perda da maior moeda.
 Próximo dali, em meio às pedras submersas, dos palanques do cais, dos lixos jogados no fundo do Lago, havia um peixe, que por hábito, passeava por aquelas águas, em busca de alimento. Nada havia de anormal em sua vida, que o tirasse daquele rotineiro passeio matinal no porto de Cafarnaum, em busca de seu desjejum. Ficava ali, esperando que algum mercador de peixes jogasse os restos mortais dos animais apanhados e limpos para a venda, tornando assim um delicioso banquete para aqueles que tiveram a sorte de não terem sido apanhados por aquelas redes. Os restos de frutas também lhe eram os preferidos: suculentos figos, pedaços de tâmaras e deliciosos damascos! Porém os mais disputados eram as migalhas de pães que as crianças jogavam na água, para ver o fervo dos peixes junto à margem.
Mas naquela manhã ele não queria participar da festa em disputar as migalhas de pão. Queria um pouco de sossego, e nadou para águas mais tranqüilas, beirando o porto, onde haviam muitos barcos ancorados. De repente seus olhos parecem não acreditar. Algo atraente, brilhoso, lindo vinha em sua direção, como se fosse um grande pedaço de pão cintilante que descesse dos céus e caísse no Mar da Galiléia. Mas do que depressa, esforçou-se ao máximo para abrir sua boca e num gesto ligeiro e destro, abocanhou, mas não conseguiu engolir aquilo que, sem saber, era uma grande moeda de prata, chamada Estáter.
Feliz, com a pesada moeda em sua boca, nadou para um pouco mais longe dali, a fim de tentar engolir e fazer a digestão de seu suntuoso café da manhã quando, agora, avista outra coisa suculenta em sua frente: uma deliciosa minhoca, posta em um anzol. O peixe pensou: “deve ser o meu dia de sorte!” e rapidamente abocanhou aquela deliciosa iguaria. Por um segundo, sentiu um forte puxão, seu corpo esguio foi arrancado com violência da água. Tudo rodou e já não conseguia saber o que estava acontecendo. Seus pensamentos rodavam em sua pequena cabeça. “Será esse o fim, que todos comentam?”. Num último esforço, já sem poder respirar, consegue abrir seus olhos. Vê na sua frente à face de um homem sisudo, com o rosto castigado pelo sol, olhando curiosamente para ele e abrindo sua boca, retirando a moeda. No seu rosto, um sorriso. Seu nome: Simão Pedro.

“Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas drácmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas drácmas? Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra impostos ou tributo: dos seus filhos ou dos estranhos? Respondendo Pedro: Dos estranhos, Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos. Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti”. (Mt. 17: 24-27).

Muitas pessoas hoje em dia estão em um desses dois caminhos: o de Simão Pedro, que apesar de estranha a ordem de Jesus, obedeceu e o fez; e o do peixe de Cafarnaum, que abocanhou algo que não podia engolir, e mesmo com a boca cheia, quis mais.
Simão Pedro já havia estado ao lado do Mestre por muitos dias, sabia de suas capacidades divinas, de Seu Poder e Autoridade. Por isso, não exitou ao receber a estranha ordem, de ir ao Mar da Galiléia, lançar o anzol na água, puxar o primeiro peixe que fisgasse, abrir-lhe a boca e retirar dela um Estáter, uma grande moeda de prata que daria para pagar o imposto do Senhor e dele. Pedro, experiente pescador, já havia pegado milhares de peixes. Normalmente esses peixes que viviam das migalhas do porto tinham coisas interessantes dentro de seus estômagos, pois eram acostumados a engolirem tudo o que viam caindo, mas Pedro jamais tinha visto um peixe com uma moeda tão grande ainda dentro de sua boca. Parecia realmente uma loucura fazer aquilo, mas ele o fez! Acreditava nas Palavras de Jesus, sabia que, por mais insano que parecesse aquela ordem, aquilo iria realmente acontecer. Pedro precisou apenas crer na Palavra do Senhor e se DISPOR a fazer aquilo que Ele o tinha ordenado. Quantas vezes o Espírito Santo de Deus nos dá uma ordem, mas por parecer “estranho” aos nossos conceitos pré-estipulados do que é normal ou bom para nós, desapontamos ao Senhor e não obedecemos à ordem dada pelo Espírito Santo de Deus. Quantos de nós ainda hoje vivem como se nada Deus requeresse de nós?! Pedro já havia provado do poder de Deus, na noite em que Jesus andou sobre o mar. Pedro não iria mais duvidar. Por que maior loucura do que aquela de andar sobre as águas?! Algo que ele jamais havia imaginado acabara de acontecer, bem diante de seus olhos e ele mesmo pode provar um pouco daquilo. Quando duvidou, imediatamente as barreiras do milagre se romperam e ele submergiu. Pedro decidira não mais duvidar do Mestre, custe o que custar. Sabia que a dúvida era algo que impedia o milagre de acontecer. “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu Nome expelirão demônios…” (Mc. 16: 17). Os sinais acompanham a quem é servo do Senhor Jesus Cristo, a quem tem autoridade no Nome de Jesus (Mt. 10:1) e àqueles que CREREM NOS SINAIS do Senhor. De nada adianta você crer no Senhor, ter a autoridade no Seu Nome mas não acreditar que os sinais vão se realizar, não crer que os demônios serão expulsos ou – pior! – não acreditar que eles sequer existem e são expulsos pela Autoridade do Nome de Jesus.
Muitos ainda são como aquele peixe, de Cafarnaum. Ficam vagando por entre o lixo, por entre o entulho, nos lugares onde o mundo despeja os restos mortais das pessoas, os dejetos espirituais, as migalhas sociais. E se deliciam com isso, transformando esse macabro prato de morte em um delicioso banquete. Ficam iludidas vagando no meio da ruína, esperando que um dia “a sorte baterá a sua porta”. Acham realmente que ali, no meio da sujeira, poderão encontrar algo que lhes possa saciar a alma.
Vamos esquecer, por um instante, que aquele peixe foi o objeto de um milagre, utilizado por Deus, na Sua Divina Misericórdia. Vamos analisar a situação de pessoas que se encontram numa vida vazia e sem rumo, buscando a felicidade onde não podem encontrar e utilizando-se de falsos valores para suprir a ausência de amor em suas vidas. Não obstante, existem pessoas que no meio do lixo podem encontrar algo bom. Quando seus olhos avistam alguma coisa que – enganosamente – parece ser boa e agradável, mas é algo que não podem suportar. Abocanham aquilo e não podem engolir, e ficam por aí passeando com o pecado na boca (Tiago 1:26). Mesmo tendo, supostamente, achado algo bom e agradável, não se contentam com aquilo e querem mais. Ao ver outra oferta do mundo, abocanham sem pensar e são tragados, por causa da sua cobiça e ganância (Hb. 13:5).

Em qual dos dois caminhos você está?! No caminho de Pedro ou no caminho do peixe de Cafarnaum? Pense nisso, em Nome de Jesus.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Levante a cabeça

 

Levante a cabeça olhe para o céu, imagine o tamanho do Deus que lá habita. Imagine o tamanho do amor que ele tem por você. Deus ama você, ainda que você não o conheça ele te guarda, Deus é fiel e não mente, Deus não faz acepção de pessoas, por isso oferece a salvação a todos, por intermédio do Senhor Jesus, o qual foi crucificado no calvário em nosso lugar, para que o pecado fosse tirado do mundo. E nós fossemos libertos, o inimigo trabalha dia e noite sem cessar, para destruir a nós, coroa da criação de Deus.

A fúria é grande, porque o inimigo já tem o seu tempo determinado, e ele está desesperado, assim seu objetivo é perverter o mundo ( veja a televisão ), desviar o crente do caminho de Deus e espalhar destruição. Levante a cabeça, olhe para o alvo que é Jesus, não deixe nada o(a) afastar do amor de Deus, não te desvies nem para esquerda, nem para a direita fique na presença do Senhor, confie no seu poder e na sua misericórdia, não se abata com os obstáculos, sem luta o crente não cresce, pois é através das lutas, que o crente aprende a ser paciente, obediente, e exercitar o poder da oração.

Quando passar por provas, ore, ore muito, Deus sabe de todas as tuas necessidades, mas ele quer te ouvir clamar de coração aberto, sincero, abra o teu coração, deixa Deus dirigir os teus passos, agindo assim, o inimigo fugirá de você, porque se colocando sob a vontade de Deus, você estará revestido de autoridade. Deus quer que nós resistamos as investidas do inimigo, que não deixemos brechas para ele.

Levante a cabeça, olhe o teu Deus, olhe o Senhor Jesus, que está voltando, e quer te ver fazendo parte do seu corpo. Creia, ore, limpe o seu coração, ame ao teu irmão, ame acima de tudo ao teu Deus, e ele te recompensará.

Não pense que só materialmente, o Senhor te abençoa espiritualmente, transformando o teu ser, enterrando a velha criatura, e fazendo tudo novo em sua vida. Levante a cabeça, veja quão grande é o amor que Deus tem por ti.




terça-feira, 5 de junho de 2012

CRISTO NOSSO MODÊLO

Há momentos em que as melhores motivaçõe: delicadeza, boas maneiras no convívio com os outros são deficientes, não nos convencem que devemos perdoar, de recomeçar tudo de novo.

Através do nosso amor por Ele começamos a ter vontade de: imitá-Lo, servi-Lo e sermos em " Tudo " semelhante a Ele, de Cristificar sempre mais a nossa vida, para que possamos perdoar de todo coração, todos que nos ofendem, pois só assim o Pai do céu nos perdoará.

Não estamos seguindo Jesus, quando queremos seguir nossas próprias idéias, nossa opinião de que as coisas devem ser assim e não de outra forma. Nós devemos fazer a vontade de Deus, é prá isto que nascemos de novo. Jesus disse: " Mas que não se faça o que eu quero, mas o que tu queres"(Mc 14,36). Nossa vida Cristã deve ser uma vida de docilidade ao Espírito Santo, na qual as nossas durezas devem amolecer-se, para tornarmos semelhante a Ele. " Eu sou manso e humilde de coração"(Mt 11,).

Quando dizemos que somos de Jesus, todos esperam que sejamos modelo. Da forma como vive e age um filho de " Deus. "Se dissemos que temos o Espírito Santo, e agimos como qualquer pessoa que não crer"! Que modelo somos? Nosso templo e morada do Espírito Santo está em comformidade com a palavra? Como estou passando Cristo para os outros? Estou sendo luz, através do meu testemunho de vida?

Espero que esta simples reflexão, venha ser benção em suas vidas, para que assim o nosso Jesus seja glorificado, por meio do testimunho de nossas vidas.

Em Cristo, com amor.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Existe crítica contrutiva?

Crítica vem do grego ckritike, que quer dizer "apreciação minuciosa". Significa processo de purificação. Dizem os entendidos que a palavra origina-se na prática de purificar o ouro: trata-se de derreter (destruir) o minério bruto e natural, a fim de retirar suas impurezas, para aproveitar somente à parte purificada, para que o minério adquira valor.
Por isso, aprendemos desde cedo a rejeitar a palavra crítica, entendendo-a de como uma expressão negativa.
Existem dois tipos de críticas: aquelas que todos estamos acostumados a associar a algo negativo, chamadas de "críticas destrutivas"; e as que têm como objetivo, encorajar a pessoa a melhorar, reforçar e desenvolver aptidões, a esta critica chamamos de crítica construtiva ou "feedback".
Uma das funções mais exercitadas na vida de qualquer ser humano é a crítica. Cultivamos o hábito de apontar erros, enxergar falhas, descobrir defeitos. Observando o gesto correspondente à crítica (um dedo apontado para frente e três em nossa direção), é importante notar que ele nos orienta para a autocrítica.
A crítica nunca é bem recebida, nunca é bem aceita porque o nosso ângulo de tolerância é muito reduzido, é muito escasso, o que nos faz discordar na maioria das vezes da opinião do outro, a nossa opinião sempre é a mais certa, é a mais lógica, é a mais inteligente. Quanta pretensão!
Devemos aprender a tirar a carapuça de eterna vítima injustiçada e alem de aceitar, compreender a crítica, que pode ser extremamente construtiva tanto para o lado pessoal quanto profissional.
Em minha opinião o grande problema não é a critica propriamente dita, mas "quem" a está fazendo e a tônica que está sendo utilizada.
Existem momentos certos para se fazer uma critica, e no calor do expediente ou da situação com certeza não é um deles. Já não é fácil fazer críticas construtivas, imagine quando estamos intoxicados emocionalmente pela pressão diária por resultados e perfeição. Neste ambiente toda a forma de critica se torna destrutiva, e acaba se transformando numa forma de bronca.
A crítica construtiva se caracteriza por apresentar o lado positivo, deve funcionar como uma alavanca para o desenvolvimento da outra pessoa e não simplesmente falar mal do trabalho ou da atitude do outro. A critica deve ser uma ferramenta de desenvolvimento e não de punição. A pessoa deve perceber que a critica tem fundamento e lhe ajudará em seu desenvolvimento pessoal ou profissional e não está sendo utilizada como ferramenta de manipulação e poder.
A crítica construtiva deve sempre deixar uma sensação de euforia e vontade de se reinventar, acertar aquelas arestas que ainda denunciam algumas imperfeições. Faz com que agradeçamos aquela pessoa que nos abriu os olhos contribuindo para o nosso sucesso, de forma desprendida e desinteressada.
Já a crítica destrutiva, é amarga, descortina medos e anseios pessoais, pode deixar seqüelas psicológicas nós faz sentir envergonhados por tentarmos fazer qualquer coisa de útil. A crítica destrutiva congela futuras pretensões de fazer a diferença. Nos torna medíocres e temerosos.
Uma critica nunca deve humilhar ou abalar a auto-estima de alguém, pois ninguém que se julga um incompetente traz retorno.
A pior de todas as críticas é sem dúvida a crítica destrutiva, disfarçada de crítica construtiva.
Um espetacular exemplo sobre a questão da critica foi dado por um pastor que falou sobre o assunto aos seus fieis.
O pastor compareceu ante o auditório superlotado, carregando uma caixa. Após cumprimentar os presentes, retirou tudo de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca. Em silêncio, acendeu uma poderosa lâmpada, enfeitou a mesa com dezenas de jóias e várias dúzias de flores. Logo após, apanhou da caixa diversas figuras de inexprimível beleza, representando motivos edificantes, e enfileirou-os com graça. Em seguida, situou na mesa um exemplar do Novo Testamento em capa dourada.
Depois, assombrando a todos, colocou no centro da mesa um pequeno sapo. Só então iniciou sua apresentação, perguntando:
- O Que vocês vêm aqui, meus irmãos? E a assembléia respondeu, em vozes discordantes:
Um bicho! Um sapo horrível! Um animal nojento! Um pequeno monstro!
Esgotados os comentários, o pregador concluiu:
- Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Não enxergastes o forro de seda lirial, nem as flores, nem as jóias, nem as preciosidades, nem o Novo Testamento, nem a luz faiscante que acendi. . Vistes apenas o diminuto anfíbio...
E concluiu sorridente: Nada mais tenho a dizer...
No exemplo acima percebemos que na maioria das vezes não enxergamos o quadro geral apenas nos atemos aos detalhes que nos "saltam" aos olhos. Transformando processo da critica em um ponto de vista pessoal baseada em nossas próprias crenças, valores e preconceitos.
Não minha opinião não existe "crítica positiva", é uma visão míope e imprópria: crítica positiva não é critica é elogio maquiado, o valor da crítica está em sua face negativa, não há como criticar sem desconstruir. A crítica está ligada ao nobre processo de purificação. Ou seja, a destruição.
Eu não conheço ninguém que goste de ser criticado, mas também não conheço ninguém que não goste de criticar. A critica tende a demonstrar o erro e as pessoas não gostam de admitir que estejam erradas.
Como disse Schrevelius "Criticar, todos sabem".
A questão se concentra em "como" e "quem" está fazendo esta critica.
O "como" é caracterizado pelo ambiente, momento, tom de voz, fatos apresentados e etc. Já o "quem" se resume simplesmente a confiança, se você respeita e acredita naquela pessoa está lhe dizendo isso ou aquilo.
Essa equação raramente "fecha", pois as pessoas geralmente não esperam para despejarem suas criticas sobre alguém, fazem isso nos momentos mais impróprios, de modo autoritário e muitas vezes sem dados suficientes que sustentem o que estão falando, tornando a critica numa acusação. O fato de que mais de 90% das criticas que você recebe derivam da sua família, professores, Igrejas e chefes e que a hierarquia não vem necessariamente acompanhada de confiança, ou seja, estas pessoas possuem o poder, mas nem por isso gozam de sua confiança cria uma situação extremamente conflitante em relação aos benefícios das criticas.
As pessoas entendem como "Crítica Construtiva" aquela atitude de "aconselhar", mostrar as "falhas" do outro, para que ele melhore. É a prática de apontar o certo e o errado na vida de outras pessoas.
Mas, eu lhe pergunto: como alguém pode definir o que é certo ou errado, para outra pessoa? È muita prepotência de cada um de nós acreditar que somente nós estamos certos e que errado é sempre o outro, e por isso ele deve mudar.
Comportamos-nos como juizes de outra pessoa a ponto de querer que a nossa verdade seja a verdade do outro. Vivemos em uma época cheia de futilidades onde as pessoas defendem apenas seus próprios interesses, quem diz que você não esteja fazendo isso!
As pessoas são livres e têm o direito de não se comportar como querem os outros! De não querer se comportar de acordo com os "padrões pré-estabelecidos". Ninguém deve lhe impor outros padrões em nome de alguma pretensa verdade.
A crítica é um processo destrutivo que gera novas possibilidades de reconstrução. Essas possibilidades podem pender para a Edificação ou para a completa Aniquilação-Destruição. A Crítica é apenas o primeiro passo de um processo destrutivo. O passo seguinte já não é mais parte da crítica. Como no efeito dominó, é só uma conseqüência de algo iniciado pela crítica.
Por isso é essencial ter e manter opiniões próprias, para assim fugir do pensamento universal, onde todos são iguais. Esta uniformização é um dos caminhos mais curtos para eliminar o pensamento.
Toda a critica antes de construtiva é "desconstrutiva" por natureza, obrigando que você reveja seus princípios e atitudes. Antes de construir você tem que destruir para somente depois reconstruir.
Então muito cuidado quando fizer e receber críticas.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O ENCONTRO COM DEUS

O ENCONTRO COM DEUS

Gênesis 32.22-32


Introdução

Nesta mensagem, quero compartilhar com você esse texto da Bíblia, que fala do encontro de Jacó com Deus.

Há encontros que são tremendos! Eu sempre me emociono quando um programa de TV localiza um filho ou uma filha, ausente de casa 20 anos... 20 anos sem ver pai, sem ter notícias da mãe... 20 anos sem conhecer os irmãos, então, depois de todo esse tempo, é promovido o encontro dos dois: do filho com seus pais ou, da mãe com sua filha... Ah! como são emocionantes esses encontros! Geralmente, até o índice da audiência desses programas, sobe em momentos assim...
Mas, talvez você não faça idéia, o encontro mais tremendo de todos, é o encontro do homem com Deus... é o encontro da criatura com o Criador.

Algumas coisas acontecem quando nós nos encontramos com Deus... eu quero mostrar essas coisas.
A primeira coisa que o texto mostra, é que: Quando você tem um encontro com Deus:

Você É Quebrantado

Deus deslocou Jacó... lemos no v.25: “...tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa”. Deus quebrantou Jacó...

A primeira coisa, portanto, que o texto aponta é essa: o quebrantamento.

Quebrantamento é algo humilhante e doloroso; é quando o nosso obstinado e resistente EU é quebrado, perdendo seus direitos, deixando sua glória e assumindo de diante de Deus o seu verdadeiro lugar.

Essa é a primeira coisa que nos acontece quando nós temos um encontro com Deus. Deus nos quebranta.

E na Bíblia, lemos que quem tem o coração quebrantado, tem a Deus por perto.

No Sal 34.18, lemos isto: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido”. E no Sl 51.17, lemos que: “...um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás”.

Quebrantamento fala de a gente vencer o orgulho, a soberba... a independência... mas a gente só vence, nós somente vencemos, quando deixamos Deus nos vencer.

Enquanto permanecemos achando que não dependemos de Deus, que não devemos obediência a Deus, e que podemos viver guiados por nossa própria vontade, não estamos no ponto de Deus nos abençoar.
Mas quando você tem um encontro com Deus, você é desarmado... você não tem glórias para contar... você não tem merecimentos... isso quebranta você...

E quando você é quebrantado, então, Deus surpreende você... Ele fica mais perto e passa a inundar a sua vida com o Seu poder.

Foi compreendendo isso que uma irmã declarou certa vez: “Quanto menores formos, mais espaço Deus terá”.
Uma pessoa quebrantada é como aquele ponto mais baixo no chão... as águas sempre procuram o ponto mais baixo e lá se estocam... pois é assim que se passa conosco: no momento em que Deus achar você humilhado, achar você vazio de si mesmo e, quebrantado, esse será o momento em que a glória de Deus vai vir e o poder de Deus inundará a sua vida! Aleluia!

Isso é quebrantamento.

A segunda coisa que lemos nessa passagem, é que quando você tem um encontro com Deus:
Você Passa a Não Abrir Mão da Bênção

É quando, no v.26, lemos que Jacó disse: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.
Isto nos mostra que Jacó, tendo um encontro com Deus, não abriu mão da benção de Deus sobre a sua vida.
Ele já estava quebrantado... já havia se visto só e desamparado... sem méritos... então clama intensamente: “Oh! Deus, não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.

Há coisas na nossa vida que podem esperar... às vezes é a compra de um carro, de um terreno, de um curso de vestibular... de uma viagem... um computador, uma reforma em casa...

Sonhamos com cada uma dessas coisas, mas elas podem esperar até que chegue uma hora mais oportuna... podemos, até mesmo, se necessário, abrir mão de cada uma delas!

Mas nós, não podemos abrir mão da benção de Deus sobre nossa vida. A Bênção de Deus é inegociável – devemos querê-la a todo custo!
Sim, há coisas muito importantes, mas que não são mais importantes do que isto: a bênção de Deus sobre a nossa vida... por isso que Jacó disse: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.
A terceira coisa que acontece quando você tem um encontro com Deus (...a primeira é quebrantamento, a segunda é a benção de Deus), a terceira coisa que notamos aqui, é que:
3- Você Tem o Seu Caráter Mudado Por Deus
Lemos aqui na Bíblia, v.28, que Deus mudou o caráter de Jacó.

Porque lemos isto: “Qual é o seu nome?” ...era Deus perguntando, e quando Deus pergunta pra ele “qual é o seu nome?”, ele diz “é Jacó... O meu nome é Jacó”.
Nesse tempo da Bíblia, a pessoa recebia o nome que caracterizava o seu caráter. O nome do homem aqui era Jacó... um nome que significa “suplantador, enganador”. Jacó significa pisar, levar vantagem... esse era o nome do caráter de Jacó.
Deus pergunta o nosso nome!
E sabe, para Deus, mais importante do que o nome da nossa identidade, mais importante que o nome do nosso RG ou da nossa Certidão de Nascimento, é o nome do nosso caráter.

Então, quando Deus perguntou pro homem: “Qual é o seu nome?” e ele disse: “É Jacó”, isto é como se ele estivesse dizendo pra Deus: “eu sou enganador... eu sou aquele que mete os pés, que se impõe, que tira vantagem...”.

Mas Deus disse pra ele [aleluia!]: “De hoje em diante, não te chamarás mais Jacó, mas Israel, filho de Deus, príncipe de Deus!” ...é Deus mudando o nosso caráter.

Eu creio que Deus está confrontando você e perguntando: “Qual é o seu nome?”.

E Deus não quer que você diga qual é o nome da sua identidade, mas o nome do seu caráter.
O que você responderia a Deus?

Meu nome é mentiroso? ...porque tenho mentiras: minto para meu marido/esposa... minto para meus pais... minto para a igreja... e minto nos negócios...

Qual é o nome do seu caráter? ...Deus pergunta, e o que você diria?

Meu nome é estúpido? ...porque sou grosso como pai, ou uma mãe ignorante...
Meu nome é desonesto? ...porque vendo gato por lebre, sonego, roubo do patrão...
Ou você diria: Meu nome é adúltero? ...porque tem "casos" extraconjugais que ninguém sabe...
Agora, Deus só muda o nome do nosso caráter, se a gente tiver a coragem de admitir pra Ele qual é esse nome.

Há uma história, muito conhecida, de um general chamado Alexandre - Alexandre, o Grande. Conta-se que quando o general Alexandre estava passando a sua tropa em revista (exigente como era, muito rigoroso), ele observou que havia um soldado que não estava em posição de sentido, que não estava bem trajado... e o general, Alexandre – O Grande, perguntou pra ele: “Soldado, qual é o seu nome?” O general Alexandre, olhando aquele jovem, ouviu dele a resposta... o jovem, gaguejando respondeu: “A-A-Alexandre, senhor”. Alexandre, o Grande, tornou a perguntar: “Soldado, qual é o seu nome?” E ele disse: “A-a-a-lexandre, senhor”. Então, o general falou: “Soldado: ou você muda de nome, ou muda de posição”.

Muitas vezes, Deus pergunta qual é o nosso nome, e nós respondemos: “Cristãos, Senhor... Meu nome é cristão, certinho... o tipo que é de casa pro trabalho e do trabalho pra casa...”
Mas, Deus, talvez, tenha que dizer pra nós: “Ou você muda de nome ou muda de posição”.

  É isto, exatamente, o que Deus mais quer fazer em nós: mudar o nome do nosso caráter – de enganador, Deus quer nos fazer conhecidos com um novo nome: filhos de Deus, príncipes de Deus!
No encontro do homem com Deus, portanto, é assim: Deus quebranta o nosso coração, Deus nos abençoa, Deus muda o nosso caráter...

E, em último lugar, esse texto da Bíblia, no v.31, mostra que Jacó mancava da sua coxa... isso quer dizer que, num encontro com Deus:

4- Você Passa a Andar Diferente

No v.31, lemos: “Ao nascer do sol atravessou Peniel, mancando por causa da coxa”.

Isto significa dizer, que Deus altera a nossa forma de andar... a gente passa a caminhar diferente.
O nosso comportamento é mudado, as nossas atitudes são mudadas, são transformadas, a partir do nosso encontro com Deus.
Jacó, antes de ter seu encontro com Deus, vivia suplantando, enganando... porém, com o encontro com Deus, ele se torna príncipe – o significado disso é que todos podiam notar a marca de Deus na maneira como, agora, Jacó vivia.

Conclusão

Você ouve esta palavra... eu queria que você refletisse e pensasse, se você deseja ardentemente ter um encontro com Deus.

Saiba que a primeira coisa que vai acontecer na sua vida, é que Deus vai quebrantar o seu coração.
  A segunda coisa é que você não vai abrir mão da benção de Deus na sua vida.
A terceira coisa é que Deus vai mudar o seu caráter, mas não se esqueça: Deus só muda o nome do nosso caráter, se a gente tiver a coragem de admitir pra ele “Qual é nosso Nome”.
E Deus, talvez, esteja perguntando pra você “qual é o seu nome?”

Jacó respondeu “suplantador, enganador” ...mas Deus mudou pra Israel, príncipe, filho de Deus!
Talvez, você tenha que dizer o mesmo nome, ou outro nome do seu caráter... mas Deus quer mudar.
Em último lugar, Jacó mancava, Jacó passou a andar diferente.

As pessoas percebem essa mudança, esse quebrantamento, essa benção de Deus na sua vida...
As pessoas irão perceber que Deus mudou seu caráter, porque você está andando diferente... e quando perguntarem pra você, “O que aconteceu?”, você vai dizer: Eu tive um encontro com Deus.

Abatidos MÁS NÃO DESTRUIDOS

2 Coríntios 4:8-11 Abatidos MÁS NÃO DESTRUIDOS  Paulo está falando sobre os Paradoxos da vida, não somente dele, mas sobre todos nós.       ...