sábado, 23 de setembro de 2017

O Senhor apareceu a Abraão perto dos carvalhos de Manre, quando ele estava sentado à entrada de sua tenda, na hora mais QUENTE do dia.
Gênesis 18:1 Em Carvalhais de Manre, Abraão levantou os olhos e viu três homens em pé junto a ele,Deus sabe até a aonde a gente pode aguentar,suportar Ele conhece o nosso LIMITE! A primeira coisa que acontece quando Deus se revela a nós é fazer a gente LEVANTAR a cabeça,Levante a sua cabeça! 2º ele correu ao encontro dele e se enclinou perante eles. Trouxe-lhes água para lavar os pés e os convidou para descansarem debaixo de uma árvore. E os alimentou.
Depois Abraão escolheu um novilho e deu ao servo que apressou em prepará-lo, trouxe-lhes coalhada, o novilho e os serviu.
Disse-lhe o Senhor voltarei a você na PRIMAVERA, e Sara, sua mulher, terá um filho. Abraão e Sara já estavam de idade avançada, Sara já tinha passado a idade de ter filhos.
Os homens se levantaram e avistaram Sodoma, e Abraão se despediu deles.
Então o Senhor disse, esconderei de Abraão o que estou para fazer?
Deus não esconde nada dos escolhidos.
Abraão será pai de uma nação grande e poderosa, por meio dele todas as nações serão abençoadas. Ordene a sua descendencia que conserve os caminhos do Senhor.
Disse o Senhor a Abraão: As acusações a Sodoma e Gomorra são tantas e o seu pecado é grave. Os homens partiram dali e foram para Sodoma. Após a partida dos homens Abraão permaneceu na presença do Senhor e disse-lhe, Exterminará o justo com o ímpio?
Abraão disse, se houver cinquenta justos na cidade? o Senhor destruirá e não pouparás? Respondeu-lhe o Senhor. Se eu encontrar cinquenta justos eu pouparei a cidade por amor a ele.
Abraão interrogando ao Senhor foi baixando este número.Deus atendeu o clamor de Abraão.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Natanael debaixo da figueira
O que significa o que Jesus disse pra Natanael: “Te vi debaixo da figueira“? Esta questão sobre Natanael debaixo da figueira é muito intrigante. Vejamos duas teorias sobre este assunto tão palpitante.
Primeira Teoria
Natanael ficou surpreso com a Palavra de Jesus, porque desta forma Cristo deixou claro que seu propósito em salvar Natanael já estava determinado antes mesmo de Filipe o chamar.
Ao nascimento de Cristo, Herodes era governador da Judéia e ao receber a notícia do nascimento do Messias mandou matar todas as crianças de 2 anos para baixo. Então se considerarmos que Natanael tivesse a mesma idade de Jesus, isso o leva ao cenário destas matanças realizada por Herodes, segundo relatos históricos essa é a historia de Natanael.
Quando começou os assassinatos a mãe de Natanael temeu que o seu filho ser morto pelos soldados, e então ela escondeu o bebê debaixo de uma figueira especifica, e enquanto ele estava lá, sua mãe orava a Deus pedindo proteção e que aquela criança vivesse para ver o Messias.
Em todas as buscas dos soldados, o menino estava envolta a folhas da figueira. Quando Natanael completou 15 anos de idade sua mãe lhe contou como lhe escondera, e somente ele e sua mãe sabiam desta história. Então quando ele pergunta a Jesus de onde Ele o conhecia e Jesus revela seu maior segredo ao dizer que o viu debaixo da figueira, Natanael se vê diante daquele ao qual sua mãe orou para que pudesse conhecer.
Segunda Teoria
Não havia nada no Antigo Testamento que predissera que o escolhido de Deus viria de Nazaré. Nazaré era um lugar muito pouco notável. O próprio Natanael provinha de Caná, outra cidade da Galiléia, e nas regiões rurais a rivalidade entre uma cidade e outra, e a inveja entre os povos era muito notória.
A reação de Natanael foi afirmar que Nazaré não era o tipo de lugar de onde pudesse vir nada de bom. Filipe foi sábio. Não discutiu. Limitou-se a dizer: “Vêem e vê!”.
No pensamento judaico uma figueira sempre representou a paz. Sua ideia de paz era quando um homem podia permanecer debaixo de sua própria figueira e sua própria vinha sem que nada o incomodasse (veja 1 Reis 4:25; Miquéias 4:4).
Mais ainda, a figueira era frondosa e dava muita sombra e era costume sentar-se a meditar sob o amparo de seus ramos. Sem dúvida, isso era o que fazia Natanael. E sem dúvida nenhuma, enquanto estava debaixo da figueira pensava e orava pelo dia em que chegaria o escolhido de Deus.
Não cabe dúvida que tinha meditado a respeito das promessas de Deus. E agora sentia que Jesus tinha lido até o mais profundo de seu coração. O que surpreendeu a Natanael não foi tanto que Jesus o tivesse visto debaixo da figueira, e sim o fato de que Jesus tivesse lido os pensamentos que estavam no mais recôndito de seu coração, de maneira que Natanael disse a si mesmo: “Aqui está o homem que entende meus sonhos! Aqui está o homem que sabe de minhas orações! Aqui está o homem que viu meus desejos mais secretos e íntimos, desejos que jamais me animei a expressar em palavras! Aqui está o homem que pode traduzir o suspiro inarticulado de minha alma! Este deve ser o Filho do Deus, o prometido ungido de Deus e nenhum outro”. Natanael se rendeu para sempre ao homem que lia e compreendia e satisfazia os desejos de seu coração.
Conclusão
Sobre Natanael, a primeira teoria é ratificada pelo dicionário siríaco, que narra esta mesma história. Podemos expandir esta interpretação dizendo que a figueira sempre foi o símbolo do “conhecimento”, haja vista que os grandes estudiosos crêem que a árvore do conhecimento lá do Éden era uma figueira.
Sendo assim, todo bom israelita tinha por costume meditar sob a sombra de uma figueira, portanto quando Jesus disse isso para Natanael, Ele quis dizer 2 coisas:
a) eu conheço o teu passado (teoria 1), quero estar no teu presente e garantir o teu futuro;
b) as folhas de figueira só te protegeram da morte física e do pecado, apenas superficialmente, da mesma forma que foi com Adão e Eva no Éden, mas eu troco seu esconderijo sob as folhas da figueira pelo meu sangue sobre a tua vida.
Bispo Anderson.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Enche o teu vaso de azeite !!!!
I Samuel 16.1
Quando parece que existe algo impedindo sua vida espiritual é o momento de uma decisão e uma mudança que te retorne ao progresso que Deus tem para você.
Algumas traduções traduzem por ‘chifre’ (ARA*) e outras trazem a expressão ‘vaso’ (ARC**) para se referir ao recipiente onde estaria o azeite da unção. Muitas vezes o chifre era usado para guardar líquidos (Gênesis 22.13) e outras um vaso de barro (I Reis 22.11).
O rei Saul tinha sido ungido por Deus para governar o povo do Senhor, mas abandonou a sua fé e perdeu sua unção (I Samuel 15.11 e 26). Por isso seria preciso buscar a unção do Senhor para um novo rei.
Deus quer fortalecer sua vida com a unção que te abençoa e te levanta para vencer. Não permita que Saul tire a bênção reservada para sua vida.
O que é Saul na sua vida?
Vamos meditar sobre o que aconteceu com Saul e sobre a unção de Deus:
1- O que te atrasa e impede de crescer: 
v.1ª“Disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás pena de Saul”.
Quando o profeta Samuel repreendeu Saul por causa de seu pecado (I Samuel 15.22), aconteceu que “virando-se Samuel para se ir, Saul o segurou pela orla do manto, e este se rasgou. Então, Samuel lhe disse: O SENHOR rasgou, hoje, de ti o reino de Israel e o deu ao teu próximo, que é melhor do que tu” (I Samuel 15.27,28), foi por isso que Deus disse que não deveria ter pena de Saul.
Saul quis segurar o profeta Samuel e sua veste rasgou de forma que o profeta disse que também seria rasgado dele o reino que perderia a partir de então (I 15.28). Então Saul representa tudo o que te atrasa em sua vida espiritual. Todo impedimento como pecado ou problemas que travam seu crescimento.
Não deixe que nada, nem ninguém, te segure ou atrase a sua vida espiritual. Deus quer que você seja totalmente livre de todo engano (João 8.32). Deus quer rasgar de sua vida “desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia” (Hebreus 12.1). Não podemos ter tolerância com o pecado (Apocalipse 2.20).
Não deixe Saul atrasar sua vida!
2- Deus tem um novo tempo pra sua vida: 
v.1b “havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel?”.
O profeta Samuel recebeu uma ordem clara de deixar Saul para trás e ungir um novo rei para o povo de Deus. Era chegado um novo tempo para Israel. Saul estava em decadência e Davi viria com uma unção de vitória.
Terminou o tempo da rebeldia, da vaidade, do orgulho e desobediência que Saul cometia. A partir de Davi seria o tempo de um homem segundo o coração de Deus (Atos 13.22).
Deus quer te dar uma nova oportunidade e um novo tempo para sua vida espiritual. Chega de carnalidade e pecado. É preciso se consagrar e buscar a presença do Espírito Santo que te conduz em triunfo.
Viva o novo tempo de Deus para você!
3- Busque a unção que te capacita: 
v.1c “Enche um chifre de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque, dentre os seus filhos, me provi de um rei”.
A primeira atitude para mudar tudo seria o profeta encher o seu chifre ou vaso com azeite para ministrar a unção sobre um novo escolhido de Deus. Através desta unção Davi foi fortalecido por Deus para vencer todos os seus inimigos.
Somente através da unção de Deus somos capacitados para vencer. Sem a unção estamos fragilizados e desprotegidos. A unção de nos dá conhecimento (I João 2.20) e nos ensina o que precisamos saber (I João 2.27). Esta unção nos protege contra nossos inimigos espirituais (Salmos 23.5).
O poder do Espírito Santo é a força que precisamos para vencer todas as coisas. Por isso devemos buscar o poder de Deus que nos capacita espiritualmente (Efésios 5.18).
Busque a unção do Espírito Santo!
Receba a unção do Espírito Santo!
Não deixe que Saul segure você tente te atrasar espiritualmente. Rasgue de sua vida tudo que te impede de prosseguir para o projeto de Deus. Creia que Deus tem um novo tempo de vitórias para te levantar e abençoar tudo que tiver. Para isso você precisa buscar a unção do Senhor que te enche de poder.
Deus quer te encher do Espírito Santo! Amém !!!
Bispo Anderson Camargo.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

ESTRATÉGIAS DO INIMIGO.
Juízes 1.6,7
A crueldade de Adoni-Bezeque ilustra algumas estratégias do inimigo contra nossas vidas. Entenda o que isso representa:
1- Os polegares dos pés - EQUILÍBRIO:
Adoni-Bezeque cortava os polegares dos pés dos reis que derrotava para que não tivessem como se equilibrar corretamente.
Uma estratégia maligna de satanás é fazer que os crentes sejam desequilibrados e inconstantes (Tiago 1.8 e 4.8).
2- Os polegares das mãos - FORÇA E IDENTIDADE.
Adoni-Bezeque também cortava os polegares das mãos dos setenta reis que derrotou. Isso era para que não tivessem forças para pegar qualquer coisa.E não tivessem mais identidade 
O inimigo tenta enfraquecer a vida do cristão para que não tenha forças para receber as bênçãos de Deus para sua vida.
3- As migalhas debaixo da mesa - MISÉRIA:
Adoni-Bezeque humilhava os reis que derrotava para que ficassem prostrados e dependessem dele para comer as sobras que caiam de sua mesa.
O inimigo tenta nos roubar as bênçãos do Senhor e nos fazer sofrer (João 10.10). Deus tem vitória para nossas vidas e não migalhas (Mateus 15.27,28).
Satanás sabe que somos filhos do Rei, por isso nos persegue. Jesus veio para destruir as obras do inimigo (I João 3.8) e desmascarar suas mentiras (João 8.32). Não seja desequilibrado, busque a força de Deus e não fique catando migalhas, porque Deus tem o melhor para você, então faça o melhor para Deus.
Bispo Anderson Camargo.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

A parábola da cana e do carvalho
Um conceito judaico dos ensinos de Jesus aparece nas parábolas, exemplo de quando ele se dirige para uma multidão e pergunta a respeito de João, o batizador:
“Enquanto saíam os discípulos de João, Jesus começou a falar à multidão a respeito de João: "O que vocês foram ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?” (Mat. 11: 7)
Existia uma parábola bem conhecida no judaismo do primeiro seculo conhecida como “o carvalho e a cana”. Sem um entendimento dessa parábola ‘e dificil que interpretemos o imaginário que fica atrás da passagem citada.
De acordo com a parábola, um carvalho gigante e uma cana estavam juntas planatadas na margem do rio. No momento de uma tempestade, as raízes do carvalho se mantinham firmes, permitindo a resistência diante dos ventos.
Porem, ele poderia cair diante de um vento de maior capacidade.
Não havia nada comprometedor em relação ao carvalho. A cana por outro lado se dobraria de um lado para outro, mesmo diante de uma leve brisa.
A conclusão da historia era que o carvalho, diante de sua recusa de comprometimento poderia perder a vida na tempestade, mas a cana iria sobreviver diante ao fato de se dobrar pelas circunstancias.
Com certeza Jesus pontuava essa historia ao perguntar sobre João, em outras palavras seria o equivalente a dizer:
“Imaginam que João, um profeta de Deus, fosse alguém sem coragem de reação?”
Os judeus que ouviram estas palavras entenderam e não mais perguntaram alguma coisa.
“Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola. Quando, porém, estava a sós com os seus discípulos, explicava-lhes tudo.” (Marc. 4:34)
O ensino por parábolas era bem conhecido no meio judaico do primeiro seculo era conhecido como “aggadah” e literalmente milhares de historias foram preservadas. Os judeus dos dias de Jesus criam que as referencias legais eram por decisão, porem aggadah era por inspiracão.
Podemos entender que Jesus era o Caniço o Maleavél e João o Carvalho Duro.
Veja o exemplo;O Carvalho e os Caniços.
Um grande carvalho, ao ser arrancado do chão pela força de forte ventania, rio abaixo é arrastado pela correnteza.
Desse modo, Levado pelas águas, ele cruza com alguns Juncos, e em tom de lamento exclama:
"Gostaria de ser como vocês, que de tão esguios e frágeis, não são de modo algum afetados por estes fortes ventos."
E Eles responderam:
"Você lutou e competiu com o vento, por isso mesmo foi destruído. Nós ao contrário, nos curvamos, mesmo diante do mais leve sopro da brisa, e por esta razão permanecemos inteiros e a salvo."
Moral da História:
Para vencer os mais fortes, não devemos usar a força, mas antes disso, inteligência e humildade.
De nada serve possuir grande força e pouca inteligência...
Ou seja a momentos na Vida que devemos ser duros e a outros momentos sermos mais Maleáveis, Pense bem se você não precisa realmente mais resistente ou se precisa ser mais maleável com vc mesmo,com as pessoas etc; Domingo agora estaremos falando a Cerca desse assunto creio que será uma grande benção para todos amém!!
Bispo Anderson Camargo.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

.A SOLTURA DO JUMENTINHO.                                                                                                           
Lucas 19:28-38 Antes de chegarem a Jerusalém Jesus dá ordem a seus discípulos para irem a uma cidade chamada Betfagé, que ficava ao leste de Jerusalém, perto de Betânia, na encosta sudoeste do monte das oliveiras, cujo nome significa literalmente “casa de figos verdes”, e que não é mencionada em nenhum outro lugar das escrituras a não ser na passagem da entrada triunfal. Jesus disse que quando lá chegassem encontrariam um jumentinho amarrado, e que era necessário que o soltasse e o trouxessem, e que se alguém dissesse alguma coisa era para eles dizerem: O mestre precisa dele! Essa frase iria revelar aos donos do animal a importância de que aquele animal fosse levado.

Assim partiram os discípulos para o local e lá chegando logo avistaram o jumentinho preso e quando eles estavam desamarrando o animal os donos logo viram e vieram e perguntaram o que eles estavam fazendo, ou aonde iriam levar o animal, ou talvez com que ordem eles soltavam o jumentinho. No que tiveram como resposta: O mestre; Jesus; o Senhor, (palavras que indicavam a pessoa direta de Jesus) precisa, necessita do animal. A bíblia não registra nada sobre os donos desse animal, mas se o fizesse eles estariam entre os muitos dos citados em Hebreus 11, pois ao ouvirem que o Mestre precisava do animal, logo creram. Imaginem que fé maravilhosa eles demonstraram ao cederem seu animal “zero bala” para o Mestre, veja por que.

Bem sabemos que cultura é algo extremamente complexo, e os judeus ainda são um povo que guarda suas culturas, aquele animal ao ser chamado de jumentinho denota que era um animal de pouca idade e uma coisa interessante é que naqueles dias considerava-se que um animal que jamais fora usado no trabalho ou montado por alguém era especialmente adequado para propósitos santos como o Eterno já havia dito (veja Nm-19:2; Dt-21:3).

“Não há nada que você entregue a Deus e não volte super valorizado para você, e aquilo que Deus nos dá super valorizado não tem preço.”. Imagine o quanto aquele animal passou a valer depois que Jesus montou nele!

Assim soltaram o jumentinho e o levaram até Jesus que logo montou no animal e entrou em Jerusalém em um dia que marcou a história da humanidade para sempre.   

A palavra hebraica para amarrado é “akedá”, e Jesus mesmo estando longe viu o jumentinho amarrado, mostrando a sua onisciência, o viu seguro por um nó, uma corda que limitava seus movimentos e então Ele manda que seus discípulos soltem o animal. Eu não sei quanto tempo aquele animal esteve preso, limitado, vendo seus pares soltos e livres, mas um dia chegou para ele à soltura, a liberdade.

Jumento no contexto bíblico também é símbolo de obediência, e nosso Senhor não suporta ver um filho obediente amarrado. Eu vim lhe dizer que ainda há uma saída para todos nós. Jesus ainda tem toda a autoridade para soltar as amarras que nos prende. Ele tem poder para livrar qualquer cativo, e soltar e desfazer qualquer nó em nossas vidas agora mesmo.
    
“Quando Jesus desceu do jumentinho com certeza mandou que alguém o levasse de volta a seu dono e o animal foi todo alegre, feliz”,Então ele foi super valorizado porque O Rei Jesus avia montado nele !..Mas ele só teve valor porque Jesus estava nele,Antes estava só e amarrado.

Na verdade nós não somos nada, mas aquele que está em nós é tudo. Ele é quem merece toda honra e toda glória. É por isso que podemos chegar longe, mas não saia de sob a presença de Jesus, Ele é quem faz de nós uma pessoa notada, mas se Ele sair de sua vida, você não é nada.
Bispo Anderson Camargo