sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como lidar com a insatisfação dentro de uma Igreja evangélica

O INSATISFEITO 

Quem é que ainda não reclamou ou comentou sobre alguma coisa dentro da sua Igreja, principalmente, nos dias atuais em que há muitas novidades e mais liberdade de costumes? A insatisfação é como uma moeda de duas faces. Se você não tomar cuidado, pode entrar por um caminho perigoso e perder a alegria da sua salvação.

É muito comum voltar da Igreja para casa, hoje, com um "cesto" de assuntos não muito cristãos, para dizer o mínimo. Boa parte dos crentes não está indo à casa de Deus para adorar, senão para observar e colher as (más)novidades. Conscientemente ou não.

Quando saímos da posição de adoradores para "observadores" as coisas se complicam. Primeiro isso não agrada a Deus. Seria como uma oferta defeituosa. Acho mesmo que nem oferta seria. Veio à mente uma imagem: mãos vazias. Depois cultuar de mãos vazias, parafraseando a Bíblia, seria como enterrar o único talento. Talento enterrado. Adoração negativa. Sem pensar nisso você estaria ofendendo a Deus indo ao culto sem nada para oferecer; entristecendo o Espírito Santo.

Uma atitude crítica com respeito à vida dos outros. Do pregador, do pastor, da mocidade, das senhoras, das crianças. Do estacionamento, do banco pouco confortável, do secretário, do irmão das conversas paralelas durante o culto. Um arsenal completo não da armadura do cristão, mas do crítico anticristão. Quem  age desta maneira dificilmente vai perceber que se comporta assim.

É por isso que muitos de nós não têm mais prazer de ir ao culto. Não ouve mais a voz de Deus nada dentro da Igreja. Já entristeceu tanto o Espírito Santo, que não recebe mais nada. E não recebe nada por que não veio oferecer nada. Outra imagem de pregações antigas: um vaso de boca para baixo.

Antes de mudar de Igreja, seria muito bom fazer uma pequena recordação. Por que eu estou insatisfeito com minha Igreja? Tenho sido um adorador ou um crítico? Minha vida é um sacrifício vivo de adoração a Deus ou só penso em adorar quando vou ao culto? Como estou diante de Deus? Carrego de volta para casa depois do culto tudo o vi de ruim ou ocupo meu tempo comentando como foi bom o culto? Dependendo da resposta, mesmo que mude de Igreja sua insatisfação vai segui-lo/a. E aí?

Eu não creio que seja fácil mudar um comportamento crítico enraizado. Eu me humilharia diante de Deus e evitaria conversar sobre assuntos da Igreja DIUTURNAMENTE com pessoas com o mesmo defeito. Hoje, com tanta liberdade, e tantas Igrejas, e tantos pastores, uma doutrina mais ortodoxa afasta pessoas. Muitas coisas são relevadas e não há, talvez, uma preocupação em ensinar e repisar este assunto. Outra imagem volta a minha mente: a oferta de Abel e a oferta de Caim.

Caim caiu da graça e chegou ao ponto de matar seu irmão por um problema acontecido na adoração. Mas um deles pensou que eliminando o irmão iria resolver o problema da oferta. E o problema não estava com o irmão, mas na forma de cultuar de Caim.

E assim, por causa da insatisfação você pode fazer muitas coisas. Acho que entre todas elas apenas é a melhor. Resolva este problema em oração com o Senhor Jesus. Converse com Ele. Chore na presença Dele. Desabafe suas mágoas e mesquinharias com Ele. Se você fizer assim vai resolver a raiz de muitos males. Se você é cristão e anda insatisfeito com tudo, principalmente com a sua Igreja, tome cuidado. Os santos da sua Igreja são mesmo pessoas com um variado leque de defeitos. A palavra de Deus pode limpá-los, deletá-los. Pedro perguntou: Senhor, até quantas vezes devo perdoar meu irmão - sete vezes? Ao que Jesus respondeu: Não apenas sete vezes, mas 70 x 7 - 490 vezes - por dia!

A falta de perdão é como a louça suja que vai acumulando na pia, dia após dia. Da mesma forma que produz uma insatisfação insuportável chegar em casa e verificar que tem louça por lavar há mais uma semana, um coração que tenha o mau hábito de guardar e comentar tudo o que de ruim se passa na Casa de Deus vai acabar mesmo muito insatisfeito, vazio do Espírito. Um vaso sujo, que precisa ser limpo pelo melhor bombril que existe: o perdão do Senhor Jesus Cristo.

Não dê "mole" para a insatisfação. As vítimas podem ser você e sua família.


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ABANDONANDO JESUS


Vamos meditar hoje no texto de João 6.60-69 que tem como título:

“Jesus é abandonado por muitos discípulos. A confissão de Pedro”.
Porque será que muitos discípulos abandonaram Jesus? Será que se decepcionaram com Ele?
Será que Jesus tratava um diferente do outro, causando assim ciúmes e invejas? Será que Jesus foi implicante? O que será que Jesus fez para ser abandonado? A resposta para essa pergunta está no começo do texto (Jo 6.60) “Muitos, pois, de seus discípulos, ouvindo isso, disseram: Duro é esse discurso, quem o pode ouvir?” Pronto! Está aí a resposta. Jesus foi abandonado por ter falado alguma coisa que não agradou quem o escutava e até o seguia.
Jesus foi abandonado por ter pregado a verdade, por não se enquadrar no padrão que esperavam dele, mas ser quem Ele é. Se lermos Jo 6.22-59, conheceremos a pregação de Jesus que fez com que muitos de seus discípulos o abandonassem. Afirmações como (Jo 6.26) “Na verdade, na verdade vos digo que me buscais não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. (Jo 6.29) A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. (Jo 6.32) Na verdade, na verdade vos digo que Moisés não vos deu o pão do céu, mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. (Jo 6.35) Eu sou o Pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede”. Foram verdades ditas a uma multidão, verdades que fizeram com que Jesus viesse a ser desprezado e abandonado. A mesma multidão que foi alimentada milagrosamente, como lemos no inicio do cap. 6 na multiplicação dos pães e peixes, agora se encontrava indignada com essas palavras que ouvia - (Jo 6.42) Não é esse Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nos conhecemos? Como, pois diz ele: Desci do céu?” Eles queriam ouvir o que? Jesus afirmando ser o que? Falando sobre o que?
Se ao ouvirem a verdade se revoltaram, tenho certeza de que seriam facilmente enganados por qualquer falso profeta. Mas acreditar em Jesus e obedecer a sua palavra foi considerado difícil demais! É justamente o que ainda acontece em nossos dias, vemos pessoas que ao receberem alguma coisa de Jesus, como também aquela multidão recebeu, aceitam felizes o favor imerecido, mas depois nada querem com a verdade. Obedecer a Palavra de Deus é difícil, pois ela vai diretamente contra tudo o que queremos e pensamos que deveria ser o certo. Palavras do tipo “perdoar quem lhe faz o mal” são bonitas de se ler e muito difíceis de se obedecer. Para conseguirmos cumprir esse mandamento de Jesus é necessário que primeiro aceitemos obedecer a ordem de negarmos a nós mesmos e tomarmos a nossa cruz a cada dia, se quisermos O seguir. Seguir a Jesus é fazer exatamente o que essas pessoas naquela época estavam fazendo, ouvir a sua mensagem! Infelizmente muitos ao se depararem com a seriedade do que é viver o evangelho de Jesus, desistem de sua caminhada ao lado do mestre, por acharem difícil demais cumprir o que Ele pede. Mas o próprio Senhor Jesus disse (Mt 11.29-30) “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Jesus não disse para aprendermos dEle que não teríamos nada para carregar e seriamos livres para viver da forma que bem entendêssemos, pois isso é impossível. E é exatamente aí que muitos desistem de seguir Jesus e o abandonam, quando descobrem que existe um jugo suave e também um fardo leve para carregarmos. Esse jugo e fardo é o compromisso com a palavra de Deus, que nos faz enxergar as nossas fraquezas humanas, dependentes do perdão de Deus, em Jesus, e a necessidade de transformação de nosso caráter para podermos viver de acordo com a vontade de Deus. Reconhecer a necessidade de transformação, no mais profundo de nosso ser, a necessidade de nascer de novo e viver conforme a vontade de Deus, é carregar o jugo suave de querer agir de um jeito e fazer de outro, por amor e obediência à palavra de Deus. Negar a nossa velha natureza, que agia sem pensar em Deus, e passar a tomar todas as decisões de nossas vidas, pautadas na palavra de Deus. É carregar um fardo leve de obediência aos seus mandamentos que são eternos e infalíveis. Mas a tendência natural de todos nós é achar difícil demais e perguntar, como muitos de seus discípulos perguntaram antes de o abandonarem: “Dura é essa palavra, quem a pode cumprir?” Mas ao olharmos para Jesus, reconhecendo-o como o Filho de Deus, que foi enviado ao mundo para nos salvar, como o Mestre querido, que só nos ensina o bem, e que ainda virá buscar o povo que vencer todas as dificuldades que acharem pela frente, nesse caminho de obediência á sua palavra. Então somos fortalecidos para respondermos a esta pergunta (Jo 6.67) “Quereis vós também retirar-vos?” Em outras palavras, Jesus está nos perguntando: vocês também querem voltar atrás? Querem me abandonar por acharem difícil cumprir a minha palavra? Não sei qual será a sua resposta, mas espero que possamos juntos responder ao Mestre, exatamente o que Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus”. Não abandone Jesus! 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Provérbio 6.16-19

Provérbio 6.16-19
"Seis coisas que o Senhor aborrece, e a sétima Ele abomina: olhos altivos, Língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos"

Não devemos aborrecer o nosso Deus praticando qualquer destas coisas tão abomináveis para Ele. Lembremos de Pv 15:3 “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons”.

Para Deus, pecado é sempre pecado. Apesar disso, Salomão, com toda sua sabedoria dada por Deus, destacou seis atitudes que aborrecem ao Senhor e uma que Ele abomina. Deus abomina toda forma de conduta errada, pecaminosa, mas há algumas outras que antecipam seu juízo, como já foi dito, não por causa da gravidade do ato, pois para Deus é tudo igual, mas devido as características das pessoas que os praticam.


Os sete atos descritos em Provérbio 6.16-19, são cometidos por pessoas que conhecem o que é certo e sabem que estão agindo erroneamente, mas mesmo assim insistem em agir, ignorando a justiça de Deus.

A palavra de Deus em Romanos 1 descreve os mesmos das seguinte maneira:

v.29: “estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade; sendo murmuradores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, sem misericórdia; os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam”.

Para esse tipo de gente, a colheita vem prematura. Pv. 6.12-15: “O homem de Belial, o homem vicioso, anda em perversidade de boca. Acena com os olhos, fala com os pés, faz sinais com os dedos. Perversidade há no seu coração; todo o tempo maquina mal; anda semeando contendas. Pelo que a sua destruição virá repentinamente; subitamente será quebrantado, sem que haja cura.”

Então você pode pensar: - Eu sou crente, não tenho esses tipos de atitudes. Só que não há nada já nasça formado, e o que parece inofensivo para você no momento, uma pequena brecha que o Inimigo abriu, pode se tornar uma cratera se não for restaurado a tempo. Por isso vamos analisar cada um dos itens, refletir, ver se há algum vestígio dessas atitudes que possamos mudar em nossas vidas e vigiarmos para não deixarmos que as situações diversas nos levem a agir da mesma maneira.

1- Olhos altivos: Achar que é bom, que não precisa de ninguém, que todos são inferiores a você, se achar auto-suficiente, arrogante, soberbo. Prov. 16.18-19: “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda”. Cristo é a nossa rocha, o pilar central da nossa existência e do nosso sucesso. Enquanto nossas convicções, nossa fé, nossa vida estiver alicerçada Nele, nós estaremos firmes, mas a partir do momento que nós deixamos de nos apoiar Nele e passamos a achar que somos capazes de nos apoiarmos em nossa própria força ou sabedoria, tudo vem abaixo. Da soberba procede a rebeldia. Satanás se achou auto-suficiente, igual a Deus, logo, Deus o lançou fora do seu reino. Devemos saber que somos totalmente dependentes de Deus e que sem Ele nós nada somos e nada podemos fazer. Em Prov. 3.6 está escrito: “Reconhece-O(o Senhor) em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas”. 1ª Pe. 5.6: “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte”.

2- Língua mentirosa: Em Jo. 8:44 está escrito: “Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. Cl. 3.9: “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos” Ap. 22.15: “Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira”. O trecho nos deixa bem claro que não somente os que praticam, mas também aqueles que consentem com a mentira não herdarão o céu. Todo o crente verdadeiro tem que agir de acordo com a verdade, doa a quem doer. Jo. 8.32: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Sl. 91.4 “...a sua verdade é escudo e broquel”.

3- Mãos que derramam o sangue inocente: Após Davi ter adulterado com a mulher de Urias e ela ter engravidado, Davi deu ordem para que colocassem Urias na frente da batalha para que morresse e ninguém descobrisse seu pecado. Mas Davi se esqueceu de um detalhe, Deus estava vendo tudo. Urias era um soldado temente a Deus, leal ao rei e aos seus amigos, sincero e foi morto mesmo sendo inocente. Mais que depressa Davi arrependeu-se, voltou-se ao Senhor com o coração quebrantado e o Senhor o perdoou, mas, mesmo gozando de íntima comunhão com Deus, o castigo veio rápido e foi duradouro. (Ler 2ª Sm. 12.9). Seu filho morreu ao nascer, dois de seus filhos cometeram incesto, o filho Absalão matou seu irmão, tomou o reino de Davi e deitou com suas concubinas perante os olhos de toda a nação. Davi teve que fugir e só voltou após Absalão ter morrido. Imaginem que vergonha para um pai, para um rei, quanta tribulação passou Davi porque conhecia a verdade e desprezou a justiça de Deus. Nm. 14.18 “O Senhor é tardio em irar-se, e grande em misericórdia; perdoa a iniqüidade e a transgressão; ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração”.

4- Coração que maquina projetos iníquos: Pv. 27.19: “Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem”. O trecho deixa bem claro que a pessoa que trama o mal em seu coração, é mal por inteiro, e não está nem aí para o que Deus pensa a seu respeito. Mas o Senhor é justo, e acredite o homem ou não, ele faz justiça. Sl. 37.12-13 “O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes, mas o Senhor se ri do ímpio, pois vê que vem chegando o seu dia”.

5- Pés que se apressam a correr para o mal: 1ª Pe. 4.3-5: “Porque é bastante que no tempo passado tenhais cumprido a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias. E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós; os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos”. Mesmo sabendo o que é certo as pessoas preferem fazer o que é errado, o que dá prazer. Os manjares do mundo são mais deliciosos à vista, mas todos levam a morte. Muitos crentes acabam se envolvendo por que brincam com as coisas de Deus, têm lá no fundo, aquele desejo de experimentar os prazeres do mundo, por isso dão pequenos passos rumo à lama achando que são fortes o suficiente e, quando vêem, já estão atolados até o pescoço.

6- Testemunha falsa que profere mentira: Pv. 19.5 e 9: “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará”. “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará”. Como vocês podem perceber, no mesmo capítulo, com 4 versículos de diferença o autor profere a mesma sentença devido a tamanha gravidade que o Senhor atribui ao ato. Além do mais, o próprio Código Penal Brasileiro, conceitua como crime a prática de tal ato.

7- O que semeia contendas entre irmãos: Esta é a atitude que o Senhor abomina, a pior de todas as outras; Mas por quê? Se prestarmos bem atenção, veremos nas outras seis situações, que o agente ativo, aquele que pratica a ação, é o único que peca, e o agente passivo, é apenas prejudicado, mas não chega a pecar. Mas nesta situação não, a contenda é pecado, neste caso, quem semeia contendas entre irmãos, está fazendo o papel do Diabo, porque além de pecar, também conduz o outro a pecar. A pessoa que semeia contenda entre irmãos, que tem prazer em ver “o circo pegar fogo”, está completamente desviada da verdade e já cedeu seu coração totalmente ao inimigo. A contenda gera ódio, rancor, amargura, destrói a vida das pessoas que estão envolvidas e escandaliza aquelas que ficam sabendo. É por tudo isso que o Senhor abomina tal ação. Quantas vezes a gente acaba falando algo de alguém para outra pessoa só para ver se ela toma alguma atitude, às vezes até pensando que estamos fazendo o certo, porque a outra pessoa precisa saber, achando-nos justos. Mas a palavra do Senhor nos ensina totalmente o contrário, a andar como Jesus andou. Hb. 12.14: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Mt. 5.8-9: “Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.

Lembre-se: Ame o Senhor teu Deus de todo o teu coração, alma, força, entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo e terás a vida eterna.
Há uma promessa no livro de Provérbios 6:7 “Quando os caminhos do homem agradam ao Senhor, faz que até os seus inimigos tenham paz com ele”.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A DIETA DO GAFANHOTO E MEL SILVESTRE



MATEUS 3:4 – As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo, e ele trazia um cinto de couro na cintura. Seu alimento era gafanhotos e mel silvestre.

Passando os olhos por esta passagem Bíblica eu não pude evitar certa análise.

Voltei várias vezes e falei com Deus, para que Ele me dissesse o que queria de mim na interpretação de Mateus 3:4.

João... deserto...roupa de pele de camelo... gafanhoto... mel... e por fim: preparar o Caminho do Senhor. Tanta coisa que parecia ser simples, mas havia uma profundidade e uma análise contextualizada do texto.

Veremos:
Primeiro. João foi confundido como “Cristo” e até o próprio Jesus afirmou que “dos nascidos de mulher, ninguém era maior que João Batista”.

 Mas mesmo assim o intrépido e audacioso João disse que não seria digno de desatar as sandálias de Jesus, e mais, que ELE cresça, mas “eu” (João) não.

Esse é um dos maiores exemplos de humildade que eu conheço.
Então eu vejo relação entre a roupa humilde, a imagem humilde que corresponde à pessoa humilde.

Trazendo para nós: Não há como “preparar o caminho do Senhor” sem carregar a humildade genuína no coração.

Segundo. Morar no deserto significa passar calor e frio. Temperaturas altas (de cerca de 50 graus) e frio extremo (0 grau). Para nós: “Preparar o Caminho do Senhor” é passar por momentos inconstantes, momentos de altos e baixos, momentos de fervor e frieza espiritual... porém firmes.


Terceiro. Comer gafanhotos.

Bem, eu nunca comi um grilo sequer, muito menos gafanhoto, não venho de descendentes tailandeses. Porém, por mais que segundo Levítico 11:22 a dieta permitida por Deus ao povo de Israel continha gafanhotos, a imagem não é muito digerível e degustável.

A imagem que temos de gafanhotos é de serem animais terríveis. Temos a praga no Egito como exemplo, e mais, esse bichinho serviu de ilustração para um certo “exército” espiritual em Apocalipse cap.9. Ou seja... coisa boa não deve ser!

Pois bem, o Espírito de Deus me convida a pensar que DEUS TAMBÉM NOS ALIMENTA COM COISAS AMARGAS!

Sim, meu amado. Não pense que Deus aprimora o teu espírito ou alimenta a tua alma apenas com McDonald’s espiritual, com Porcão santo, ou quem sabe um dinner no Copacabana Palace celestial. Tem coisas difíceis de engolir, mas que nos fazem bem.
Então eu posso afirmar que: para “preparar o caminho do Senhor” também temos que nos alimentar e crescer com coisas amargas, com certas comidas com estética ruim, no entanto com alto valor nutricional.

Quarto e último. O melhor é agora. Finalmente a boa notícia.

Depois de mal vestidos, passar calor e frio, nos alimentar com insetos asquerosos... Deus nos dá mel silvestre!

Aleluia! O mel é sobretudo um produto natural puro, de riquíssimo valor nutritivo, é a fonte natural de bio-energia mais conhecida e complexa. Mel é também um meio curativo, tem efeito sobre todo o organismo, sendo calmante e desintoxicante.

Deus sabe de tudo absolutamente!

Queridos, venham comigo. Para “preparar o caminho do Senhor” é preciso ter energia! E ELE sabe disso! Deus adoça a nossa boca depois do sofrimento.

Amado, garanta isso e tenha a certeza de que, para anunciar a Salvação em Cristo e o Evangelho, você pode estar no deserto passando o pior aflito possível, mas chegará o momento em que O Senhor te dará mel. Mel para curar, fortificar... adoçar. Afinal, você está “preparando o caminho do Senhor” para a Sua volta!
E quem disse que isso seria fácil e gostoso de fazer?


Amém!







quarta-feira, 29 de agosto de 2012

AS RAPOSINHAS

“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor”. (Cantares 2:15)
A palavra de Deus nos exorta a apanhar as RAPOSINHAS, não deveríamos nos preocupar com as grandes raposas, em vez de pequenas raposinhas? Não deveríamos achar que as raposinhas são pequeninas inofensivas?
Caçar coisas grandes é fácil, porque vemo-las rapidamente, mas as coisas pequenas muitas vezes não aparecem, ficam escondidas.
As raposinhas são o único elemento negativo no cenário da primavera.
A raposa é um animal pequeno, mas causa grandes estragos, a bíblia diz que elas devastam (DESTRUIR, ARRASAR) as vinhas que estavam em FLOR (que iam começar a dar frutos, momento da fertilidade, que está por acontecer).
As raposinhas são animais astutos (esperto), elas conseguem enganar os cães urinando para confundir o olfato deles, com isso eles se atrapalham e perdem o rastro.
As raposinhas simbolizam demônios, que por ordem de satanás querem destruir a igreja que é a vinha do Senhor. Satanás e astuto, e ele começa a atacar a igreja com coisas PEQUENININHAS que aparentemente não causam danos.
Mas sabemos que é mentira, porque elas causam muitos estragos.
 Existem muitas situações que acabam invadindo as nossas vidas e a igreja, situações que às vezes não damos muita importância por serem pequeninas.
Deus quer que cada um de nós apanhe as raposinhas, está decretada a caça as raposas, e Deus tem nos dado todas as armas espirituais para vencermos todas as investidas de satanás.
1 – A FOFOCA, é uma raposinha, as pessoas normalmente não se incomodam com ela, muito pelo contrário acabam se envolvendo com ela.(MEXERICO INTRIGA). A fofoca é um veneno para a vinha, veneno estraga, mata, acaba com uma plantação. A fofoca causa aborrecimentos e inimizades (1 João 2:9-10). Todas as pessoas que rodeiam o fofoqueiro só têm um objetivo: Fazer fofoca. A fofoca mata relacionamentos (1 João 3:15).
2 – A CRÍTICA, (Examinar ou julgar censura, notar perfeição ou defeitos, dizer mal de, etc). Normalmente a crítica é fruto do ciúme e da inveja. Marcos 7:1-9,15-23 – Estavam criticando os discípulos, estavam presos às tradições e não conseguiam enxergar as coisas novas, estavam invalidando a Palavra de Deus. - O crítico invalida a Palavra de Deus, por causa da sua cegueira espiritual.
3 – A INVEJA, não deixa a pessoa prosperar, porque ela se concentra em possuir o que pertence à outra pessoa. Leva a pessoa ao descontentamento, nunca está satisfeita com o que possui. "Seja a vossa vida livre do amor a dinheiro e contentai-vos com o que tendes; porque Deus tem dito: De maneira alguma, te deixarei, nunca jamais te abandonarei" (Hebreus 13:5).
"Estes são os caminhos de todo o que anseia pela cobiça; ela rouba a vida dos que a possuem" (Provérbios 1:19)
"Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e justa, mas não há da parte do rei quem te ouça. E Absalão falava mais: Ah! quem me dera ser juiz na terra, para que viesse ter comigo todo o homem que tivesse demanda ou questão, para que eu lhe fizesse justiça" (2 Samuel 15:3-6) causa divisões, fofocas, intrigas.
4 – A MURMURAÇÃO, é uma queixa é um lamento.O murmurador é aquele que se queixa de tudo. Está também sempre descontente com pessoas ou situações. É um ingrato, a ingratidão leva a murmuração. Ele murmura contra a autoridade delegada por Deus (1 Samuel 8:4-7). Os murmuradores não entraram na terra prometida, não conseguiram a benção.
Temos que apanhar as raposinhas, não podemos deixar que elas devastem a vinha do Senhor

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Você é um carrinho de controle remoto ou um carrinho de bate e volta?



Atos 16. 9 ao vers.36 

Quando no cárcere escuro, Paulo e Silas se encontravam orando e louvando, houve um grande terremoto, de modo que as correntes arrebentaram, ou seja um momento de libertacao. Eles tinham de tudo para estarem deprimidos, chorando , murmurando , e questionando. Muitas vezes não compreendemos o porque de tantas coisas que ocorrem conosco, os namoros que não deram certo, pessoas que nos ofenderam, o momento de tristeza que nos acompanharam, mas é um momento em que Deus está nos moldando.

Sobrenaturalmente as correntes se soltaram, o carcereiro ficou assustado querendo suicidar-se, pois algo estranho estava acontecendo. Mal sabia ele que a salvação estava chegando para a sua vida, para a sua familia, e porque não dizer para os presos.

Este texto me faz refletir da seguinte forma , guiados pelo Espírito Santo, começo a imaginar quando era criança, e lembrar dos carrinhos de controle remoto. Os discípulos são carrinhos, assim como nós, os controles remotos estão nas mãos de Deus, Ele está no comando de todas as coisas. A gasolina do carrinho são as nossas orações. Paulo e Silas oravam, ou seja abasteciam o carrinho, quando o tanque encheu , eles ligaram o carro, houve um grande terremoto, as correntes se soltaram, libertação, e o carrinho de Deus andou.

O que quero dizer, é que Deus fala a Paulo e Silas, passa a Macedônia, em Trôade, entra a direita, sobe , desce , faz isto , aquilo, ou seja guiados pelo Espírito Santo.

Quando a pessoa nao é guiada pelo Espírito Santo, ela é um carrinho bate e volta, aquele carrinho que não tem controle remoto, e vive batendo na parede, na cadeira, ou seja por onde anda. São pessoas que vivem dando socos em pontas de facas, não oram, não pedem a Jesus a direção certa, por isto estão sempre chorando, tristes, deprimidas, a espera das pessoas que são guiadas pelo Espírito Santo. Aqueles homens no cárcere, eram carrinhos bate e volta, mas ao ouvir as orações, os louvores , o grande terremoto aconteceu em suas vidas. A libertação chegou, seus pés e suas mãos já não estavam mais presas, podiam agradecerem a Deus, louvarem , a salvação chegou, glória a Deus..

Logo que o carcereiro aceitou a Jesus Cristo como único e suficiente salvador, ele cuidou das feridas nas costas de Paulo e Silas, ocorridas devido aos acoites, as chicotadas.

Quando aceitamos a Jesus Cristo, ele cuida das nossas feridas, das magoas, das tristezas, de todo o mal que atormentava nossos corações. Lavando nossas feridas, indo onde nenhum psicólogo, terapeuta pode ir, no profundo dos corações, pois Jesus Cristo é o medico dos médicos, somos os seus filhos, ele é o nosso arquiteto, que nos guia e nos direciona. Por tanto, seja um carrinho de controle remoto, não queira ser um carrinho bate e volta.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

COMO VER OS VIDEOS DOS CULTOS

A PAZ DO SENHOR JESUS A TODOS OS IRMÃOS, AMADOS A DIREITA DO BLOG TEMOS
A TV UNIDOS USTREAM ONDE TODAS AS SEGUNDAS, QUARTA E DOMINGO PELA MANHÃ E A NOITE ESTAREMOS TRANSMITINDO OS CULTOS AO VIVO
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http://www.ustream.tv/channel/igreja-unidos-em-uma-so-fe/videos

O PEIXE DE CAFARNAUM

 Cafarnaum, significa Aldeia de Naum, era uma cidade portuária, a beira do Mar da Galiléia. Com muitas tendas de mercadores, havia muitas pessoas andando pra lá e pra cá, em busca de produtos que, certamente, só ali encontrariam: especiarias, temperos, tecidos, jóias.
A troca de câmbio, das mais variadas moedas, era uma constante naquela pequena, porém povoada cidade. Ouvia-se ao longe os gritos dos vendedores chamando seus fregueses, abordando-os nas estreitas passagens que havia entre o turbilhão de tendas existentes no local. O tilintar das moedas era um som agradável aos ouvidos daqueles que, para garantir o sustento de sua família, ia até o porto de Cafarnaum vender seus produtos.
Como vários ali, um homem não se destacava, em especial, da multidão de transeuntes que movimentava o frenético ir-e-vir do mercado local, a não ser pela desventura de, num de seus dispendiosos movimentos para atrair a atenção do povo, ter esbarrado na sua bacia de barro, onde guardava as moedas que ia recebendo como pagamento pela venda de seus produtos, e as esparramou todas pelo chão. Num momento de susto, abandonou sua estratégia de divulgação comercial e passou a, rapidamente, recolhe-las no chão. Porém uma, das maiores que havia recebido naquela manhã, viu descendo a rua, saltitando entre as pedras e caindo diretamente no Grande Lago, chamado Mar da Galiléia. Era uma moeda de prata chamada Estáter, que valia o equivalente a quatro Drácmas, ou quatro dias de trabalho.
Aquilo entristeceu o comerciante. Tinha sido a melhor venda daquela manhã, e uma das melhores da semana! E agora, por um descuido de sua parte, o Estáter caiu no lago. Desanimado ele retoma seu labor, com menos ânimo agora, pesando na sua consciência a perda da maior moeda.
 Próximo dali, em meio às pedras submersas, dos palanques do cais, dos lixos jogados no fundo do Lago, havia um peixe, que por hábito, passeava por aquelas águas, em busca de alimento. Nada havia de anormal em sua vida, que o tirasse daquele rotineiro passeio matinal no porto de Cafarnaum, em busca de seu desjejum. Ficava ali, esperando que algum mercador de peixes jogasse os restos mortais dos animais apanhados e limpos para a venda, tornando assim um delicioso banquete para aqueles que tiveram a sorte de não terem sido apanhados por aquelas redes. Os restos de frutas também lhe eram os preferidos: suculentos figos, pedaços de tâmaras e deliciosos damascos! Porém os mais disputados eram as migalhas de pães que as crianças jogavam na água, para ver o fervo dos peixes junto à margem.
Mas naquela manhã ele não queria participar da festa em disputar as migalhas de pão. Queria um pouco de sossego, e nadou para águas mais tranqüilas, beirando o porto, onde haviam muitos barcos ancorados. De repente seus olhos parecem não acreditar. Algo atraente, brilhoso, lindo vinha em sua direção, como se fosse um grande pedaço de pão cintilante que descesse dos céus e caísse no Mar da Galiléia. Mas do que depressa, esforçou-se ao máximo para abrir sua boca e num gesto ligeiro e destro, abocanhou, mas não conseguiu engolir aquilo que, sem saber, era uma grande moeda de prata, chamada Estáter.
Feliz, com a pesada moeda em sua boca, nadou para um pouco mais longe dali, a fim de tentar engolir e fazer a digestão de seu suntuoso café da manhã quando, agora, avista outra coisa suculenta em sua frente: uma deliciosa minhoca, posta em um anzol. O peixe pensou: “deve ser o meu dia de sorte!” e rapidamente abocanhou aquela deliciosa iguaria. Por um segundo, sentiu um forte puxão, seu corpo esguio foi arrancado com violência da água. Tudo rodou e já não conseguia saber o que estava acontecendo. Seus pensamentos rodavam em sua pequena cabeça. “Será esse o fim, que todos comentam?”. Num último esforço, já sem poder respirar, consegue abrir seus olhos. Vê na sua frente à face de um homem sisudo, com o rosto castigado pelo sol, olhando curiosamente para ele e abrindo sua boca, retirando a moeda. No seu rosto, um sorriso. Seu nome: Simão Pedro.

“Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas drácmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas drácmas? Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra impostos ou tributo: dos seus filhos ou dos estranhos? Respondendo Pedro: Dos estranhos, Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos. Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti”. (Mt. 17: 24-27).

Muitas pessoas hoje em dia estão em um desses dois caminhos: o de Simão Pedro, que apesar de estranha a ordem de Jesus, obedeceu e o fez; e o do peixe de Cafarnaum, que abocanhou algo que não podia engolir, e mesmo com a boca cheia, quis mais.
Simão Pedro já havia estado ao lado do Mestre por muitos dias, sabia de suas capacidades divinas, de Seu Poder e Autoridade. Por isso, não exitou ao receber a estranha ordem, de ir ao Mar da Galiléia, lançar o anzol na água, puxar o primeiro peixe que fisgasse, abrir-lhe a boca e retirar dela um Estáter, uma grande moeda de prata que daria para pagar o imposto do Senhor e dele. Pedro, experiente pescador, já havia pegado milhares de peixes. Normalmente esses peixes que viviam das migalhas do porto tinham coisas interessantes dentro de seus estômagos, pois eram acostumados a engolirem tudo o que viam caindo, mas Pedro jamais tinha visto um peixe com uma moeda tão grande ainda dentro de sua boca. Parecia realmente uma loucura fazer aquilo, mas ele o fez! Acreditava nas Palavras de Jesus, sabia que, por mais insano que parecesse aquela ordem, aquilo iria realmente acontecer. Pedro precisou apenas crer na Palavra do Senhor e se DISPOR a fazer aquilo que Ele o tinha ordenado. Quantas vezes o Espírito Santo de Deus nos dá uma ordem, mas por parecer “estranho” aos nossos conceitos pré-estipulados do que é normal ou bom para nós, desapontamos ao Senhor e não obedecemos à ordem dada pelo Espírito Santo de Deus. Quantos de nós ainda hoje vivem como se nada Deus requeresse de nós?! Pedro já havia provado do poder de Deus, na noite em que Jesus andou sobre o mar. Pedro não iria mais duvidar. Por que maior loucura do que aquela de andar sobre as águas?! Algo que ele jamais havia imaginado acabara de acontecer, bem diante de seus olhos e ele mesmo pode provar um pouco daquilo. Quando duvidou, imediatamente as barreiras do milagre se romperam e ele submergiu. Pedro decidira não mais duvidar do Mestre, custe o que custar. Sabia que a dúvida era algo que impedia o milagre de acontecer. “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu Nome expelirão demônios…” (Mc. 16: 17). Os sinais acompanham a quem é servo do Senhor Jesus Cristo, a quem tem autoridade no Nome de Jesus (Mt. 10:1) e àqueles que CREREM NOS SINAIS do Senhor. De nada adianta você crer no Senhor, ter a autoridade no Seu Nome mas não acreditar que os sinais vão se realizar, não crer que os demônios serão expulsos ou – pior! – não acreditar que eles sequer existem e são expulsos pela Autoridade do Nome de Jesus.
Muitos ainda são como aquele peixe, de Cafarnaum. Ficam vagando por entre o lixo, por entre o entulho, nos lugares onde o mundo despeja os restos mortais das pessoas, os dejetos espirituais, as migalhas sociais. E se deliciam com isso, transformando esse macabro prato de morte em um delicioso banquete. Ficam iludidas vagando no meio da ruína, esperando que um dia “a sorte baterá a sua porta”. Acham realmente que ali, no meio da sujeira, poderão encontrar algo que lhes possa saciar a alma.
Vamos esquecer, por um instante, que aquele peixe foi o objeto de um milagre, utilizado por Deus, na Sua Divina Misericórdia. Vamos analisar a situação de pessoas que se encontram numa vida vazia e sem rumo, buscando a felicidade onde não podem encontrar e utilizando-se de falsos valores para suprir a ausência de amor em suas vidas. Não obstante, existem pessoas que no meio do lixo podem encontrar algo bom. Quando seus olhos avistam alguma coisa que – enganosamente – parece ser boa e agradável, mas é algo que não podem suportar. Abocanham aquilo e não podem engolir, e ficam por aí passeando com o pecado na boca (Tiago 1:26). Mesmo tendo, supostamente, achado algo bom e agradável, não se contentam com aquilo e querem mais. Ao ver outra oferta do mundo, abocanham sem pensar e são tragados, por causa da sua cobiça e ganância (Hb. 13:5).

Em qual dos dois caminhos você está?! No caminho de Pedro ou no caminho do peixe de Cafarnaum? Pense nisso, em Nome de Jesus.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Levante a cabeça

 

Levante a cabeça olhe para o céu, imagine o tamanho do Deus que lá habita. Imagine o tamanho do amor que ele tem por você. Deus ama você, ainda que você não o conheça ele te guarda, Deus é fiel e não mente, Deus não faz acepção de pessoas, por isso oferece a salvação a todos, por intermédio do Senhor Jesus, o qual foi crucificado no calvário em nosso lugar, para que o pecado fosse tirado do mundo. E nós fossemos libertos, o inimigo trabalha dia e noite sem cessar, para destruir a nós, coroa da criação de Deus.

A fúria é grande, porque o inimigo já tem o seu tempo determinado, e ele está desesperado, assim seu objetivo é perverter o mundo ( veja a televisão ), desviar o crente do caminho de Deus e espalhar destruição. Levante a cabeça, olhe para o alvo que é Jesus, não deixe nada o(a) afastar do amor de Deus, não te desvies nem para esquerda, nem para a direita fique na presença do Senhor, confie no seu poder e na sua misericórdia, não se abata com os obstáculos, sem luta o crente não cresce, pois é através das lutas, que o crente aprende a ser paciente, obediente, e exercitar o poder da oração.

Quando passar por provas, ore, ore muito, Deus sabe de todas as tuas necessidades, mas ele quer te ouvir clamar de coração aberto, sincero, abra o teu coração, deixa Deus dirigir os teus passos, agindo assim, o inimigo fugirá de você, porque se colocando sob a vontade de Deus, você estará revestido de autoridade. Deus quer que nós resistamos as investidas do inimigo, que não deixemos brechas para ele.

Levante a cabeça, olhe o teu Deus, olhe o Senhor Jesus, que está voltando, e quer te ver fazendo parte do seu corpo. Creia, ore, limpe o seu coração, ame ao teu irmão, ame acima de tudo ao teu Deus, e ele te recompensará.

Não pense que só materialmente, o Senhor te abençoa espiritualmente, transformando o teu ser, enterrando a velha criatura, e fazendo tudo novo em sua vida. Levante a cabeça, veja quão grande é o amor que Deus tem por ti.




terça-feira, 5 de junho de 2012

CRISTO NOSSO MODÊLO

Há momentos em que as melhores motivaçõe: delicadeza, boas maneiras no convívio com os outros são deficientes, não nos convencem que devemos perdoar, de recomeçar tudo de novo.

Através do nosso amor por Ele começamos a ter vontade de: imitá-Lo, servi-Lo e sermos em " Tudo " semelhante a Ele, de Cristificar sempre mais a nossa vida, para que possamos perdoar de todo coração, todos que nos ofendem, pois só assim o Pai do céu nos perdoará.

Não estamos seguindo Jesus, quando queremos seguir nossas próprias idéias, nossa opinião de que as coisas devem ser assim e não de outra forma. Nós devemos fazer a vontade de Deus, é prá isto que nascemos de novo. Jesus disse: " Mas que não se faça o que eu quero, mas o que tu queres"(Mc 14,36). Nossa vida Cristã deve ser uma vida de docilidade ao Espírito Santo, na qual as nossas durezas devem amolecer-se, para tornarmos semelhante a Ele. " Eu sou manso e humilde de coração"(Mt 11,).

Quando dizemos que somos de Jesus, todos esperam que sejamos modelo. Da forma como vive e age um filho de " Deus. "Se dissemos que temos o Espírito Santo, e agimos como qualquer pessoa que não crer"! Que modelo somos? Nosso templo e morada do Espírito Santo está em comformidade com a palavra? Como estou passando Cristo para os outros? Estou sendo luz, através do meu testemunho de vida?

Espero que esta simples reflexão, venha ser benção em suas vidas, para que assim o nosso Jesus seja glorificado, por meio do testimunho de nossas vidas.

Em Cristo, com amor.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Existe crítica contrutiva?

Crítica vem do grego ckritike, que quer dizer "apreciação minuciosa". Significa processo de purificação. Dizem os entendidos que a palavra origina-se na prática de purificar o ouro: trata-se de derreter (destruir) o minério bruto e natural, a fim de retirar suas impurezas, para aproveitar somente à parte purificada, para que o minério adquira valor.
Por isso, aprendemos desde cedo a rejeitar a palavra crítica, entendendo-a de como uma expressão negativa.
Existem dois tipos de críticas: aquelas que todos estamos acostumados a associar a algo negativo, chamadas de "críticas destrutivas"; e as que têm como objetivo, encorajar a pessoa a melhorar, reforçar e desenvolver aptidões, a esta critica chamamos de crítica construtiva ou "feedback".
Uma das funções mais exercitadas na vida de qualquer ser humano é a crítica. Cultivamos o hábito de apontar erros, enxergar falhas, descobrir defeitos. Observando o gesto correspondente à crítica (um dedo apontado para frente e três em nossa direção), é importante notar que ele nos orienta para a autocrítica.
A crítica nunca é bem recebida, nunca é bem aceita porque o nosso ângulo de tolerância é muito reduzido, é muito escasso, o que nos faz discordar na maioria das vezes da opinião do outro, a nossa opinião sempre é a mais certa, é a mais lógica, é a mais inteligente. Quanta pretensão!
Devemos aprender a tirar a carapuça de eterna vítima injustiçada e alem de aceitar, compreender a crítica, que pode ser extremamente construtiva tanto para o lado pessoal quanto profissional.
Em minha opinião o grande problema não é a critica propriamente dita, mas "quem" a está fazendo e a tônica que está sendo utilizada.
Existem momentos certos para se fazer uma critica, e no calor do expediente ou da situação com certeza não é um deles. Já não é fácil fazer críticas construtivas, imagine quando estamos intoxicados emocionalmente pela pressão diária por resultados e perfeição. Neste ambiente toda a forma de critica se torna destrutiva, e acaba se transformando numa forma de bronca.
A crítica construtiva se caracteriza por apresentar o lado positivo, deve funcionar como uma alavanca para o desenvolvimento da outra pessoa e não simplesmente falar mal do trabalho ou da atitude do outro. A critica deve ser uma ferramenta de desenvolvimento e não de punição. A pessoa deve perceber que a critica tem fundamento e lhe ajudará em seu desenvolvimento pessoal ou profissional e não está sendo utilizada como ferramenta de manipulação e poder.
A crítica construtiva deve sempre deixar uma sensação de euforia e vontade de se reinventar, acertar aquelas arestas que ainda denunciam algumas imperfeições. Faz com que agradeçamos aquela pessoa que nos abriu os olhos contribuindo para o nosso sucesso, de forma desprendida e desinteressada.
Já a crítica destrutiva, é amarga, descortina medos e anseios pessoais, pode deixar seqüelas psicológicas nós faz sentir envergonhados por tentarmos fazer qualquer coisa de útil. A crítica destrutiva congela futuras pretensões de fazer a diferença. Nos torna medíocres e temerosos.
Uma critica nunca deve humilhar ou abalar a auto-estima de alguém, pois ninguém que se julga um incompetente traz retorno.
A pior de todas as críticas é sem dúvida a crítica destrutiva, disfarçada de crítica construtiva.
Um espetacular exemplo sobre a questão da critica foi dado por um pastor que falou sobre o assunto aos seus fieis.
O pastor compareceu ante o auditório superlotado, carregando uma caixa. Após cumprimentar os presentes, retirou tudo de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca. Em silêncio, acendeu uma poderosa lâmpada, enfeitou a mesa com dezenas de jóias e várias dúzias de flores. Logo após, apanhou da caixa diversas figuras de inexprimível beleza, representando motivos edificantes, e enfileirou-os com graça. Em seguida, situou na mesa um exemplar do Novo Testamento em capa dourada.
Depois, assombrando a todos, colocou no centro da mesa um pequeno sapo. Só então iniciou sua apresentação, perguntando:
- O Que vocês vêm aqui, meus irmãos? E a assembléia respondeu, em vozes discordantes:
Um bicho! Um sapo horrível! Um animal nojento! Um pequeno monstro!
Esgotados os comentários, o pregador concluiu:
- Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Não enxergastes o forro de seda lirial, nem as flores, nem as jóias, nem as preciosidades, nem o Novo Testamento, nem a luz faiscante que acendi. . Vistes apenas o diminuto anfíbio...
E concluiu sorridente: Nada mais tenho a dizer...
No exemplo acima percebemos que na maioria das vezes não enxergamos o quadro geral apenas nos atemos aos detalhes que nos "saltam" aos olhos. Transformando processo da critica em um ponto de vista pessoal baseada em nossas próprias crenças, valores e preconceitos.
Não minha opinião não existe "crítica positiva", é uma visão míope e imprópria: crítica positiva não é critica é elogio maquiado, o valor da crítica está em sua face negativa, não há como criticar sem desconstruir. A crítica está ligada ao nobre processo de purificação. Ou seja, a destruição.
Eu não conheço ninguém que goste de ser criticado, mas também não conheço ninguém que não goste de criticar. A critica tende a demonstrar o erro e as pessoas não gostam de admitir que estejam erradas.
Como disse Schrevelius "Criticar, todos sabem".
A questão se concentra em "como" e "quem" está fazendo esta critica.
O "como" é caracterizado pelo ambiente, momento, tom de voz, fatos apresentados e etc. Já o "quem" se resume simplesmente a confiança, se você respeita e acredita naquela pessoa está lhe dizendo isso ou aquilo.
Essa equação raramente "fecha", pois as pessoas geralmente não esperam para despejarem suas criticas sobre alguém, fazem isso nos momentos mais impróprios, de modo autoritário e muitas vezes sem dados suficientes que sustentem o que estão falando, tornando a critica numa acusação. O fato de que mais de 90% das criticas que você recebe derivam da sua família, professores, Igrejas e chefes e que a hierarquia não vem necessariamente acompanhada de confiança, ou seja, estas pessoas possuem o poder, mas nem por isso gozam de sua confiança cria uma situação extremamente conflitante em relação aos benefícios das criticas.
As pessoas entendem como "Crítica Construtiva" aquela atitude de "aconselhar", mostrar as "falhas" do outro, para que ele melhore. É a prática de apontar o certo e o errado na vida de outras pessoas.
Mas, eu lhe pergunto: como alguém pode definir o que é certo ou errado, para outra pessoa? È muita prepotência de cada um de nós acreditar que somente nós estamos certos e que errado é sempre o outro, e por isso ele deve mudar.
Comportamos-nos como juizes de outra pessoa a ponto de querer que a nossa verdade seja a verdade do outro. Vivemos em uma época cheia de futilidades onde as pessoas defendem apenas seus próprios interesses, quem diz que você não esteja fazendo isso!
As pessoas são livres e têm o direito de não se comportar como querem os outros! De não querer se comportar de acordo com os "padrões pré-estabelecidos". Ninguém deve lhe impor outros padrões em nome de alguma pretensa verdade.
A crítica é um processo destrutivo que gera novas possibilidades de reconstrução. Essas possibilidades podem pender para a Edificação ou para a completa Aniquilação-Destruição. A Crítica é apenas o primeiro passo de um processo destrutivo. O passo seguinte já não é mais parte da crítica. Como no efeito dominó, é só uma conseqüência de algo iniciado pela crítica.
Por isso é essencial ter e manter opiniões próprias, para assim fugir do pensamento universal, onde todos são iguais. Esta uniformização é um dos caminhos mais curtos para eliminar o pensamento.
Toda a critica antes de construtiva é "desconstrutiva" por natureza, obrigando que você reveja seus princípios e atitudes. Antes de construir você tem que destruir para somente depois reconstruir.
Então muito cuidado quando fizer e receber críticas.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O ENCONTRO COM DEUS

O ENCONTRO COM DEUS

Gênesis 32.22-32


Introdução

Nesta mensagem, quero compartilhar com você esse texto da Bíblia, que fala do encontro de Jacó com Deus.

Há encontros que são tremendos! Eu sempre me emociono quando um programa de TV localiza um filho ou uma filha, ausente de casa 20 anos... 20 anos sem ver pai, sem ter notícias da mãe... 20 anos sem conhecer os irmãos, então, depois de todo esse tempo, é promovido o encontro dos dois: do filho com seus pais ou, da mãe com sua filha... Ah! como são emocionantes esses encontros! Geralmente, até o índice da audiência desses programas, sobe em momentos assim...
Mas, talvez você não faça idéia, o encontro mais tremendo de todos, é o encontro do homem com Deus... é o encontro da criatura com o Criador.

Algumas coisas acontecem quando nós nos encontramos com Deus... eu quero mostrar essas coisas.
A primeira coisa que o texto mostra, é que: Quando você tem um encontro com Deus:

Você É Quebrantado

Deus deslocou Jacó... lemos no v.25: “...tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa”. Deus quebrantou Jacó...

A primeira coisa, portanto, que o texto aponta é essa: o quebrantamento.

Quebrantamento é algo humilhante e doloroso; é quando o nosso obstinado e resistente EU é quebrado, perdendo seus direitos, deixando sua glória e assumindo de diante de Deus o seu verdadeiro lugar.

Essa é a primeira coisa que nos acontece quando nós temos um encontro com Deus. Deus nos quebranta.

E na Bíblia, lemos que quem tem o coração quebrantado, tem a Deus por perto.

No Sal 34.18, lemos isto: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido”. E no Sl 51.17, lemos que: “...um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás”.

Quebrantamento fala de a gente vencer o orgulho, a soberba... a independência... mas a gente só vence, nós somente vencemos, quando deixamos Deus nos vencer.

Enquanto permanecemos achando que não dependemos de Deus, que não devemos obediência a Deus, e que podemos viver guiados por nossa própria vontade, não estamos no ponto de Deus nos abençoar.
Mas quando você tem um encontro com Deus, você é desarmado... você não tem glórias para contar... você não tem merecimentos... isso quebranta você...

E quando você é quebrantado, então, Deus surpreende você... Ele fica mais perto e passa a inundar a sua vida com o Seu poder.

Foi compreendendo isso que uma irmã declarou certa vez: “Quanto menores formos, mais espaço Deus terá”.
Uma pessoa quebrantada é como aquele ponto mais baixo no chão... as águas sempre procuram o ponto mais baixo e lá se estocam... pois é assim que se passa conosco: no momento em que Deus achar você humilhado, achar você vazio de si mesmo e, quebrantado, esse será o momento em que a glória de Deus vai vir e o poder de Deus inundará a sua vida! Aleluia!

Isso é quebrantamento.

A segunda coisa que lemos nessa passagem, é que quando você tem um encontro com Deus:
Você Passa a Não Abrir Mão da Bênção

É quando, no v.26, lemos que Jacó disse: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.
Isto nos mostra que Jacó, tendo um encontro com Deus, não abriu mão da benção de Deus sobre a sua vida.
Ele já estava quebrantado... já havia se visto só e desamparado... sem méritos... então clama intensamente: “Oh! Deus, não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.

Há coisas na nossa vida que podem esperar... às vezes é a compra de um carro, de um terreno, de um curso de vestibular... de uma viagem... um computador, uma reforma em casa...

Sonhamos com cada uma dessas coisas, mas elas podem esperar até que chegue uma hora mais oportuna... podemos, até mesmo, se necessário, abrir mão de cada uma delas!

Mas nós, não podemos abrir mão da benção de Deus sobre nossa vida. A Bênção de Deus é inegociável – devemos querê-la a todo custo!
Sim, há coisas muito importantes, mas que não são mais importantes do que isto: a bênção de Deus sobre a nossa vida... por isso que Jacó disse: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”.
A terceira coisa que acontece quando você tem um encontro com Deus (...a primeira é quebrantamento, a segunda é a benção de Deus), a terceira coisa que notamos aqui, é que:
3- Você Tem o Seu Caráter Mudado Por Deus
Lemos aqui na Bíblia, v.28, que Deus mudou o caráter de Jacó.

Porque lemos isto: “Qual é o seu nome?” ...era Deus perguntando, e quando Deus pergunta pra ele “qual é o seu nome?”, ele diz “é Jacó... O meu nome é Jacó”.
Nesse tempo da Bíblia, a pessoa recebia o nome que caracterizava o seu caráter. O nome do homem aqui era Jacó... um nome que significa “suplantador, enganador”. Jacó significa pisar, levar vantagem... esse era o nome do caráter de Jacó.
Deus pergunta o nosso nome!
E sabe, para Deus, mais importante do que o nome da nossa identidade, mais importante que o nome do nosso RG ou da nossa Certidão de Nascimento, é o nome do nosso caráter.

Então, quando Deus perguntou pro homem: “Qual é o seu nome?” e ele disse: “É Jacó”, isto é como se ele estivesse dizendo pra Deus: “eu sou enganador... eu sou aquele que mete os pés, que se impõe, que tira vantagem...”.

Mas Deus disse pra ele [aleluia!]: “De hoje em diante, não te chamarás mais Jacó, mas Israel, filho de Deus, príncipe de Deus!” ...é Deus mudando o nosso caráter.

Eu creio que Deus está confrontando você e perguntando: “Qual é o seu nome?”.

E Deus não quer que você diga qual é o nome da sua identidade, mas o nome do seu caráter.
O que você responderia a Deus?

Meu nome é mentiroso? ...porque tenho mentiras: minto para meu marido/esposa... minto para meus pais... minto para a igreja... e minto nos negócios...

Qual é o nome do seu caráter? ...Deus pergunta, e o que você diria?

Meu nome é estúpido? ...porque sou grosso como pai, ou uma mãe ignorante...
Meu nome é desonesto? ...porque vendo gato por lebre, sonego, roubo do patrão...
Ou você diria: Meu nome é adúltero? ...porque tem "casos" extraconjugais que ninguém sabe...
Agora, Deus só muda o nome do nosso caráter, se a gente tiver a coragem de admitir pra Ele qual é esse nome.

Há uma história, muito conhecida, de um general chamado Alexandre - Alexandre, o Grande. Conta-se que quando o general Alexandre estava passando a sua tropa em revista (exigente como era, muito rigoroso), ele observou que havia um soldado que não estava em posição de sentido, que não estava bem trajado... e o general, Alexandre – O Grande, perguntou pra ele: “Soldado, qual é o seu nome?” O general Alexandre, olhando aquele jovem, ouviu dele a resposta... o jovem, gaguejando respondeu: “A-A-Alexandre, senhor”. Alexandre, o Grande, tornou a perguntar: “Soldado, qual é o seu nome?” E ele disse: “A-a-a-lexandre, senhor”. Então, o general falou: “Soldado: ou você muda de nome, ou muda de posição”.

Muitas vezes, Deus pergunta qual é o nosso nome, e nós respondemos: “Cristãos, Senhor... Meu nome é cristão, certinho... o tipo que é de casa pro trabalho e do trabalho pra casa...”
Mas, Deus, talvez, tenha que dizer pra nós: “Ou você muda de nome ou muda de posição”.

  É isto, exatamente, o que Deus mais quer fazer em nós: mudar o nome do nosso caráter – de enganador, Deus quer nos fazer conhecidos com um novo nome: filhos de Deus, príncipes de Deus!
No encontro do homem com Deus, portanto, é assim: Deus quebranta o nosso coração, Deus nos abençoa, Deus muda o nosso caráter...

E, em último lugar, esse texto da Bíblia, no v.31, mostra que Jacó mancava da sua coxa... isso quer dizer que, num encontro com Deus:

4- Você Passa a Andar Diferente

No v.31, lemos: “Ao nascer do sol atravessou Peniel, mancando por causa da coxa”.

Isto significa dizer, que Deus altera a nossa forma de andar... a gente passa a caminhar diferente.
O nosso comportamento é mudado, as nossas atitudes são mudadas, são transformadas, a partir do nosso encontro com Deus.
Jacó, antes de ter seu encontro com Deus, vivia suplantando, enganando... porém, com o encontro com Deus, ele se torna príncipe – o significado disso é que todos podiam notar a marca de Deus na maneira como, agora, Jacó vivia.

Conclusão

Você ouve esta palavra... eu queria que você refletisse e pensasse, se você deseja ardentemente ter um encontro com Deus.

Saiba que a primeira coisa que vai acontecer na sua vida, é que Deus vai quebrantar o seu coração.
  A segunda coisa é que você não vai abrir mão da benção de Deus na sua vida.
A terceira coisa é que Deus vai mudar o seu caráter, mas não se esqueça: Deus só muda o nome do nosso caráter, se a gente tiver a coragem de admitir pra ele “Qual é nosso Nome”.
E Deus, talvez, esteja perguntando pra você “qual é o seu nome?”

Jacó respondeu “suplantador, enganador” ...mas Deus mudou pra Israel, príncipe, filho de Deus!
Talvez, você tenha que dizer o mesmo nome, ou outro nome do seu caráter... mas Deus quer mudar.
Em último lugar, Jacó mancava, Jacó passou a andar diferente.

As pessoas percebem essa mudança, esse quebrantamento, essa benção de Deus na sua vida...
As pessoas irão perceber que Deus mudou seu caráter, porque você está andando diferente... e quando perguntarem pra você, “O que aconteceu?”, você vai dizer: Eu tive um encontro com Deus.

domingo, 22 de abril de 2012

MARCAS DO CRISTÃO


 
MARCAS DO CRISTÃO
Gálatas 6.17
Este versículo da Palavra de Deus nos mostra de forma clara, o alto preço que o Apóstolo Paulo pagou por proclamar o nome de Cristo. Paulo sofreu grandes perseguições, sofreu açoites, prisões e muitas outras dificuldades por ser um servo de Deus autêntico e proclamador do nome de Cristo. Diante de tais realidades vividas, ele como que num desabafo afirma: Ninguém me moleste, pois eu trago no meu corpo as marcas de Cristo. Paulo não apenas falava de marcas espirituais, mas também de marcas literais em seu corpo que havia sofrido por amor a Cristo. Que marcas o Cristão deve carregar em sua vida como servo de Deus?
I – A Marca do Amor. (Mt. 22.37-39)
Esta é uma marca fundamental na vida do Cristão. Como dizer que é um crente se não há demonstração de amor nesta vida. Deus é Amor! Quando se aceita a Jesus como Salvador, o crente recebe o Dom do Espírito Santo. (Ef.1.13,14) O próprio Deus através do Seu Santo Espírito, passa a habitar nesta vida. Logo, o Caráter de Deus passa a ser revelado na vida do crente. O Amor de Deus passa a reinar nesta vida. Amor para com Deus e também para com o próximo. Pergunta-se: Esta marca tem sido uma realidade em nossas vidas? Temos amado ao Senhor com toda a nossa força, com todo o nosso entendimento e amado ao nosso próximo como a nós mesmos? Se pregamos que amamos devemos acima de tudo, demonstrar que amamos. Esse é o grande querer de Deus para com as nossas vidas.
II – A Marca do Testemunho. (Mt.5.16)
Outra marca maravilhosa na vida do Servo de Deus, é a do Testemunho. Como crentes precisamos brilhar neste mundo cheio de pecados. Precisamos influenciar e não ser influenciados. Há um texto da Palavra de Deus em Romanos 12... Que nos afirma que não devemos nos conformar com o mundo .Não podemos como servos de Deus permitir que os valores do mundo estejam entrando em nossas vidas e apagando o brilho de Cristo que está em nós.Precisamos glorificar a Deus com a nossa vida, nossa maneira de falar, de andar, de vestir... Infelizmente há crentes que estão dando um mau testemunho de Jesus. Na família as brigas são constantes, no trabalho são palavras sujas, piadas imorais... As roupas que usam não glorificam ao Senhor,em fim, Literalmente estão dando um Mau Testemunho como Servos de Deus.O Senhor Jesus nos afirma, que como servos Dele, o mundo precisa ver as nossas boas obras e glorificar a Deus que está nos céus. Precisamos crer e lutar para que esta maravilhosa verdade se cumpra em nossas vidas e na vida de nossa igreja.
III – A Marca do Compromisso. (I Co 15.58)
Como servos de Deus, somos importantes na obra do Senhor. Nossa participação na vida da Igreja precisa ser uma realidade viva. Às vezes somos influenciados por fatores os mais diversos, que acabam atrapalhando a nossa participação na vida da igreja local. O Diabo lança obstáculos na vida do crente para que este não participe das programações de sua igreja. A Palavra de Deus nos afirma que devemos ser “firmes e constantes”. Vemos claramente neste versículo que fazer a obra do Senhor não é coisa fácil. Se assim fosse, não haveria necessidade do Senhor nos orientar a sermos firmes e constantes.Amado irmão; quando você perde aos cultos da igreja, há dois prejuízos: Você perde a bênção e a Igreja também perde, pois você é peça importante para o sucesso da igreja. Em nome de Jesus, sejamos firmes e constantes e sempre abundantes na Obra do Senhor, Pois esta Obra é de Valor; e no Senhor o nosso trabalho não é em vão.
IV – A Marca da Paz. (Mt. 5.9)
Nós temos a Paz. A Paz é Jesus. Logo Deus nos chama para sermos proclamadores desta maravilhosa Paz. Para poder proclamá-la eu preciso estar vivendo-a em minha vida. Façamos uma breve análise de nossas vidas. Podemos afirmar realmente que vivemos a Paz de Cristo? Falar em Paz quando tudo está bem, quando tudo está tranqüilo é muito fácil. O que precisamos entender é que esta maravilhosa Paz que temos não depende das circunstâncias. O Crente fiel sabe que mesmo nas lutas o Senhor Jesus não o desampara. Por isso pode manter-se em paz em meio às tribulações. Esta maravilhosa marca não pode faltar em nossas vidas. Vivendo a Paz de Cristo sem dúvida poderemos anunciá-la aos perdidos.
Conclusão:
Ao avaliarmos a Palavra de Deus, sem dúvida encontraremos muitas outras marcas que devem ser vividas na vida do crente. Contudo, nossa atenção no estudo de hoje, esteve voltada para estas quatro marcas que cremos ser de grande importância para o nosso sucesso como servos de Deus.
Precisamos Amar a Deus e ao nosso próximo como a nós mesmos.
Precisamos dar um bom testemunho neste mundo cheio de pecados.
É importantíssima a nossa participação na Obra do Senhor.
Precisamos estar envolvidos com os projetos de nossa igreja.
Precisamos viver a Paz do Senhor Jesus, e anuncia-la àqueles que
estão perdidos sem a salvação.
Que o Senhor nos abençoe rica e abundantemente em nome de Jesus.