terça-feira, 12 de agosto de 2014

Efésios 1:15-23
“Iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos” (Efésios 1:18-19)
As orações de Paulo são o ponto culminante de suas epístolas. No texto básico desta lição, temos a descrição de uma delas. Uma oração breve, mas profunda, riquíssima em conteúdo e doutrina bíblica.
Paulo estava escrevendo uma carta e se deteve para orar. O que o teria motivado? Seria a alegria de saber que em Cristo todas as bênçãos espirituais são nossas (Efésios 1:3)? Ou, após ouvir que a fé em Cristo e o amor aos irmãos estavam sendo praticados (Efésios 1:12), sentiu-se impelido a orar para que os efésios conhecessem ainda mais a plenitude do que Deus nos deu em Cristo? Qualquer que tenha sido sua motivação o que resultou foi uma oração que nos estimula a fazer o mesmo. Louvor e petição, ações de graças e súplicas (Efésios 1:16-19) são a tônica nesta oração que nos ajudará a manter o equilíbrio espiritual.
Gratidão (Efésios 1:15-16)
De alguma forma, Paulo obteve informações sobre o que estava acontecendo entre os efésios que o fez alegrar diante de Deus. Vejamos o que ele ouviu.
A fé em Jesus estava presente entre eles (v.15): Os efésios tinham ouvido a palavra da verdade e crido em Cristo (v.13), e continuaram firmes na fé (v.15). A alegria de Paulo era que esses crentes não estavam se afastando do Senhor Jesus, pelo contrário, mantinham os olhos fixos Nele. Temos a mesma ordem bíblica para todos os crentes. Vejamos Hebreus 12:2: “Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus”
O amor aos irmãos estava sendo exercido entre eles (v.15): Quando trabalhou na igreja de Éfeso, Paulo mostrou com o próprio exemplo como se vive o amor (Atos 20:35). Portanto, não é de se surpreender que ele ouça sobre o amor dos efésios “para com todos os santos” (Efésios 1:15).
A fé produz fruto na comunidade cristã, ela flui de Cristo para nossos semelhantes que também pertencem a Ele, em forma de serviço (Tiago 2:14-26). Jesus disse a Seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amos uns aos outros” (João 13:35).
Por que a fé em Jesus e o amor entre irmãos precisam andar de mãos dadas?
II- Petição (Efésios 1:17-23)
Por que Paulo, após dar graças a Deus pela vida dos leitores, parece ainda não estar satisfeito? Ele continua orando porque sabe que a extensão das bênçãos (v.3) precisa ser reconhecida pelos leitores. Eles precisavam “saber” (v.18) qual era a plenitude do que Deus reservou para os santos. “Qual é a garantia de que a plenitude das bênçãos espirituais pode ser entendida? Paulo nos dá a resposta: Deus nos dá o espírito de sabedoria e revelação, isto é, o Espírito Santo. Ele é o agente da revelação, por isso devemos orar a favor do Seu ministério de iluminação.
“O Espírito Santo iluminará os olhos do nosso coração (v.18), os nossos ‘olhos interiores’, para podermos compreender a verdade de Deus”.


A oração se torna um instrumento necessário da revelação, abre nosso coração e ilumina a nossa mente para compreendermos melhor as bênçãos espirituais JA REVELADAS . Vejamos algumas delas.
A esperança do chamamento de Deus (v.18): O mundo sem Jesus era sem esperança (Efésios 2:12). A aceitação de Cristo enche o coração de esperança e alegria (Romanos 5:2, 5; 8:24; 12:12). A nossa esperança está firmada no chamamento de Deus. Ele nos chamou (Romanos 8:30) para:
sermos de Jesus (Romanos 1:6);
a comunhão de Jesus Cristo (I Coríntios 1:9);
sermos santos (Colossenses 3:15; Efésios 4:1-2);
o sofrimento, se for necessário (I Pedro 2:21).
Entretanto, o nosso chamamento só encontrará sua plenitude nos céus (I Tessalonicenses 2:12; I Pedro 5:10; Filipenses 3:14).
A esperança do cristão nasce na natureza do seu chamamento, na sua vocação e esta vem de Deus. Paulo ora para que os nossos olhos sejam abertos para conhecer plenamente essa esperança.
A glória da herança de Deus: Essas palavras podem ter o sentido inicial de que nós somos a herança de Deus (v.11,14). Visto desta maneira, o texto expressa o desejo de Paulo de que os crentes compreendessem quão preciosos são para Deus. Eles são escolhidos para ser como “troféus” da Sua graça e do Seu poder. No entanto, o texto correlato de Colossenses 1:12 sugere que a “herança de Deus” é aquilo que Ele nos dará. É o prêmio que obteremos por causa de nossa união com Cristo (Romanos 8:17).
Aqui vale lembrar I Coríntios 2:9:
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.
Somente a iluminação outorgada pelo Espírito Santo pode levar qualquer um de nós a compreender a vastidão dessa herança gloriosa. “Paulo não considera que seja presunçoso pensarmos acerca da nossa herança celestial ou até mesmo antegozá-la com alegria e gratidão. Pelo contrário, ele ora para ‘saberdes a Sua glória’ de fato, a riqueza da glória da sua herança”
3- Grandeza do poder de Deus: “O chamamento se refere ao passado; a herança, ao futuro; e o poder, ao presente e anuncia os recursos sem limites à disposição do povo de Deus”.
“Toda a energia do ser divino se volta para nossa frágil natureza, vivificando-a, purificando-a e transformando-a, tornando-a maravilhosamente ativa onde era antes tão frágil”.
Paulo está convencido de que o poder de Deus é suficiente e eficaz e pode ser conhecido por meio da demonstração pública da ressurreição e exaltação de Cristo (v.20-23). Então, o poder de Deus que atua no crente é o poder da ressurreição (cf . Filipenses 3:10)
Paulo apresenta duas afirmações a respeito do que Deus tem feito em Cristo por seu intermédio.
A ressurreição e a exaltação de Cristo (v.20).: A ressurreição de Cristo dentre os mortos e a Sua exaltação à direita de Deus são atribuições específicas do poder de Deus. É a ressurreição de Cristo que proporciona dinâmica e poder para a vida cristã, e é padrão e penhor da ressurreição dos crentes (I Coríntios 15:20)
Após ter ressuscitado a Cristo, Deus O fez assentar-Se à Sua direita (v.20-21), lugar de mais alta honra e autoridade (Mateus 28:18), fazendo cumprir o Salmo 110:1.
Todo principado, toda potestade, todo poder e o domínio (“forças espirituais do mal” – Efésios 6:12) – os que ainda não reconheceram em definitivo a vitória de Cristo haverão de fazê-lo (Hebreus 2:5-9).
Quaisquer que sejam as formas de soberania não são comparáveis Àquele a quem Deus deu um “nome que está acima de todo nome” (Filipenses 2:9). “A cabeça que um dia foi coroada com espinhos leva agora o diadema da soberania universal” .
A proeminência de Cristo sobre a igreja (v. 22-23): Paulo passa a relatar o significado do triunfo duplo de Cristo para a igreja.
Primeiro Jesus tem a soberania sobre todas as coisas, e ainda mais, Deus O deu como cabeça de todas as coisas, à igreja, a qual é o Seu corpo (v. 22-23). “Aquele, pois, a quem Deus deu à igreja para ser seu cabeça, já era cabeça do universo. Logo, tanto o universo quanto a igreja têm em Jesus Cristo o mesmo cabeça”.
Segundo, a igreja é “a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (v.23). A igreja é a plenitude de Cristo porque Ele a enche, enche também “todas as coisas” (4:10). Ele completa a igreja, ela é o templo de Deus (Efésios 2:21-22
“A igreja está cheia de Sua presença, animada pela Sua vida, cheia com Seus dons e plena de Sua graça” .
Resumiu muito bem estes versículos (Efésios 1:22-23):
“A igreja é o corpo de Cristo (Ele a dirige); a igreja é Sua plenitude .Desse modo ela tem tudo do que necessita para cumprir a sua missão.
Como você entende a expressão “iluminados os olhos do vosso coração” (Efésios 1:18)? Por que essa iluminação é importante na vida do crente?
De que maneira a herança de Deus pode motivar você na comunhão e no serviço ao reino de Deus?
Por que, para o apóstolo Paulo, a ressurreição de Cristo é a demonstração maior do poder de Deus?
Nos desperta a atenção para um fato muito importante nessa oração.
A ênfase que Paulo dá à união do conhecimento com a fé, o que, para ele, “é um dos aspectos mais impressionantes da maturidade cristã.”
Ao colocar as duas coisas juntas, o apóstolo está nos ensinando que fé e conhecimento são compatíveis. Ele ora para que seus leitores recebam iluminação do Espírito Santo, sem a qual não conseguiremos entender corretamente o que Deus fez em Cristo, mostrando que “todas as nossas cogitações são improdutivas sem o Espírito da verdade”. Todavia, isso não significa que não devemos usar a nossa mente. “É precisamente quando meditamos sobre o que Deus tem feito em Cristo que o Espírito abrirá os nossos olhos para compreendermos suas implicações”

A esperança do chamamento de Deus (v.18): O mundo sem Jesus era sem esperança (Efésios 2:12). A aceitação de Cristo enche o coração de esperança e alegria (Romanos 5:2, 5; 8:24; 12:12). A nossa esperança está firmada no chamamento de Deus. Ele nos chamou (Romanos 8:30) para:
sermos de Jesus (Romanos 1:6);
a comunhão de Jesus Cristo (I Coríntios 1:9);
sermos santos (Colossenses 3:15; Efésios 4:1-2);
o sofrimento, se for necessário (I Pedro 2:21).
Entretanto, o nosso chamamento só encontrará sua plenitude nos céus (I Tessalonicenses 2:12; I Pedro 5:10; Filipenses 3:14).
A esperança do cristão nasce na natureza do seu chamamento, na sua vocação e esta vem de Deus. Paulo ora para que os nossos olhos sejam abertos para conhecer plenamente essa esperança.
A glória da herança de Deus: Essas palavras podem ter o sentido inicial de que nós somos a herança de Deus (v.11,14). Visto desta maneira, o texto expressa o desejo de Paulo de que os crentes compreendessem quão preciosos são para Deus. Eles são escolhidos para ser como “troféus” da Sua graça e do Seu poder. No entanto, o texto correlato de Colossenses 1:12 sugere que a “herança de Deus” é aquilo que Ele nos dará. É o prêmio que obteremos por causa de nossa união com Cristo (Romanos 8:17).
Aqui vale lembrar I Coríntios 2:9:
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.
Somente a iluminação outorgada pelo Espírito Santo pode levar qualquer um de nós a compreender a vastidão dessa herança gloriosa. “Paulo não considera que seja presunçoso pensarmos acerca da nossa herança celestial ou até mesmo antegozá-la com alegria e gratidão. Pelo contrário, ele ora para ‘saberdes a Sua glória’ de fato, a riqueza da glória da sua herança”
3- Grandeza do poder de Deus: “O chamamento se refere ao passado; a herança, ao futuro; e o poder, ao presente e anuncia os recursos sem limites à disposição do povo de Deus”.
“Toda a energia do ser divino se volta para nossa frágil natureza, vivificando-a, purificando-a e transformando-a, tornando-a maravilhosamente ativa onde era antes tão frágil”.
Paulo está convencido de que o poder de Deus é suficiente e eficaz e pode ser conhecido por meio da demonstração pública da ressurreição e exaltação de Cristo (v.20-23). Então, o poder de Deus que atua no crente é o poder da ressurreição (cf . Filipenses 3:10)
Paulo apresenta duas afirmações a respeito do que Deus tem feito em Cristo por seu intermédio.
A ressurreição e a exaltação de Cristo (v.20).: A ressurreição de Cristo dentre os mortos e a Sua exaltação à direita de Deus são atribuições específicas do poder de Deus. É a ressurreição de Cristo que proporciona dinâmica e poder para a vida cristã, e é padrão e penhor da ressurreição dos crentes (I Coríntios 15:20)
Após ter ressuscitado a Cristo, Deus O fez assentar-Se à Sua direita (v.20-21), lugar de mais alta honra e autoridade (Mateus 28:18), fazendo cumprir o Salmo 110:1.
Todo principado, toda potestade, todo poder e o domínio (“forças espirituais do mal” – Efésios 6:12) – os que ainda não reconheceram em definitivo a vitória de Cristo haverão de fazê-lo (Hebreus 2:5-9).
Quaisquer que sejam as formas de soberania não são comparáveis Àquele a quem Deus deu um “nome que está acima de todo nome” (Filipenses 2:9). “A cabeça que um dia foi coroada com espinhos leva agora o diadema da soberania universal” .
A proeminência de Cristo sobre a igreja (v. 22-23): Paulo passa a relatar o significado do triunfo duplo de Cristo para a igreja.
Primeiro Jesus tem a soberania sobre todas as coisas, e ainda mais, Deus O deu como cabeça de todas as coisas, à igreja, a qual é o Seu corpo (v. 22-23). “Aquele, pois, a quem Deus deu à igreja para ser seu cabeça, já era cabeça do universo. Logo, tanto o universo quanto a igreja têm em Jesus Cristo o mesmo cabeça”.
Segundo, a igreja é “a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (v.23). A igreja é a plenitude de Cristo porque Ele a enche, enche também “todas as coisas” (4:10). Ele completa a igreja, ela é o templo de Deus (Efésios 2:21-22
“A igreja está cheia de Sua presença, animada pela Sua vida, cheia com Seus dons e plena de Sua graça” .
Resumiu muito bem estes versículos (Efésios 1:22-23):
“A igreja é o corpo de Cristo (Ele a dirige); a igreja é Sua plenitude .Desse modo ela tem tudo do que necessita para cumprir a sua missão.
Como você entende a expressão “iluminados os olhos do vosso coração” (Efésios 1:18)? Por que essa iluminação é importante na vida do crente?
De que maneira a herança de Deus pode motivar você na comunhão e no serviço ao reino de Deus?
Por que, para o apóstolo Paulo, a ressurreição de Cristo é a demonstração maior do poder de Deus?
Nos desperta a atenção para um fato muito importante nessa oração.
A ênfase que Paulo dá à união do conhecimento com a fé, o que, para ele, “é um dos aspectos mais impressionantes da maturidade cristã.”
Ao colocar as duas coisas juntas, o apóstolo está nos ensinando que fé e conhecimento são compatíveis. Ele ora para que seus leitores recebam iluminação do Espírito Santo, sem a qual não conseguiremos entender corretamente o que Deus fez em Cristo, mostrando que “todas as nossas cogitações são improdutivas sem o Espírito da verdade”. Todavia, isso não significa que não devemos usar a nossa mente. “É precisamente quando meditamos sobre o que Deus tem feito em Cristo que o Espírito abrirá os nossos olhos para compreendermos suas implicações”

A esperança do chamamento de Deus (v.18): O mundo sem Jesus era sem esperança (Efésios 2:12). A aceitação de Cristo enche o coração de esperança e alegria (Romanos 5:2, 5; 8:24; 12:12). A nossa esperança está firmada no chamamento de Deus. Ele nos chamou (Romanos 8:30) para:
sermos de Jesus (Romanos 1:6);
a comunhão de Jesus Cristo (I Coríntios 1:9);
sermos santos (Colossenses 3:15; Efésios 4:1-2);
o sofrimento, se for necessário (I Pedro 2:21).
Entretanto, o nosso chamamento só encontrará sua plenitude nos céus (I Tessalonicenses 2:12; I Pedro 5:10; Filipenses 3:14).
A esperança do cristão nasce na natureza do seu chamamento, na sua vocação e esta vem de Deus. Paulo ora para que os nossos olhos sejam abertos para conhecer plenamente essa esperança.
A glória da herança de Deus: Essas palavras podem ter o sentido inicial de que nós somos a herança de Deus (v.11,14). Visto desta maneira, o texto expressa o desejo de Paulo de que os crentes compreendessem quão preciosos são para Deus. Eles são escolhidos para ser como “troféus” da Sua graça e do Seu poder. No entanto, o texto correlato de Colossenses 1:12 sugere que a “herança de Deus” é aquilo que Ele nos dará. É o prêmio que obteremos por causa de nossa união com Cristo (Romanos 8:17).
Aqui vale lembrar I Coríntios 2:9:
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.
Somente a iluminação outorgada pelo Espírito Santo pode levar qualquer um de nós a compreender a vastidão dessa herança gloriosa. “Paulo não considera que seja presunçoso pensarmos acerca da nossa herança celestial ou até mesmo antegozá-la com alegria e gratidão. Pelo contrário, ele ora para ‘saberdes a Sua glória’ de fato, a riqueza da glória da sua herança”
3- Grandeza do poder de Deus: “O chamamento se refere ao passado; a herança, ao futuro; e o poder, ao presente e anuncia os recursos sem limites à disposição do povo de Deus”.
“Toda a energia do ser divino se volta para nossa frágil natureza, vivificando-a, purificando-a e transformando-a, tornando-a maravilhosamente ativa onde era antes tão frágil”.
Paulo está convencido de que o poder de Deus é suficiente e eficaz e pode ser conhecido por meio da demonstração pública da ressurreição e exaltação de Cristo (v.20-23). Então, o poder de Deus que atua no crente é o poder da ressurreição (cf . Filipenses 3:10)
Paulo apresenta duas afirmações a respeito do que Deus tem feito em Cristo por seu intermédio.
A ressurreição e a exaltação de Cristo (v.20).: A ressurreição de Cristo dentre os mortos e a Sua exaltação à direita de Deus são atribuições específicas do poder de Deus. É a ressurreição de Cristo que proporciona dinâmica e poder para a vida cristã, e é padrão e penhor da ressurreição dos crentes (I Coríntios 15:20)
Após ter ressuscitado a Cristo, Deus O fez assentar-Se à Sua direita (v.20-21), lugar de mais alta honra e autoridade (Mateus 28:18), fazendo cumprir o Salmo 110:1.
Todo principado, toda potestade, todo poder e o domínio (“forças espirituais do mal” – Efésios 6:12) – os que ainda não reconheceram em definitivo a vitória de Cristo haverão de fazê-lo (Hebreus 2:5-9).
Quaisquer que sejam as formas de soberania não são comparáveis Àquele a quem Deus deu um “nome que está acima de todo nome” (Filipenses 2:9). “A cabeça que um dia foi coroada com espinhos leva agora o diadema da soberania universal” .
A proeminência de Cristo sobre a igreja (v. 22-23): Paulo passa a relatar o significado do triunfo duplo de Cristo para a igreja.
Primeiro Jesus tem a soberania sobre todas as coisas, e ainda mais, Deus O deu como cabeça de todas as coisas, à igreja, a qual é o Seu corpo (v. 22-23). “Aquele, pois, a quem Deus deu à igreja para ser seu cabeça, já era cabeça do universo. Logo, tanto o universo quanto a igreja têm em Jesus Cristo o mesmo cabeça”.
Segundo, a igreja é “a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (v.23). A igreja é a plenitude de Cristo porque Ele a enche, enche também “todas as coisas” (4:10). Ele completa a igreja, ela é o templo de Deus (Efésios 2:21-22
“A igreja está cheia de Sua presença, animada pela Sua vida, cheia com Seus dons e plena de Sua graça” .
Resumiu muito bem estes versículos (Efésios 1:22-23):
“A igreja é o corpo de Cristo (Ele a dirige); a igreja é Sua plenitude .Desse modo ela tem tudo do que necessita para cumprir a sua missão.
Como você entende a expressão “iluminados os olhos do vosso coração” (Efésios 1:18)? Por que essa iluminação é importante na vida do crente?
De que maneira a herança de Deus pode motivar você na comunhão e no serviço ao reino de Deus?
Por que, para o apóstolo Paulo, a ressurreição de Cristo é a demonstração maior do poder de Deus?
Nos desperta a atenção para um fato muito importante nessa oração.
A ênfase que Paulo dá à união do conhecimento com a fé, o que, para ele, “é um dos aspectos mais impressionantes da maturidade cristã.”
Ao colocar as duas coisas juntas, o apóstolo está nos ensinando que fé e conhecimento são compatíveis. Ele ora para que seus leitores recebam iluminação do Espírito Santo, sem a qual não conseguiremos entender corretamente o que Deus fez em Cristo, mostrando que “todas as nossas cogitações são improdutivas sem o Espírito da verdade”. Todavia, isso não significa que não devemos usar a nossa mente. “É precisamente quando meditamos sobre o que Deus tem feito em Cristo que o Espírito abrirá os nossos olhos para compreendermos suas implicações”

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